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ANO SANTO DA MISERICORDIA JULHO - 2016 Imprimir E-mail

 

SEDE MISERICORDIOSOS COMO O PAI”. Este é o lema do Ano da Misericórdia que teve início no dia 8 de dezembro deste ano, na Solenidade da Imaculada Conceição, e se concluirá no dia 20 de novembro de 2016. O Ano extraordinário foi convocado pelo Papa Francisco durante uma celebração da penitência, na Basílica de São Pedro, no Vaticano. “Pensei muitas vezes no modo como a Igreja pode tornar mais evidente a sua missão de ser testemunha da misericórdia. É um caminho que começa com uma conversão espiritual, e devemos fazer este caminho. Por isso decidi proclamar um Jubileu Extraordinário que tenha no seu centro a misericórdia de Deus. Será um Ano Santo da Misericórdia”, disse o Papa Francisco. Na homilia de abertura da Porta da Misericórdia na Catedral de Vitória da Conquista, o arcebispo Dom Luís Pepeu recordou que a iniciativa do Papa Francisco convida os fiéis do mundo inteiro a celebrarem o Sacramento da Reconciliação. De acordo com o comunicado da Santa Sé, a abertura deste Jubileu Extraordinário da Misericórdia acontece no 50º aniversário de encerramento do Concílio Vaticano II e adquire um significado particular, impelindo a Igreja a continuar a obra começada pelo Vaticano II.

 

MÊS DE JULHO

A cada ano o mês de julho na Arquidiocese de Vitória da Conquista é dedicado ao DÍZIMO. Portanto, um mês voltado mais especialmente à oração, à reflexão, à conscientização e ao aprofundamento sobre a importância do dízimo em nossa comunidade eclesial.

O QUE É DÍZIMO?

Dízimo é um ato de gratidão a Deus, do qual recebemos tudo que temos. É devolução a ele, de um pouco do que dele recebemos por meio da igreja, para que o seu reino aconteça entre nós. É manifestação de nosso amor a Deus e aos irmãos. É partilha dos bens que estão a nosso dispor, especialmente com os mais necessitados. Contudo com a inspiração, com que cada um vê ou percebe o dízimo, vai atribuir-lhe um significado. Assim ouve-se que é gesto de amor, de agradecimento, de expressão de fé, de solidariedade, de fraternidade, retribuição aos dons e bênçãos de Deus, manifestação de responsabilidade para com a igreja e o plano de Deus, e outros inúmeros qualificativos que buscam defini-lo. De fato, o dízimo assume diferentes expressões em razão do que o motiva (por que o oferto? ) ou de sua destinação (para que o oferto? ) . Mas uma palavra engloba, todas as suas possíveis definições: Amor. Num primeiro momento, devo reconhecer pelos dons gratuitos que recebo de Deus, a começar pela vida, pela saúde, pela inteligência, o imenso amor que ele tem por mim. Depois manifesto de forma objetiva, minha gratidão, retribuindo a ele este sentimento, em gesto concreto de amor, através dos meus irmãos.

 
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NOTÍCIAS: JUNHO DE 2016

 

Dia 29 - BÊNÇÃO DA IGREJA MATRIZ DE SÃO PEDRO EM IBICUÍ


A Paróquia São Pedro de Ibicuí vivenciou um momento singular na noite desta quarta-feira (29), marcado por imensa alegria e grande júbilo, pela presença do Arcebispo Metropolitano Dom Luís para realizar a bênção da Igreja, do altar e de outros espaços destinados à ação litúrgica. Foram momentos de abundantes graças e bênçãos para a Comunidade. Dom Luís foi acolhido calorosamente e com grande entusiamo pelo pároco Pe. Valdo e pela Comunidade Paroquial. A celebração contou com a distinta presença do Vigário Geral, o Mons. Uilton, de autoridades locais, além da participação de numerosos fiéis, e de tantos devotos e colaboradores da Paróquia São Pedro. A liturgia foi preparada com muito zelo, dispensando toda a atenção, por Pe. Valdo, acompanhado das equipes de animação litúrgica da Paróquia e de outros grupos pastorais. Para a Liturgia da Palavra, tratando-se de uma celebração de tom festivo no contexto da bênção da Igreja, foram escolhidas leituras apropriadas. O rito de bênção de uma Igreja contém em si um simbolismo muito forte. Mediante a bênção, a Igreja é oferecida a Deus como “Igreja santa, Templo do Senhor”, uma casa de oração, de culto e expressão de celebração da vida, onde o povo reunido, constituindo uma assembleia santa, proclama o hino de louvor e celebra a ação de graças ao Deus da vida. Além da bênção da Igreja, Dom Luís também abençoou o altar, a cadeira de presidência ou sede presidencial, o confessionário e o ambão. O rito de bênção da Igreja contempla tudo o que integra o edifício como um todo, incluindo todos os espaços e objetos relacionados com a ação litúrgica e que se encontram definitivamente dispostos em seus devidos lugares. Constituindo-se, no entanto, uma oportunidade singular para manifestar aos fieis a devida importância de cada espaço em particular, procedeu-se com o rito de bênção apropriado a cada parte: a cadeira, o confessionário, o altar e o ambão. Em sua homilia, partindo das leituras apropriadas para o momento solene da bênção, uma celebração rica de símbolos, Dom Luís destacou que a Palavra de Deus proclamada ajuda em muito a compreender o valor de quanto se está celebrando. Ressaltou a importância do altar, lugar onde todos os dia é oferecido o sacrifício de Cristo. No altar Cristo continua a imolar-se, no sacramento da Eucaristia, pela salvação de todos. No evangelho, encontra-se a pergunta fundamental que dá razão à fé: Quem é Jesus? Pedro, em nome dos 12, responde: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. A fé de Pedro em Jesus como Messias e Filho de Deus é a fé da Igreja. Cada cristão, como batizado e membro da Igreja de Crsito, seguindo o exemplo de Pedro, é também chamado a professar esta mesma fé. Dom Luís concluiu sua homilia, exortando a Comunidade a anunciar e testemunhar o amor de Deus, abrindo seus horizontes de esperança e alimentando o impulso missionário. Concluída a Santa Missa, houve uma grande explosão de alegria da assembleia. Todos regozijavam-se, pois a celebração marcou o desfecho de uma caminhada de esforços, sem medir sacrifícios, na reforma da Igreja, com oportunas intervenções que incluíram a Cadeira da presidência, o Confessionário, o Altar e o Ambão. Muitos fiéis foram ao encontro de Dom Luís para compartilhar de suas alegrias e da grande satisfação pela presença do Pastor e pelos trabalhos realizados pelo Pe. Valdo na Igreja de Ibicuí.



Dia 25 - ARCEBISPO REALIZA CRISMAS NA PARÓQUIA SÃO JOSÉ EM ITAPETINGA


Na noite deste sábado (25), às 19h30min, Dom Luís celebrou a Santa Missa na Paróquia São José, em Itapetinga, onde conferiu o Sacramento da Crisma a um grupo de 100 pessoas, entre jovens e adultos, da Comunidade Paroquial. O pároco Pe. Rosenildo, em nome de todos os fiéis paroquianos, acolheu com grande alegria o Arcebispo, dando-lhe as boas-vindas. A Igreja São José estava repleta. A Comunidade compareceu em massa para participar da solene celebração e prestigiar este momento tão expressivo e de grande significado em sua caminhada eclesial, contando com a presença do Pastor em seu meio para confirmar na fé, mediante o sacramento da crisma, tantos jovens e adultos. Dom Luís dirigiu uma saudação ao Pe. Rosenildo, aos catequistas, equipes de coordenação e animação, aos diversos grupos de pastoral, aos movimentos e a todos os presentes, agradecendo a acolhida calorosa e tão fraterna. Em sua homilia, dirigindo-se aos crismandos, falou do compromisso decorrente deste sacramento. A crisma, ou sacramento da confirmação, é considerado o sacramento da maturidade porquanto aquele que o recebe deve estar preparado a comprometer-se com uma vivência autêntica de sua fé cristã e católica, assumindo com responsabilidade um efetivo engajamento na Comunidade Paroquial. Ser crismado implica uma atualização, um “aggiornamento” da vida nova recebida pelo batismo, pelo qual o cristão se torna discípulo missionário de Jesus Cristo, devendo assumir com toda a radicalidade este caminho de seguimento. Aquele que é crismado não pode ser uma pessoa “morna”, de fé inoperante, mas alguém que assume totalmente sua condição de membro vivo do corpo místico de Jesus, que é a Igreja. É preciso, portanto, um comprometimento concreto com a ação pastoral e evangelizadora da Igreja, mediante os diversos serviços e ministérios da comunidade, os grupos de trabalho que envolvem a ação pastoral e uma presença nos movimentos eclesiais, dando testemunho de uma fé autêntica em Jesus Cristo e em sua Igreja. A liturgia foi muito bem preparada e animada, contando com a participação de todos. No final da celebração, houve grande demonstração de uma alegria envolvente, contagiando a todos. Muitos fiéis foram ao encontro de Dom Luís para saudá-lo e agradecer-lhe por sua presença tão confortante, edificante e restauradora.



Dia 24 - ARCEBISPO CELEBRA FESTA DE SÃO JOÃO BATISTA EM ANAGÉ EM CLIMA DO JUBILEU DE 40 ANOS DA PARÓQUIA


A Paróquia São João Batista de Anagé neste ano está celebrando 40 anos de sua criação e instalação, tendo sido o primeiro pároco Frei Adriano. Foi um frade capuchinho, de saudosa memória, muito conhecido e lembrado ainda hoje pelo povo, sobretudo por sua grande dedicação na região desta Arquidiocese, destacando-se por seu zelo pastoral e missionário, sua proximidade com todas as pessoas. Neste clima especial de jubileu, a Paróquia celebrou o Novenário em preparação à Festa do seu excelso padroeiro São João Batista. O pároco Pe. Luiz Cláudio, o Diác. Genildo e o Conselho Pastoral Paroquial, em comunhão com toda a freguesia da Paróquia, renderam graças a Deus por estes 40 anos de caminhada eclesial. Hoje, dia solene de São João Batista, o Arcebispo Metropolitano Dom Luís foi acolhido pela comunidade pelos anageenses. Dom Luís celebrou a Solene Eucaristia em honra ao padroeiro São João Batista. A Santa Missa foi concelebrada pelo pároco Pe. Luís Cláudio, tendo a assistência no altar do Diácono permanente Genildo Gonçalves. Em comunhão com a celebração do Ano da Misericórdia, as noites do novenário foram motivadas pelo tema central: “Jesus, porta aberta à misericórdia de Deus Pai” e por lema: “João, o agraciado de Deus”. Em sua homilia, tendo como ponto de partida o tema central da festa, Dom Luís destacou que, segundo a intuição do Papa Francisco, o Ano Santo da Misericórdia, celebrado como um Jubileu, pretende ser uma Porta de Misericórdia que possibilita às pessoas uma profunda experiência do amor de Deus que consola, perdoa e dá esperança, recobrando e revitalizando as forças para uma caminhada como igreja e como discípulo-missionário para contemplar o rosto Misericordioso do Pai. Referindo-se às leituras próprias desta grande Solenidade, Dom Luís falou do acontecimento “João Batista”, o precursor, enviado a prepara os caminhos do Senhor, o “ano de graça” do Senhor, a vinda de Jesus. Dom Luís também destacou a bela história de 40 anos de paróquia, uma história construída pela vida de tantos irmãos e irmãs: os frades capuchinhos (frei Adriano), religiosas, leigos e leigas, que com generosidade e motivados pela gratuidade de Deus, doaram suas vidas na alegria do Evangelho e dentro do espírito missionário. Concluindo sua reflexão, lembrou Dom Luís que não se pode celebrar esta história de 40 anos sem lançar também o olhar para o futuro, abraçando-o com esperança, continuando a desbravar novos caminhos segundo o caráter profético que marca a identidade do verdadeiro cristão. A celebração eucarística contou com a presença de milhares de fiéis dos quatro cantos de Anagé, romeiros de São João Batista procedentes das mais de 70 comunidades rurais pertencentes à Paróquia. Foi uma belíssima festa, uma grande demonstração de fé, de experiência religiosa comprometida com o Evangelho de Cristo na construção da identidade cristã, que é a santidade, oou “misericordiosos como o Pai”! Dom Luís, congratulando-se com todos - Pároco, Diácono permanente, Conselho Pastoral e fiéis devotos de São João Batista - pela festa do padroeiro e pelos 40 anos de missão paroquial, agradeceu às diversas frentes pastorais e movimentos da paróquia, conselhos e a todo o povo de Deus pelo grandioso trabalho que vem sendo realizado na paróquia em espírito de comunhão com o seu pároco.



Dia 23 - NOVENA DE SÃO PEDRO E CRISMA EM MACARANI


Dom Luís, nesta quinta-feira, (23), véspera de São João, esteve na Paróquia de São Pedro, em Macarani, para celebrar a Santa Missa dentro do Novenário em preparação à festa do excelso Padroeiro de Macarani, São Pedro. Nesta celebração eucarística, Dom Luís também crismou um grupo de 56 pessoas entre jovens e adultos, membros da Comunidade paroquial. O Novenário da Festa de São Pedro, constituindo um marco na celebração do Ano Santo da Misericórdia, teve como tema: “Igreja, Casa da Misericórdia” e como lema: “Com São Pedro, seremos bem-aventurados se praticarmos a misericórdia uns com os outros” (cf. Mt 5,7). Já o tema que norteou esta 4ª. noite do Novenário foi: “Vestir os despidos e advertir os pecadores” (Mt 25, 32-36). Iluminado por este tema, Dom Luís, em sua homilia, ao falar da Misericórdia, destacou as obras de misericórdia como sinais concretos e expressão da própria misericórdia. Do mesmo modo que Jesus é misericordioso, assim também deve ser cada um em relação ao outro. O agir de Jesus foi sempre pautado por seu amor misericordioso: acolhendo, perdoando, amando sem limites, curando, salvando, libertando, resgatando do pecado e da morte, devolvendo a vida e a dignidade humana. Assim também deve ser o agir do cristão: realizar as obras de misericórdia, reconhecendo a presença de Jesus nas pessoas que foram destituídas da própria dignidade. Vestir os despidos, esta constitui uma expressão fundamental da acolhida dos valores do Reino dos Céus indicados por Jesus mediante sua ação evangelizadora e libertadora. Dom Luís exortou toda a Comunidade cristã de Macarani a deixar-se ser tocada interiormente pela mensagem do Novenário e da Festa de São Pedro através da conversão do coração em vista de uma vida nova assumida pela prática da Palavra de Deus, a exemplo do próprio padroeiro e da Virgem Maria. Por fim, Dom Luís dirigiu uma palavra de exortação aos mais de cinquenta crismandos, levando-os a refletir e a meditar sobre o verdadeiro significado do sacramento da Crisma que, dentro de poucos instantes, iriam receber. Reportou-se, especialmente, ao compromisso do crismado como Igreja Vida, participante, cristão comprometido e engajado com a Comunidade local e com toda a Igreja, comprometendo-se ativamente com a ação pastoral e evangelizadora. Além da presença do pároco Pe. José Carlos, que concelebroou com o Arcebispo, uma grande multidão de fiéis se encontrava na Igreja, deixando-a totalmente lotada. No final da celebração, houve uma efusão de alegria na assembleia e muitos também quiseram saudar o Bispo, sempre demonstrando um gesto de carinho e de afeto.



Dia 20 - REUNIÃO DO CONSELHO DE FORMAÇÃO PARA AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES DO SEMESTRE


Dom Luís, na manhã desta segunda-feira (20), no Seminário Maior de Filosofia Nossa Senhora das Vitórias, em Conquista, presidiu a reunião do Conselho de Formação para fazer uma avaliação do semestre acerca das atividades da Formação Acadêmica-Seminarística na Arquidiocese. Esta formação refere-se diretamente à preparação filosófica e teológica dos seminaristas da Arquidiocese nos diversos aspectos: a convivência no Seminário, o acompanhamento e aproveitamento dos estudos no Instituto e no próprio Seminário, os trabalhos pastorais, a vida de oração, a genuína vocação ao sacerdócio. São membros integrantes “ex officio” deste Conselho, o Arcebispo, como o Presidente, e o Vigário Geral Mons. Uilton. Além destes dois membros, participaram da reunião os demais integrantes em função dos cargos que exercem na Formação: Pe. Edmilson, Reitor do Seminário, Pe. Zenilton (Pe. Monginho), Vice-Reitor do Seminário e Diretor do Instituto de Filosofia, Pe. Nilson, Diretor do Propedêutico, Pe. Gerson e Pe. Frenilson, Diretores Espirituais dos Seminaristas. Na abertura dos trabalhos, Dom Luís, fazendo uma invocação ao Espírito Santo, suplicou-lhe as luzes do Alto para que a reunião, presidida pelo Espírito Santo, pudesse alcançar seus verdadeiros objetivos. Além da avaliação, o Conselho tratou de outros assuntos inerentes à formação. Foi uma manhã bastante intensa de trabalhos, iniciando às 9 horas da manhã e finalizando às 13 da tarde.



Dia 19 - PRESENÇA DO ARCEBISPO NA IGREJA CATEDRAL PARA A CELEBRAÇÃO DA SANTA MISSA


Neste domingo (19), o 12º. Domingo do Tempo Comum, às 7 horas da noite, Dom Luís celebrou a Santa Missa na Igreja Catedral. Como todos os domingos, havia um grande número de fiéis na Igreja para participar da celebração eucarística. A Palavra de Deus motivou os fiéis a refletirem sobre a missão de Jesus, o messias de Deus, sobretudo, levando a despertar a consciência da verdadeira missão de Jesus, da radicalidade de sua opção, do seu progeto que implica, inclusive, o conflito com os poderes estabelecidos, religiosos e políticos, e, por fim, a entrega, a doação da própria vida como expressão máxima do amor partilhado. Fazendo uma breve reflexão da Palavra de Deus, navegando pelas leituras propostas, Dom Luís convida cada um a questionar-se na compreensão da própria identidade como discípulos e discípulas do Senhor: “Quem sou eu, como cristão?” Neste domingo, a Igreja no Brasil recorda o Dia Nacional do Migrante, que tem como objetivo promover a acolhida solidária e suscitar debates acerca dos direitos dos migrantes e refugiados. Em sua homilia, Dom Luís, fazendo também referências a este tema neuvrágico, enfatizou que a acolhida dos migrantes e refugiados, pessoas estas que procuram deixar para trás condições trágicas de vida e perigos de toda natureza, está relacionada diretamente com a proposta do Ano da Misericórdia. De fato, o gesto de acolher o outro que vive mergulhado no sofrimento e no abandono,  vítima da violência e da pobreza, necessitando que lhe tratem suas feridas,  é acolher o abraço terno do Pai, vivendo a experiência de sentir-se amado e acolhido por Deus. lembrou, enfim, que neste Ano da Misericórdia é preciso que a Igreja viva a verdadeira compaixão e tenha uma atitude de solidariedade com aqueles que se encontram desorientados e desanimados pelo caminho. Esta é uma expressão concreta das obras de misericórdia.



Dia 18 - ARCEBISPO CELEBRA NA PARÓQUIA SENHOR BOM JESUS, EM BOM JESUS DA SERRA


Na noite deste sábado (18), Dom Luís esteve em Bom Jesus da Serra, e presidiu a Celebração Eucarística para a bênção da Igreja Matriz Senhor Bom Jesus e dos demais lugares e objetos litúrgicos. A Paróquia, instalada há pouco mais de 5 anos, apresenta muitos desafios a serem vencidos, tanto no campo da ação pastoral, como também a nível administrativo. O Pároco Pe. Frenilson, sem medir esforços e com grande dedicação e zelo pastoral, muito tem se empenhado, contando sempre com a generosa colaboração dos fiéis paroquianos. Após anos de intenso trabalho, a reforma da Igreja Matriz foi concluída. Dom Luís, dentro da Liturgia da Missa, invocou as bênçãos de Deus, fonte e origem de todas as bênçãos, oferecendo-Lhe, através do gesto da bênção, o templo, a igreja, um lugar, por excelência, de celebração da vida. Dom Luís também abençoou a cadeira de presidência (sede presidencial), a pia ou fonte batismal, o ambão e o altar. Apesar de a bênção na Igreja e pela Igreja estender-se a todas as coisas que se relacionam com a celebração litúrgica, Dom Luís viu uma boa oportunidade para manifestar aos fiéis a sua importância, mediante uma celebração apropriada para cada objeto ou espaço. Em suas palavras, Dom Luís dirigiu uma saudação ao pároco Pe. Frenilson, aos seminaristas presentes, vocacionados, paroquianos em geral, amigos da querida Paróquia do Senhor Bom Jesus (Bom Jesus da Serra). Ressaltou que a Comunidade Paroquial vive um dia de intensa alegria, um dia de Ação de graças porque, pela bênção, oferece a Deus aquele templo. Partindo da Liturgia da Palavra, a celebração do 12º. Domingo do Tempo Comum, acentuou que a pessoa de Jesus Cristo encontra-se no centro da reflexão de hoje. Quem é Jesus? A Palavra de Deus ajuda cada cristão a descobrir em Jesus o “messias” de Deus, que veio realizar a libertação através do amor e do dom da vida. Após uma breve meditação a partir das leituras propostas, Dom Luís fez um breve aceno ao sentido da bênção. A Igreja estava repleta de fiéis. A liturgia foi muito bem preparada, contando com a participação ativa dos diversos grupos e movimentos da paróquia. Após a Santa Missa, o entusiasmo e a satisfação estavam estampados nos rostos dos fiéis. Era uma alegria contagiante. Dom Luís foi saudado por muitas pessoas que agradeciam com grande euforia a sua presença. Ele voltou para Conquista muito contente com o trabalho da Comunidade de Bom Jesus da Serra.



Dia 16 - NOVENÁRIO E CRISMA NA PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA EM RIBEIRÃO DO LARGO


A Paróquia São João Batista de Ribeirão do Largo, que, interinamente, está contando com a assistência pastoral e espiritgual do Frei Orlando, encontra-se em clima de festa com a celebração do Novenário em honra ao seu excelso padroeiro São João. O Arcebispo Dom Luís prestigiou este grande momento de renovação para a Comunidade Paroquial, celebrando, nesta quinta-feira (16), a 2ª. noite da novena. Às 7h30min Dom Luís presidiu a Solene Eucaristia, na qual ele conferiu o Sacramento da Crisma para um grupo de 15 jovens da Comunidade de Ribeirão do Largo. Os Ribeirenses, como sempre têm feito, acolheram o Arcebispo com uma demonstração de efusiva alegria e grande satisfação pela sua presença, confirmando, assim, o afeto filial, o carinho e o apreço pelo Arcebispo que, em sua missão de Pastor, está sempre em prontidão de serviço a apascentar as ovelhas que lhe foram confiadas pelo Senhor, confirmando-as na fé. A Igreja Matriz encontrava-se completamente ocupada pelos fiéis e devotos de São João Batista. Na saudação inicial, Dom Luís dirigiu palavras de agradecimentos a Frei Orlando pela sua disponibilidade em assistir aquela Comunidade em sua caminhada de fé e de grande vivência eclesial. Também agradeceu aos fiéis pelo apoio que têm dado ao Frei Orlando e, sobretudo, pela compreensão e espírito de colaboração e participação tão fortes em sua expressão de fé. Em sua homilia, Dom Luís, procurando manter o espírito do Jubilleu Extraordinário da Misericórdia, ressaltou que a misericórdia divina - a graça e a bondade de Deus - se manifesta na natividade de João Batista e se prolonga em sua missão de precursor do Messias, ou seja, o enviado de Deus “para preparar os caminhos do Senhor”, fazendo com que todas as pessoas, através de um processo constante de conversão, preparem o coração para acolher a Salvação de Deus que está para se manifestar plenamente no Filho, Jesus Cristo. Diga-se também, Dom Luís não podia deixar de dar um recado aos jovens crismandos e, consequentemente, estendendo sua exortação a todos os fiéis. Recordou-lhes que, pelo dom do Espírito Santo recebido através do Sacramento da Confirmação, o crismado é marcado com um sinal espiritual, conformando-se com maior intensidade a Cristo e tornando-se mais perfeitamente um membro da Igreja. Isto significa que, pela Crisma, considerado o sacramento da maturidade cristã, todos os crismados deverão ser testemunhas da paixão e ressurreição do Senhor, fazendo com que suas vidas difundam por toda parte o bom odor de Cristo. Por fim, exortou os jovens crismandos de Ribeirão do Largo a serem membros vivos da Igreja, dedicando-se, pela força e pela ação do Espírito Santo, ao serviço de todas as pessoas, a exemplo de Cristo, que veio ao mundo não para ser servido, mas para servir. Nesta dimensão do serviço, é importante que o jovem se comprometa de modo efetivo e afetivo com a sua Paróquia, enganjando-se com maturidade de fé nos diversos serviços e ministérios da Comunidade Eclesial e na ação pastoral e evangelizadora da Igreja, ressaltou o Arcebispo em suas palavras exortativas. O final da Celebração foi marcado por uma alegria incontida da assembleia, com uma manifestação de euforia estampada no rosto de todos. Muitos também foram ao encontro de Dom Luís para cumprimentá-lo e pedir-lhe bênçãos e orações. A presença do Arcebispo em Ribeirão do Largo foi um momento muito bonito, gratificante e bem especial para a Comunidade cristã ribeirense, que se sentiu animada, encorajada e comprometida em sua caminhada de fé na Igreja.

 

Dia 13 - ARCEBISPO CELEBRA O ENCERRAMENTO DA FESTA DE SANTO ANTÔNIO NA PARÓQUIA DOS FRADES CAPUCHINHOS

Na noite desta segunda-feira (13), Dom Luís esteve na Paróquia Nossa Senhora de Fátima e Santo Antônio de Lisboa, administrada pelos Frades Capuchinhos, para presidir a Missa Solene de encerramento da Festa de Santo Antônio. Uma grande multidão de fiéis e devotos de Santo Antônio se encontrava na Igreja. Muitos deles para agradecer as copiosas graças concedidas por Deus pela intercessão do glorioso Santo; muitos outros para os costumeiros pedidos e súplicas diante das necessidades e dificuldades enfrentadas na vida, sobretudo, nestes tempos de turbulenta crise. Todos, enfim, com uma grande demonstração de fé e piedade cristã, testemunhando muita confiança e esperança. A Santa Missa, presidida por Dom Luís, foi concelebrada pelos Frades da fraternidade local, contando com a presença do pároco Fr. Gilson, de Fr. Geraldo, Guardião, demais confrades e o Padre Vanderlei, religioso estigmatino. Em suas palavras iniciais, Dom Luís, com a saudação fraterna e franciscana de “Paz e Bem”, dirigiu-se aos frades capuchinhos, parabenizando-os pela Festa de Santo Antônio. Fez uma menção especial a Frei Bernardo, frade não ordenado, grande promotor e animador da devoção a Santo Antônio em Conquista. Também dirigiu uma saudação aos fiéis e devotos de Santo Antônio, colaboradores e benfeitores do “Seminário” e amigos dos Capuchinhos. Neste Ano Jubilar da Misericórdia, a festa do grande taumaturgo teve como núcleo inspirador o tema do amor misericordioso. Santo Antônio, pelos seus gestos de amor e cuidado com os pobres e mais necessitados, tornou-se conhecido como “o homem misericordioso”. Por isso, a Festa deste ano teve como tema norteador: “Santo Antônio, sinal do amor misericordioso e defensor da casa comum”. Em sua homilia, Dom Luís destacou alguns aspectos da vida de Santo Antônio no que tange ao tema da misericórdia. Referiu-se ao Taumaturgo como um grande defensor dos pobres, movido por um profundo sentimento de compaixão, acolhendo-os com bondade, brandura e mansidão. Por fim, Dom Luís, fazendo uma referência ao tema da Encíclica “Laudato Sì”, do Papa Francisco, destacou que a Igreja assume de fato sua missão misericordiosa de “cuidar de nossa casa comum”, quando se compromete radicalmente em combater o uso irresponsável dos bens que o Criador confiou ao ser humano. Diante da possibilidade de uma “catástrofe ecológica”, os fiéis e devotos de Santo Antônio, inspirados nas atitudes de São Francisco, devem assumir uma postura, que faça a diferença, de defensores da “casa comum”, administrando com responsabilidade, sabedoria e generosidade os que lhes foram confiados pelo Pai. Após a Santa Missa, uma multidão de fiéis, em manifestação de fé, piedade e confiança, acompanhou com grande devoção e em espírito de oração a Procissão Luminosa, conduzindo a imagem do glorioso Santo Antônio pelas imediações da Igreja.

 

Dias 10 a 12 - VISITA PASTORAL NA PARÓQUIA SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS EM CONQUISTA

 

MOMENTOS DA VISITA PASTORAL:

Encerramento da Visita Pastoral

Matriz e Comunidades visitadas

Encontro com a juventude

Reuniões e encontros

Solidariedade a famílias enlutadas

Visita a idosos e enfermos

Momentos de oração

Secretaria Paroquial

Visita ao Colégio

Chegada e abertura da Visita Pastoral


Nos dias 10 a 12, o Arcebispo Metropolitano realizou sua primeira Visita Pastoral à Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus. Esta Visita Pastoral constituiu-se como um momento privilegiado de um contato direto do Arcebispo com o povo de Deus, confiado aos seus cuidados de pastor, com a preciosa colaboração do Pároco. Ademais, a Visita Pastoral quer ser também um momento forte de evangelização e animação missionária e procura favorecer o reavivamento da fé e da comunhão eclesial, o compromisso missionário e a corresponsabilidade pastoral na Igreja particular. Em outras palavras, a Visita pretende ser um despertar para a necessidade de maior compromisso com a caminhada de uma Igreja em constante estado de missão, uma Igreja “em saída”, segundo a proposta da V Conferência do Episcopado Latino-americano e do Caribe, ou simplesmente Conferência de Aparecida. Na tarde da sexta-feira (10), Dom Luís, acompanhado de sua equipe missionária, chega à Paróquia, sendo acolhido pelo Pároco Pe. Black, que, em nome de todos os paroquianos, deu-lhe as boas-vindas. Acompanhavam o pároco vários membros, representando as diversas pastorais e movimentos presentes na Paróquia. Após um momento de oração na Capela do Santíssimo da Igreja Matriz, Dom Luís dirigiu uma saudação aos presentes, extensiva a toda a Paróquia, expondo também o objetivo e o verdadeiro sentido da Visita Pastoral. A dinâmica da Visita, muito bem preparada pelo Pe. Black e por suas equipes de trabalho, favoreceu um convívio fraterno entre o Arcebispo com o Pároco e demais pessoas envolvidas na organização da Visita. Um ponto alto da convivência nestes poucos dias era o momento de oração, fonte de onde emana toda a força para a missão. Grande foi a alegria dos fiéis ao acolherem o seu Pastor em suas comunidades, nos encontros com as pastorais e movimentos. Como é habitualmente realizado em cada visita, o Arcebispo reuniu-se com os Conselhos Paroquiais: CPP (Conselho Pastoral Paroquial) e CEP (Conselho Econômico Paroquial). Nestes encontros com os Conselhos, Dom Luís escutou seus membros e também dirigiu uma palavra de encorajamento a todos. Foi feita uma breve avaliação da caminhada à luz do Plano Pastoral Arquidiocesano, Diretrizes da Ação Evangelizadora e das Prioridades, bem como dos projetos pastorais da própria Paróquia. Um momento muito significativo foram as visitas aos enfermos da Comunidade, marcadas pela fé e esperança. Visivelmente em cada rosto estava estampada a alegria e se percebia o revigoramento das forças com a bênção do Arcebispo a cada enfermo ou idoso, demonstrando quão grande é a misericórdia do Pai. A Visita Pastoral foi encerrada no início da noite do domingo (12), com uma Solene Celebração Eucarística, na qual estavam presentes todas as comunidades, pastorais da Paróquia e movimentos. No final da celebração conclusiva, Dom Luís agradeceu o padre Black, o diácono Luciano, o seminarista Antônio e a coordenadora arquidiocesana da Catequese, Elielma. Referiu-se à Paróquia com elogios por sentir ser uma comunidade muito viva e participativa, cheia de vigor, o que dá muita esperança à Igreja. Agradeceu a todos os fiéis pelo acolhimento, atenção recebida, o carinho e o afeto fraterno encontrados em todos os lugares por onde passou. Era visível a alegria que contagiou o povo de Deus presente na Paróquia Santa Teresinha. Certamente todos puderam revigorar suas forças para o prosseguimento com entusiasmo, novo vigor e com ardor missionário a ação evangelizadora da Igreja. Dom Luís voltou para casa muito satisfeito e contente com tudo o que viu, ouviu e testemunhou. A Visita Pastoral foi, de fato, para a Paróquia Santa Teresinha um tempo de graça.

 

Dia 12 - FESTA DE SANTO ANTÔNIO NA COMUNIDADE JARDIM COPACABANA, PARÓQUIA SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS

Na manhã deste domingo (12), o Arcebispo presidiu a Celebração Eucarística em louvor a Santo Antônio de Pádua, padroeiro da Comunidade Jardim Copacabana, Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, em Vitória da Conquista. O dia festivo homenageando Santo Antônio foi precedido da celebração preparativa de um tríduo. A Solene Eucaristia presidida por Dom Luís, que se encontra em Visita Pastoral à Paróquia Santa Teresinha, teve a participação como concelebrante o Pároco Pe. Black, além da diaconia de Luciano, Diácono Permanente da Arquidiocese, membro da Comitiva Missionária que acompanha o Arcebispo na sua Visita Pastoral. Contou também com a presença do Seminarista Antônio, em tempo de estágio pastoral, preparando-se para a ordenação diaconal. A Liturgia da Palavra foi a própria do dia - 11º Domingo do Tempo Comum. Depois de uma breve mensagem sobre as leituras proclamadas, onde, com muita visibilidade, encontra-se a experiência de um Deus de bondade e de misericórdia, Dom Luís aprofundou alguns aspectos da dimensão da misericórdia, em alusão ao Jubileu Extraordinário que a Igreja está celebrando por convocação do Papa Francisco. Ele, enfim, destacou a importância deste Jubileu como um tempo novo na Igreja, um ano da graça que permite a contemplação do mistério da misericórdia e, consequentemente, provoca na vida do cristão uma tomada de consciência sobre a própria vocação, levando-o a ser sinal eficaz do agir do Pai, em atenção ao grande apelo do lema do Jubileu: “Misericordiosos como o Pai”.


Dia 7 - ARCEBISPO CELEBRA NA TREZENA DE SANTO ANTÔNIO NA PARÓQUIA CORAÇÃO EUCARÍSTICO EM CARUARU

Nesta terça-feira (7), Dom Luís celebrou em Caruaru, na Paróquia Coração Eucarístico, Convento dos Frades Capuchinhos, o sétimo dia da Trezena de Santo Antônio. No contexto celebrativo do Jubileu da Misericórdia, as meditações e reflexões do trezenário estão sendo norteadas pelo tema: “Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso” (Lc 6,36). Por outro lado, a Trezena está sendo o marco da abertura do Ano Jubilar da Paróquia que, em 2017, estará celebrando 60 anos de sua criação. Chegando ao Convento, embora sentindo-se em sua casa, pois ali, antigo internato Frei Damião, Dom Luís deu os primeiros passos para concretizar sua vocação de Frade Capuchinho, não foram dispensados os ritos de boas vindas e bem chegado. Dom Luís foi acolhido pelo Guardião Frei Hélio Júnior, pelo Pároco Frei Abelardo e pelos demais confrades, membros da Fraternidade conventual. Digna de nota com merecido registro foi a calorosa receptividade por parte dos 11 estudantes de Filosofia que também fazem parte daquela Fraternidade. A celebração eucarística, presidida por Dom Luís, foi concelebrada pelo Confrade Frei Sonival, atualmente exercendo seu ministério como Capelão Militar e que, em breve, partirá para o Haiti, como participante da missão dos militares brasileiros naquele sofrido país do Caribe. A Igreja tornou-se muito pequena para acolher os milhares de fiéis que acorreram ao Convento. Ficou, literalmente, superlotada, deixando muita gente na parte externa. Na homilia, Dom Luís, tomando como ponto de partida o tema geral da Trezena, referiu-se ao Jubileu da Misericórdia como uma grande motivação para se colocar em prática, no quotidiano da vida, as obras de misericórdia espirituais e corporais. O lema do Jubileu: “Misericordiosos como o Pai” sugere a todos que aprendam de Deus, que é bom para com todos, e estabeleçam novas relações e experiências quotidianas fundadas no sentimento de misericórdia. Meditando sobre aspectos significativos da vida de Santo Antônio, um dos santos mais populares, lembrou os 70 anos da proclamação de Santo Antônio como “Doutor da Igreja”, tendo-lhe sido atribuído o título de “Doutor Evangélico”, pelo Papa Pio XII, através da Bula “Exulta Lusitania Felix” de 16 de janeiro de 1946, na celebração dos santos protomártires da Ordem Franciscana. Ressaltou uma das grandes preciosidades, se não a maior, da vida de Santo Antônio: “um enamorado de Cristo e de seu Evangelho”, foi grande defensor dos pobres, com quem era cheio de compaixão, acolhendo-os com bondade, brandura e mansidão. Lembrou ainda a antiga tradição do “pão de Santo Antônio”, mantida até hoje em muitos conventos nas missas de cada terça-feira. O pão abençoado e distribuído entre os fiéis e com os pobres quer ser um símbolo da generosidade e gratuidade, e grito profético contra a lógica do acúmulo e em favor da defesa e promoção da vida digna. O pão de Santo Antônio, quando repartido com generosidade e amor, torna-se fonte de vida e de bênção para todos. Terminada a Santa Missa, muitos fiéis e devotos de Santo Antônio foram ao encontro de Dom Luís para os habituais cumprimentos. Dom Luís teve a oportunidade de rever muitos conhecidos e, sobretudo, de reencontrar-se com colegas dos seus primeiros tempos de estudo no Colégio Diocesano de Caruaru. Foi um momento muito gratificante.



Dia 4 - ABERTURA DO NOVENÁRIO DA FESTA DE SANTO ANTÔNIO, EM CAETANOS

Na noite deste sábado (4), Dom Luís esteve em Caetanos a convite do Pároco Pe. Noel para presidir a Santa Missa de abertura do novenário em preparação à Festa do excelso padroeiro Santo Antônio de Pádua. As celebrações litúrgicas estão acontecendo já na nova Igreja, que está sendo erguida com muito esforço do Pe. Noel, contando sempre com a grande generosidade dos caetanenses. A Festa de Santo Antônio, no espírito da celebração do Jubileu da Misericórdia, tem como tema central: “Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso” (Lc 6,36). Já o tema proposto para a meditação na abertura da Novena foi: “Em Jesus Cristo, encontramos uma porta aberta nos conduzindo à Misericórdia de Deus Pai”. Na homilia, Dom Luís destacou inicialmente a memória do Imaculado Coração de Maria celebrada na Igreja, sublinhando que o Coração de Maria é expressão inesgotável da misericórdia de Deus. Maria é a mulher que guarda no coração a Palavra de Deus, é morada do Espírito Santo, sede da sabedoria, imagem e modelo da Igreja que escuta e testemunha o Senhor. Refletindo sobre o tema específico desta primeira noite, após algumas referências sobre a imagem da “porta”, Dom Luís afirmou: “Abrir as portas é deixar Deus entrar e iluminar a nossa mente, abrir os nossos corações aos outros; olhar com os olhos de Deus, rico em misericórdia, o mundo em que vivemos, construímos e sonhamos”. Por fim, Dom Luís rogou que o Novenário e a Festa de Santo Antônio possam ajudar os fiéis e devotos do santo celebrado a uma atitude de conversão, uma vida nova, assumindo a vocação de batizados como um caminho de santidade, sendo “misericordiosos como o Pai”. Dentro da celebração, após as preces comunitárias e de acordo com o Cerimonial dos Bispos, Dom Luís abençoou a Capela do Santíssimo, construída ao lado do Presbitério. Feita a oração apropriada da bênção, o espaço sagrado foi incensado por Dom Luís. No final da Santa Missa, após a distribuição da sagrada comunhão aos fiéis, Dom Luís, ladeado pelos sacerdotes concelebrantes, e acompanhado dos ministros e coroinhas, conduziu as espécies que sobraram em uma píxide para a deposição no Tabernáculo (Sacrário). Neste momento, ele abençoou o novo Tabernáculo, depositando o Santíssimo Sacramento, incensando-o solenemente e fazendo um momento de oração em silêncio “versus Deum”. Retirou-se em seguida, voltando para o presbitério. Após a Santa Missa, o Arcebispo foi saudado por muitos fiéis em demonstração da grande alegria pela presença do Pastor em seu meio. Além do Pároco Pe. Noel e de Fr. Dimas, que concelebraram com Dom Luís, uma grande multidão de fiéis superlotou a nova Igreja. Esta primeira noite foi uma belíssima celebração, contando com a participação dos fiéis da cidade de Caetanos e de muitos que vieram das comunidades rurais, ainda que devendo enfrentar longas distâncias e vencer as dificuldades e asperezas dos caminhos. De fato, a presença de Dom Luís na Comunidade de Caetanos foi muito gratificante para todos e de grande motivação na caminhada de fé.


 
JUBILEU EXTRAORDINÁRIO DA MISERICÓRDIA Imprimir E-mail

 

 

NOTÍCIAS DE MAIO


Dia 31 - FESTA DA PADROEIRA NOSSA SENHORA DE LOURDES EM ENCRUZILHADA

No mês de maio, a Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, em Encruzilhada (BA), desta Arquidiocese, celebra a festa de sua excelsa Padroeira. Este ano, no contexto do Ano Santo da Misericórdia, a festa foi motivada pelo tema geral: “Casa Comum, Nossa Responsabilidade. Cuidar da Vida é nossa Missão”, inspirando-se, como marco referencial, no objetivo geral do Plano Arquidiocesano de Pastoral: “Evangelizar a partir de Jesus Cristo, na força do Espírito Santo, como Igreja discípula, missionária, profética e misericordiosa, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres para que todos tenham vida, rumo ao Reino definitivo”. Com este fio condutor, a Paróquia tomou a grande iniciativa de preparar-se para a festa de sua Padroeira, Nossa Senhora de Lourdes, convocando todos os fiéis paroquianos a uma caminhada missionária, realizada no último dia 15, em visita a todos os lares das comunidades rurais e urbanas, em atenção aos apelos do Papa Francisco: “Igreja em saída ao encontro dos afastados, dos pobres e excluídos, formando discípulos missionários para testemunhar o Evangelho a serviço do Reino de vida plena para todos”. Na terça-feira (31), festa litúrgica da Visitação de Nossa Senhora, que marca o encerramento do mês Mariano, o Arcebispo Metropolitano Dom Luís Pepeu presidiu a Missa Solene em louvor a Nossa Senhora de Lourdes, este dia festivo a ela dedicado pelos encruzilhadenses. Dentro da proposta do tema geral da festa e dos elementos motivadores, o Arcebispo destacou em sua homilia que a Igreja, próprio pela sua condição de ser Igreja, tem a missão misericordiosa de “cuidar de nossa casa comum”, não fazendo uso irresponsável dos bens que o Criador e Senhor colocou em suas mãos. Lembrou, então, que o projeto do Criador é maravilhoso, mas encontra-se ameaçado, fazendo referência a dois gritos que geram a preocupação pela ecologia: o grito dos pobres, os que mais sofrem e são ameaçados, e o grito da Terra que geme pela exploração e consequente destruição. Dom Luís também se referiu a um tema muito caro ao Papa Francisco: a “conversão ecológica”, que implica responsabilidade, encontro e diálogo, traduzido como uma efetiva mudança do modo de pensar, de ser e de agir de todas as pessoas no mundo de hoje, diante de tudo aquilo que o Criador colocou nas mãos de suas criaturas a fim de que administrassem com sabedoria. Referindo-se à Festa da Visitação de Nossa Senhora, lembrou que Maria foi motivada por uma atitude de caridade feita disponibilidade e discrição e que, com Isabel, acolhe em sua vida a ação de Deus. Dom Luís lembrou também que para acolher, é preciso sair de si próprio e este é, mais que um convite, o grande apelo para a Igreja de hoje: ser uma Igreja em “saída”, uma Igreja que, saindo de si mesma, vai ao encontro e acolhe os outros. A Missa foi concelebrada pelo Pároco Padre Vasco, contando com a presença de uma grande multidão de fiéis e devotos de Nossa Senhora de Lourdes, que, como peregrinos no meio das lutas e tribulações da vida, foram invocar a maternal proteção e consolação da Virgem Maria para todos. Após a Santa Missa, aconteceu a Procissão pelas ruas da Cidade com a imagem de Nossa Senhora de Lourdes.

 

Dia 29 - DOM LUÍS CELEBRA NO ENCERRAMENTO DA FESTA DE NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ


A Paróquia Nossa Senhora Rainha da Paz e São Vicente de Paulo, depois de um novenário muito intenso de preparação, celebrou neste domingo (29), a festa de Nossa Senhora da Paz, contando com a presença e participação de um grande número de fiéis. Dom Luís presidiu a Celebração Eucarística, que aconteceu após a procissão da Imagem de Nossa Senhora Rainha da Paz pelas imediações da Igreja Matriz. O pároco Padre Valmir concelebrou a Santa Missa com o Arcebispo. Foi uma celebração muito bonita, com uma liturgia bem preparada, contando com a participação dos diversos grupos de pastorais e movimentos da Paróquia e a presença animadora das Comunidades Rurais. Dom Luís saudou a todos os presentes, falando de sua grande alegria em encontrar-se ali com a Comunidade de Nossa Senhora Rainha da Paz neste tempo privilegiado da Paróquia para a festa de sua Padroeira. Este momento celebrativo, sublinhou o Arcebispo, reunidos em oração e em ação de graças ao Deus da vida, fonte de misericórdia, constitui um tempo muito propício para uma interiorização, onde todos são convidados a refletir sobre a própria caminhada comprometida com a construção do Reino de Deus através da vivência e do engajamento na vida da paróquia em comunhão com toda a Igreja. Lembrou Dom Luís que o tema norteador da festa da Padroeira está em sintonia com a proposta do Papa Francisco no contexto do Ano Santo da Misericórdia: “Missionários da Misericórdia”. Em sua homilia, o Arcebispo lembrou o exemplo de Maria, imagem e modelo da Igreja missionária, Igreja em saída. Maria, pela anunciação do Anjo Gabriel, recebeu o dom mais precioso de Deus: ser Mãe do Verbo Encarnado. O primeiro gesto do seu “Sim” ao Pai foi colocar-se a caminho para servir e levar Jesus. Maria, no Magnificat, exulta de alegria e proclama a grandeza de Deus, de sua bondade e misericórdia que atua e se revela na história do mundo, a todos, particularmente, aos últimos, os pobres e pequenos, os humildes, humilhados e oprimidos. No Magnificat, Maria experimenta, canta e revela o amor fiel e misericordioso de Deus que se estende de geração em geração. A exemplo de Maria, a Igreja deve ser “missionária da misericórdia”, ou seja, deve anunciar a alegria e o perdão misericordioso do Pai, levando Jesus aos corações da humanidade. Dom Luís, ao concluir sua homilia, exortou todos os fiéis e devotos de Nossa Senhora Rainha da Paz que aprendam com Maria a participar no amor compassivo e misericordioso de Jesus pela humanidade ferida. “Nunca nos cansemos de oferecer misericórdia”: estas foram as palavras finais do Arcebispo, pedindo também que Maria possa visitar a todos com o seu amor materno, levando-lhes esperança e consolação. No final da celebração, Dom Luís foi saudado carinhosamente por muitos fiéis, que lhe foram ao encontro e lhe dirigiram uma palavra amiga, um aperto de mão e um abraço, invocando-lhe também a sua bênção.

Dia 26 - SOLENIDADE DE “CORPUS CHRISTI” EM VITÓRIA DA CONQUISTA




Na tarde desta quinta-feira (26), Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, milhares de fiéis católicos, aproximadamente cinco mil pessoas, procedentes das 10 paróquias da Cidade de Conquista, que compõem o Vicariato São Lucas, lotaram os espaços do Ginásio de Esportes Raul Ferraz para a Solene Celebração Eucarística presidida pelo Arcebispo Dom Luís Pepeu e concelebrada pelos diversos padres do Vicariato. Participaram da Celebração Eucarística e exerceram sua diaconia os Diáconos Permanentes da Cidade de Conquista. Estavam presentes também as religiosas, os seminaristas, muitos coroinhas e os ministros extraordinários da Sagrada Comunhão. A liturgia da solenidade de “Corpus Christi” tem a centralidade em Jesus que a todos se dá como alimento na Eucaristia, memorial vivo do Sacrifício Redentor, exigindo a adesão à sua Pessoa a quem o quiser seguir como discípulo missionário. Dom Luís, na homilia, lembrou que a solenidade do Corpo e Sangue de Cristo faz eco à celebração da Quinta-feira Santa, recordando a última Ceia, ao mesmo tempo que coloca todos os cristãos em profunda sintonia com o mistério da Páscoa do Senhor. Sublinhou que neste Ano Santo da Misericórdia, o Sacramento da Eucaristia assume especial relevo como “ápice e fonte”da vida cristã, pois a Ceia Eucarística é uma forma especial de “ação de graças” pelo dom inefável de Jesus Cristo, que oferece a vida por amor a toda a humanidade, o amor misericordioso de Deus em Jesus Cristo. A solenidade deste dia leva cada cristão a experimentar, de forma mística e concreta, este mistério da entrega do Senhor Jesus. Dom Luís também destacou a importância de cada cristão, ao celebrar a Eucaristia, atualizar os gestos de amor oblativo em favor da vida de todas as pessoas, sendo alimento para a vida do mundo através do amor fraterno, da partilha solidária, sempre movido pela misericórdia e sentindo no fundo do coração uma intensa compaixão pelos que se encontram caídos, cansados e abatidos à margem do caminho. Dom Luís concluiu sua homilia convidando a todos os presentes a assumir, ao longo deste Ano da Misericórdia, o compromisso de partilhar o pão da vida diária. No final da celebração, após a distribuição da Sagrada Comunhão aos fiéis e proclamada a Oração depois da Comunhão, foi o momento de preparação para a Procissão do Santíssimo Sacramento. Dom Luís motivou a multidão para este momento significativo, destacando que a Procissão lembra a caminhada do povo de Deus, povo peregrino, em busca da Terra Prometida. Se, na travessia do deserto, esse povo foi alimentado com o maná descido do céu, hoje, o alimento é o próprio Corpo de Cristo. Solenemente, o Arcebispo tomou em suas mãos o Hostensório, dirigindo-se para os espaços externos do Ginásio de Esporte, dando início à Procissão com o Santíssimo Sacramento, que abençoava a Cidade de Conquista. A Procissão, acompanhada pela grande multidão, que, piedosamente, cantava e rezava, percorreu as principais ruas da Cidade em direção à Igreja Catedral Nossa Senhora das Vitórias. Já no início da noite, chegando à praça da Catedral, das escadarias da suntuosa Igreja Mãe, Dom Luís concluiu a celebração com a solene bênção do Santíssimo. A Celebração foi muito bonita, constituindo-se em uma grande demonstração pública da fé católica do povo conquistense.

 

Dia 22 - PASTORAL DA CRIANÇA CELEBRA 22 ANOS EM CÂNDIDO SALES


A Pastoral da Criança fundada no dia 1º de maio de 1994 na Paróquia de Cândido Sales, Arquidiocese de Vitória da Conquista, celebrou neste dia 22 o seu Vigésimo Segundo aniversário. A Irmã Conceição Cantão, Coordenadora Arquidiocesana da Pastoral, participou da celebração. Nestes dias ela visitou também a Pastoral da Criança em Lindo Horizonte, Paróquia de Anagé, implantada há 2 anos. A Pastoral da Criança é um organismo de ação social da CNBB, que alicerça sua atuação na organização da comunidade e na capacitação de líderes voluntários que ali vivem e assumem a tarefa de orientar e acompanhar as famílias vizinhas em ações básicas de saúde, educação, nutrição e cidadania tendo como objetivo o "desenvolvimento integral das crianças, promovendo, em função delas, também suas famílias e comunidades, sem distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político" (Estatuto Art 2º). Trabalha-se por um mundo sem mortes materno-infantis evitáveis e onde todas as crianças, mesmo as mais vulneráveis, viverão num ambiente favorável ao seu desenvolvimento" (Cf. Is 65,16). A missão da Pastoral da Criança é promover o desenvolvimento das crianças, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, desde o ventre materno até os seis anos, por meio de orientações básicas de saúde, nutrição, educação e cidadania, fundamentadas na mística cristã que une fé e vida, contribuindo para que suas famílias e comunidades realizem sua própria transformação.

 

 

Dia 22 - CRISMA NA PARÓQUIA DE GUADALUPE EM VITÓRIA DA CONQUISTA


Na noite deste domingo (22), Solenidade da Santíssima Trindade, Dom Luís Pepeu celebrou a Solene Eucaristia na Igreja Matriz da Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, Conquista, na qual conferiu o sacramento da crisma a mais de 100 jovens da Comunidade Paroquial. Ao chegar na Igreja, o Arcebispo foi calorosamente acolhido pelo pároco Pe. Bebeto, pelos catequistas, equipes de pastoral e outras pessoas da Comunidade. Na ocasião, Dom Luís saudou a todos da comunidade e aproveitou para agradecer o gesto de carinho com que recebido. Na homilia, destacou a importância da Solenidade da Santíssima Trindade, que pretende ser para a comunidade momento privilegiado e oportuno para contemplar o Deus que é amor e, constantemente, convida o ser humano a participar da comunhão deste mistério de amor. Passando pela primeira leitura, enfatizou que o texto propõe ao ser humano a contemplação do Deus criador e reflete sobre a origem da sabedoria e a sua função no plano de Deus. Esta sabedoria tem origem em Deus, com quem está em íntima relação, e se destina aos homens e mulheres, pondo-os em relação e em contato com Deus. Na segunda leitura, o ouvinte é convidado a contemplar Deus que, por seu amor e pela sua misericórdia, justifica o ser humano, de modo totalmente gratuito e incondicional, por mediação do Filho. E pelo Espírito Santo, o amor de Deus é derramado abundantemente no coração humano. O Evangelho é, igualmente, um convite para contemplar o amor do Pai, que se manifesta na doação e na entrega do Filho e que continua presente na caminhada da Igreja e da história através do Espírito. Dom Luís sublinhou que, na Solenidade da Santíssima Trindade, a Comunidade Cristã é convidada a contemplar o amor de um Deus que nunca desistiu do ser humano e que sempre buscou meios de vir ao seu encontro. No contexto da celebração do Ano da Misericórdia, Dom Luís, fazendo suas as palavras do Papa Francisco, ressaltou que “o nome de Deus é misericórdia” e “misericórdia é a palavra que revela o mistério da Santíssima Trindade”. Concluindo suas reflexões, Dom Luís dirigiu-se aos mais de 100 jovens crismandos, lembrando-lhes que a Crisma, ou o Sacramento da Confirmação, deve significar na vida do jovem a maturidade de sua vivência cristã de fé, uma fé vivenciada na própria comunidade. Daí, emerge o compromisso do crismado no engajamento da ação evangelizadora da Igreja. Aquele que é confirmado na fé pelo Sacramento da Crisma deve ser responsável e comprometer-se com uma Igreja Discípula e Missionária, uma Igreja Misericordiosa e Profética. No final da Celebração Eucarística, toda a Comunidade Paroquial manifestou grande alegria pelos jovens crismados e também pela oportunidade da presença de seu Pastor em seu meio. Uma grande multidão que se comprimia, participou com muito entusiasmo e piedade da Santa Missa. Foi um momento de graças e bênçãos de Deus na vida daquela Comunidade Paroquial.

 

Dia 21 - DOM LUÍS PEPEU CELEBRA ENCERRAMENTO DO NOVENÁRIO DE SANTA RITA EM ITABUNA


Neste sábado (21), às 19h30min, na Paróquia Santa Rita de Cássia, Frades Capuchinhos, Diocese de Itabuna (BA), Dom Luís, a convite do Pároco Fr. Genilton, presidiu a Solene Celebração Eucarística na última noite do Novenário em preparação para a Festa da padroeira Santa Rita. Partindo do contexto da celebração do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, a reflexão de Dom Luís foi norteada pela temática: “Santa Rita, Modelo de Misericórdia”. Esta meditação, nas palavras de Dom Luís, sem grandes pretensões, quer ser uma motivação aos fiéis e devotos de Santa Rita na busca constante de vivenciar o presente Jubileu através da observância e da prática das obras espirituais e corporais de misericórdia. Dom Luís, citando uma passagem do Evangelho onde Jesus afirma: “Todas as vezes que o fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, foi a mim que o fizestes”, destacou que as obras de misericórdia são exigências da caridade e do amor misericordioso, e que cada um será julgado pelas obras de misericórdia praticadas, ou deixadas de praticar. Referindo-se à vida de Santa Rita de Cássia, mencionou algumas de suas grandes virtudes: uma vida de piedade, demonstrando desde pequena uma grande devoção a Nossa Senhora e a Jesus Crucificado;  uma vida pautada pela total obediência, mesmo quando esta se opunha ao chamado religioso que sentia em sua alma desde cedo; uma vida marcada pela extrema paciência, em espírito de oração e de grandes sacrifícios, diante das asperezas e dissabores que a vida conjugal lhe proporcionava; uma vida atenta ao Evangelho. Dom Luís lembrou muito bem que em Santa Rita, pode-se encontrar o exemplo para as mães que querem construir o seu lar à luz da Palavra, aquecido com o fogo abrasador do Espírito Santo. Santa Rita, continua Dom Luís, encontrando-se sozinha no mundo, experimenta a noite escura tão peculiar aos santos. No entanto, tomada pela determinação e pelo espírito de obediência, foi capaz de reerguer-se do leito do desânimo e por-se a caminho, entregando-se totalmente a Deus e dedicando-se com mais intensidade e liberdade de espírito aos enfermos e aos pobres e necessitados. Como a parábola do Bom Samaritano, Santa Rita foi ao encontro dos pobres e enfermos, cuida dos feridos, dos caídos e enfraquecidos. Acolhida na Ordem Agostiniana, torna-se um modelo de humildade, na prática da caridade e na alegria de estar fazendo a vontade de Deus. No auge da contemplação, tendo amado até as últimas consequências o Divino Esposo, dele recebe o dom mais precioso, sinal do espinho em sua fronte como prova de sua participação na Paixão de Cristo. A Celebração Eucarística foi concelebrada pelo Pároco Fr. Genilton e contou com a presença dos demais membros da Fraternidade local. Uma grande multidão de fiéis participou desta última noite do novenário. Dom Luís Pepeu foi muito bem acolhido, tanto pelos frades, como também pelo povo em geral. Ele voltou para sua Sede Episcopal muito contente pela receptividade dos itabunenses.

 

Dias 20 a 22 - PRIMEIRO ENCONTRO DA JUVENTUDE MISSIONÁRIA ESTADUAL EM VITÓRIA DA CONQUISTA

Neste final de semana, em Vitória da Conquista, mais de 100 jovens de 11 Dioceses da Bahia participaram do 1º Encontro Estadual da Juventude Missionária. No sábado, pela manhã, o grupo foi saudado pelo Arcebispo Dom Luís Pepeu. A Juventude Missionária animada pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM) é um setor da Pontifícia Obra da Propagação da Fé, Obra fundada por uma leiga, Paulina Maria Jaricot (1799-1822), em 3 de maio de 1822, em Lyon (França). No Brasil existem outros grupos de Juventude Missionária que não estão vinculados às POM, que são acompanhados por movimentos, congregações religiosas, etc., possuindo, portanto, outra orientação e metodologia. Do encontro em Vitória da Conquista participaram representantes das Dioceses de Alagoinhas, Barreiras, Bom Jesus da Lapa, Caetité, Camaçari, Eunápolis, Ilhéus, Jequié, Paulo Afonso, Serrinha e Arquidiocese de Vitória da Conquista. Também participaram algumas religiosas, o Secretário Nacional da Pontifícia Obra da Propagação da Fé - Guilherme Cavalli, o Coordenador Estadual, Daniel Bittencourt e alguns padres, a exemplo do Coordenador do Comire-NE3 - Padre Antônio Niemec (Salvador); do Referencial da JM Estadual - Padre Irineu Meira (Vitória da Conquista); Padre Hélio (Caetité); Padre Alexandre e Padre  Martins (Serrinha).

Dias 17 a 19 - ATUALIZAÇÃO DO CLERO DE VITÓRIA DA CONQUISTA

Nos dias 17 a 19, no Convento dos Frades Capuchinhos, em Vitória da Conquista - BA, aconteceu a Atualização do Clero 2016 da Arquidiocese de Conquista, tendo por tema: “Instrução Geral do Missal Romano”. Participaram deste encontro de formação permanente os sacerdotes e diáconos permanentes. O Arcebispo, Dom Luís Pepeu, conduziu os trabalhos. O objetivo foi fazer um amplo estudo na área da Liturgia, tendo como instrumento de trabalho o texto oficial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB, em sua 3ª. edição típica: Instrução Geral do Missal Romano e Introdução ao Lecionário. A formação privilegiou o aspecto da celebração da Eucaristia em seus mínimos detalhes.

Dia 14 - APRESENTAÇÃO DO BISPO COADJUTOR DA DIOCESE DE JUAZEIRO - BAHIA


Aconteceu na noite deste sábado (14), na Diocese de Juazeiro (BA), véspera da Solenidade de Pentecostes, a Cerimônia de Apresentação do seu Bispo Coadjutor Dom Carlos Alberto Breis, OFM. A celebração da Santa Missa começou às 19h30min. Os celebrantes, bispos e padres, reuniram-se na nova Residência Episcopal, inaugurada na tarde do sábado por Dom Beto, onde se paramentaram, saindo em procissão em direção à Catedral-Santuário Nossa Senhora das Grotas. A celebração foi presidida pelo Arcebispo de Feira de Santana Dom Zanoni Demettino e concelebrada por Dom Geraldo, Bispo Diocesano de Juazeiro, e por outros bispos do Regional NE-3 da CNBB, entre os quais, Dom Luís Pepeu, Arcebispo de Vitória da Conquista. Concelebraram com os bispos muitos padres, tanto membros do Clero local, como também padres vindos de outras regiões e confrades franciscanos de Dom Beto. A celebração aconteceu na praça da Catedral, contando com representantes dos diversos grupos pastorais e movimentos da Diocese e uma grande multidão de fiéis católicos, que ocuparam todos os espaços da praça à frente da Igreja Catedral-Santuário. Dom Luís Pepeu, em um belo gesto fraterno e em sinal de comunhão episcopal, participou da Celebração de Apresentação. Voltou da cerimônia radiante de alegria e cheio de entusiasmo pelo irmão e novo membro do Episcopado do Regional NE-3. Em seus comentários, não deixou de tecer elogios pela bela e grandiosa receptividade do povo católico ao seu Bispo Coadjutor.

Dia 13 - FESTA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA EM CONQUISTA


O Arcebispo Metropolitano Dom Luís Pepeu presidiu a Solene Celebração Eucarística de Encerramento da Festa de Nossa Senhora de Fátima, Excelsa Padroeira da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e Santo Antônio de Lisboa, Frades Capuchinhos, em Vitória da Conquista. A festa deste ano, em comunhão com a Igreja de todo o mundo, no contexto da celebração do jubileu extraordinário do Ano Santo da Misericórdia, foi preparada por um animado trezenário, tendo por tema central: “Com Maria, sigamos Jesus, o Rosto da Misericórdia do Pai”. Em suas palavras, o Arcebispo salientou que este tema norteador de toda a trezena e do dia festivo quer ser uma constante motivação aos devotos da Virgem de Fátima e de todos os fiéis católicos para a vivência mais concreta do Jubileu da Misericórdia, através da observância das obras de misericórdia no espírito das bem-aventuranças no quotidiano da vida. Em suas palavras iniciais, Dom Luís dirigiu uma saudação fraterna a Frei Gilson, Pároco de Nossa Senhora de Fátima, a Frei Liomar, Provincial dos Frades Capuchinhos da Província Bahia e Sergipe, a Frei Geraldo, Guardião da Fraternidade Nossa Senhora de Fátima, e aos demais concelebrantes e também aos religiosos e religiosas presentes, formandos, seminaristas, vocacionados, coroinhas e ministros, à Comissão de Festa e às Comunidades rurais e urbanas da Paróquia. Na sua homilia, Dom Luís destacou a importância da festa da Padroeira como um tempo propício de interiorização e muito oportuno para uma avaliação e renovação do compromisso da Comunidade em vivenciar a sua vocação de Igreja Discípula, Missionária, Misericordiosa e Profética. Destacou o grande acontecimento das aparições da Virgem Maria em Fátima como sinal de paz e uma luz de esperança para um mundo que vivia uma situação trágica, ameaçado pela fatalidade do mal, por guerras, pelo ódio e divisões, pela falta de fé, pela apatia e pelo indiferentismo religioso, um mundo ameaçado pelo egoísmo e autossuficiência. Afirmou também que Fátima se apresenta como uma palavra profética e uma intervenção divina na história da humanidade mediante o rosto materno de Maria, Mãe de ternura e de misericórdia. No final de sua homilia, exortou os fiéis e devotos a viverem, segundo o exemplo da Virgem Maria, o amor compassivo e misericordioso de Jesus, sempre solidários ao sofrimento do outro, realizando as obras de misericórdia e promovendo a justiça e a paz nas comunidades, na sociedade e no mundo inteiro. A celebração eucarística aconteceu no grande pátio à frente da Igreja com a presença de uma grande multidão de fiéis. Por falta de espaço, muitas pessoas participaram da missa do lado de fora, na circunvizinhança do pátio. Após a Santa Missa, o povo saiu em procissão, conduzindo o andor de Nossa Senhora de Fátima. Foi uma brilhante festa.

Dia 8 - SOLENIDADE DA ASCENÇÃO DO SENHOR


Na noite deste domingo (8), Solenidade da Ascenção do Senhor, Dom Luís celebrou a Santa Missa na Igreja Catedral Nossa Senhora das Vitórias. A Igreja estava repleta: uma grande multidão estava presente na celebração. Na saudação inicial, Dom Luís dirigiu uma palavra às mães pela comemoração do seu dia, 2º. domingo de maio. Na homilia, enfatizou o sentido da solenidade da Ascenção do Senhor, lembrando que, no final de um caminho realizado no amor e na doação, está a vida em comunhão com Deus, a vida definitiva. A celebração recorda aos cristãos que, tendo Jesus sido elevado para junto do Pai, encarrega a comunidade dos seguidores de continuar realizando o projeto libertador de Deus no mundo de hoje, como novos discípulos missionários. A força para este testemunho será dada pelo Espírito que vai ser enviado pelo Pai e pelo Filho e derramado sobre a comunidade fiel. A Ascenção de Jesus sugere que a comunidade deve assumir com responsabilidade a missão de construir o mundo onde habita a justiça e a paz, o novo céu e a nova terra. Concluindo sua homilia, dirigiu uma prece de ação de graças ao Senhor por todas as mães, neste seu dia, invocando a intercessão e a proteção de Maria, intitulada na Arquidiocese Nossa Senhora das Vitórias, sobre todas as mães. No final da celebração, as mães foram homenageadas calorosamente. Dom Luís, ao saudar cada mãe que vinha a seu encontro e as demais pessoas, recebeu também carinhosos cumprimentos de felicitações pela sua mãe.

Dia 8 - ARCEBISPO CELEBRA E ADMINISTRA CRISMA NA PARÓQUIA DIVINO ESPÍRITO SANTO, EM POÇÕES


Na manhã deste Domingo (8), Solenidade da Ascenção do Senhor, dentro da programação do novenário em preparação para a Festa do Padroeiro, a Paróquia do Divino Espírito Santo, em Poções, acolheu o Arcebispo, que presidiu a Santa Missa, na qual administrou o Sacramento da Crisma. Eram em torno de 100 jovens, devidamente preparados, provenientes das diversas Comunidades Rurais da Paróquia. A Missa foi celebrada na Igreja Matriz do Divino Espírito Santo e contou com a presença do seu Pároco, o Mons. Carvalho, que concelebrou com o Arcebispo. A festa do Divino Espírito Santo deste ano, celebrada no contexto do Ano Santo da Misericórdia, está sendo norteada pelo tema central: “A Sabedoria que vem do Alto é cheia de misericórdia”. Este tema quer ser um convite a todos, especialmente aos jovens crismandos, a tornarem-se misericordiosos como o Pai. Dom Luís lembrou que a misericórdia é um dos temas mais fortes da doutrina cristã, visto que a salvação de um pecador é um ato da infinita misericórdia de Deus em favor da humanidade. Citando São Tiago, o Arcebispo destacou que a sabedoria que vem do alto é cheia de misericórdia. Além do mais, segundo Jesus Cristo, a virtude da misericórdia deve estar presente em seus seguidores, pois são os misericordiosos que alcançarão a misericórdia divina. Trata-se de um convite aos cristãos de todos os tempos a viverem de acordo com a “sabedoria de Deus”, pois somente ela pode conduzir o ser humano ao encontro da vida plena. Após uma breve explicitação sobre os textos das leituras da liturgia do dia, Solenidade da Ascensão do Senhor, Dom Luís dirigiu uma mensagem aos jovens crismandos, recordando-lhes que, pelo dom do Espírito Santo que eles receberão através do Sacramento da Confirmação, serão marcados com um sinal espiritual e se tornarão mais conformes com Cristo e mais perfeitamente membros da Igre4ja. Sendo marcados na fronte com o sinal da Cruz de Cristo, deverão ser testemunhas da sua paixão e ressurreição, fazendo com que suas vidas difundam por toda parte o bom odor de Cristo. Por fim, exortou os jovens a serem membros vivos da Igreja, dedicando-se, pela força e pela ação do Espírito Santo, ao serviço de todas as pessoas, a exemplo de Cristo, que veio ao mundo não para ser servido, mas para servir. Neste sentido, ressaltou o Arcebispo, é importante que o jovem assuma o compromisso de engajar-se nos diversos serviços e ministérios da Comunidade Eclesial e na ação pastoral e evangelizadora da Igreja. O Sacramento da Crisma é considerado o sacramento da maturidade cristã, pois implica um seguimento radical e comprometido com a missão de Jesus Cristo na doação total à causa do Reino de Deus. No final da celebração, a Assembleia cumprimentou os jovens crismados, que demonstravam grande euforia. Muitos dos presentes também aproveitaram este momento oportuno para uma saudação ao seu Pastor.

Dia 4 - REUNIÃO DO CONSELHO PRESBITERAL


Sob a presidência do Arcebispo Metropolitano Dom Luís Pepeu, esteve reunido neste dia 4 de maio, nos espaços da Igreja Paroquial de Nossa Senhora das Candeias, o Conselho Presbiteral da Arquidiocese para tratar de assuntos inerentes à vida e à caminhada eclesial da própria Arquidiocese. O Plano Pastoral Arquidiocesano é sempre retomado nessas reuniões como referência para a ação evangelizadora na Arquidiocese. A reunião teve início com um momento de oração com a invocação ao Espírito Santo, seguido de um momento de reflexão e meditação sobre o Ano da Misericórdia. Após a leitura da Ata anterior prosseguiu-se com os trabalhos. Dentre outros assuntos da pauta tratou-se da peregrinação com a imagem de Nossa Senhora Aparecida, por ocasião dos 300 anos da aparição da imagem; incentivo ao apostolado da OVS; pedidos de ordenação diaconal; Ano da Misericórdia; e orientações da Província Eclesiástica ao Povo de Deus para as eleições 2016. Na parte da tarde, terminada a reunião do Conselho Presbiteral, o Arcebispo reuniu-se com os Vigários Regionais.



Dia 1º. - FESTA DE SÃO JOSÉ OPERÁRIO, PADROEIRO DA COMUNIDADE DE CAMPINHOS EM VITÓRIA DA CONQUISTA


Neste domingo, 1º. de Maio, Dom Luís celebrou a Solene Eucaristia da Festa em louvor e honra a São José Operário, excelso padroeiro da Comunidade de Campinhos, Paróquia de Santa Terezinha, em Vitória da Conquista. Dentro do contexto do Ano Santo da Misericórdia, a celebração do dia festivo em louvor a São José foi norteada pelo tema: “São José, operário justo revestido da Misericórdia do Pai”.  O Arcebispo, em sua homilia, lembrou que a festa de São José Operário foi instituída no ano de 1955, pelo Papa Pio XII, fazendo-a coincidir com a “festa do trabalho”, conferindo, assim, a esta, uma dimensão cristã. Desta forma, acentuou o Arcrebispo, o Papa Pio XII, através da festa litúrgica, quis oferecer aos trabalhadores cristãos um modelo e um protetor. O humilde carpinteiro de Nazaré é exemplo para a meditação da nobreza do trabalho e muito pode ensinar aos outros trabalhadores a dignidade do trabalho, esta grande virtude que transforma a natureza e realiza o homem que, com seu próprio trabalho, tira o sustento necessário da família. Dom Luís também recordou que, em São José, Padroeiro da Igreja Católica, os trabalhadores de fé podem depositar a certeza de contar com a constante proteção. A missa foi concelebrada pelo Pároco Pe. Black e contou com a presença e participação de uma grande multidão da Comunidade de Campinhos e de comunidades circunvizinhas. Muitos fiéis e devotos de São José foram agradecer os inúmeros benefícios recebidos e pedir sua proteção para todos os trabalhadores, nestes tempos tão difíceis, marcados por tantas crises e pelo desemprego. Terminada a Missa, muitas pessoas foram ao encontro do Arcebispo para saudá-lo em demonstração de grande alegria pela presença do Pastor em seu meio e como um gesto de carinho e de acolhida.

 
ANO SANTO DA MISERICÓRDIA Imprimir E-mail

 

NOTÍCIAS DE ABRIL - 2016

Dia 30 - REUNIÃO DO CONSELHO PASTORAL ARQUIDIOCESANO

Na manhã deste sábado (30), no salão Dom Climério da Igreja Catedral em Vitória da Conquista, Dom Luís Pepeu presidiu a reunião do Conselho Pastoral Arquidiocesano (CPA). Este Conselho Pastoral, de natureza consultiva, reúne-se duas vezes por ano e, em comunhão com o Arcebispo, tem a competência de planejar e avaliar as atividades pastorais em nível arquidiocesano e propor pistas que julgue conveniente ao bom desenvolvimento da ação evangelizadora da Arquidiocese. Além do Arcebispo, participam como membros efetivos deste Conselho o Vigário Geral, o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral e os Vigários Regionais. Os demais membros integrantes deste Conselho Pastoral são eleitos como representantes dos Movimentos e dos diversos seguimentos da Pastoral Arquidiocesana, além de contar com a indicação de dois representantes por Vicariato. No horário proposto (8h30min), o Coordenador de Pastoral, Diácono Luciano, convidou a Assembleia para a oração de abertura da reunião. Esta oração, dirigida pelo Coordenador de Pastoral, teve como fonte de inspiração o tema do Ano Santo da Misericórdia. Após a oração, o Arcebispo fez a abertura da reunião, com a saudação e acolhida de boas-vindas aos participantes, lembrando, em seguida, a fundamental importância do encontro para a pastoral e a ação evangelizadora da Igreja Local em comunhão com toda a Igreja. O encontro do CPA, afirmou o Arcebispo, é um momento privilegiado e muito importante de animação da caminhada da Igreja Local, pois visa promover o diálogo e a participação de todos os fiéis representados pelos membros indicados pela Assembleia Arquidiocesana. Após a saudação do Arcebispo, o Coordenador de Pastoral deu prosseguimento aos trabalhos da pauta proposta, fazendo uma memória do Plano de Pastoral 2016, aprovado pela última Assembleia Arquidiocesana, com uma breve apresentação das propostas para este ano, levando em consideração o compromisso, o objetivo geral e as urgências, segundo a metodologia utilizada para a operacionalização das propostas. Após a apresentação do Diácono Luciano, o Pe. Irineu, referencial da Ação e Animação Missionária, fez uma suscinta apresentação do tema “Igreja em Estado Permanente de Missão”. Pe. Irineu falou aos presentes que a Igreja é essencialmente missionária. Por esta vocação, a Igreja está diante da urgência de pensar estruturas pastorais que favoreçam a realização desta consciência missionária, que deve impregnar todas as estruturas eclesiais e todos os planos pastorais. Fechar-se à dimensão missionária implica fechar-se ao Espírito Santo atuante, impulsionador e defensor. A vocação missionária da Igreja interpela o discípulo a sair ao encontro das pessoas, das famílias, das comunidades, dos povos, ser uma “Igreja em saída” ao encontro daqueles que estão perdidos nas periferias geográficas e existenciais. A esta altura, o Arcebispo, reforçando as palavras de Pe. Irineu, fez uma eloquente intervenção, lembrando que Jesus Cristo, o grande missionário do Pai, envia seus discípulos em constante atitude de missão. Esta atitude missionária não se trata de “um algo mais” a ser acrescentado a outros serviços ou atividades, mas de dar a tudo que se faz um sentido missionário. Lembrou ainda que todos os cristãos, pelo batismo, estão comprometidos com a ação evangelizadora da Igreja e, por isso mesmo, devem estar em estado permanente de missão, anunciando Jesus Cristo não necessariamente por palavras, mas, sobretudo, pelo próprio testemunho, por uma atitude de constante conversão. No momento seguinte, Dom Luís fez uma breve síntese da 54ª. Assembleia Geral da CNBB, lembrando o tema central: “Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade - Sal da terra e luz do mundo”. Dom Luís destacou que a Assembleia, em seus trabalhos de estudo e de reflexão, procurou pontualizar a grande importância do leigo, sobre o seu papel preponderante na Igreja e na sociedade, e a grande contribuição para a ação evangelizadora e missionária da Igreja, através de um maior engajamento em pastorais e nos movimentos. Dando prosseguimento à sua apresentação, o Arcebispo também fez referência às orientações pastorais da Arquidiocese. Neste sentido, ressaltou que o Plano Arquidiocesano de Pastoral deve ser concebido como um “livro de cabeceira”, do qual não se deve separar nunca, estando, assim, sempre à mão para as necessárias consultas. O Plano de Pastoral, qual bússola que indica o caminho a seguir, vai dar orientações básicas sobre o trabalho pastoral e a ação missionária. Dom Luís lembrou que estas orientações são proposições da base, das comunidades, trabalhadas nos Conselhos de Comunidade e Paroquiais, e assumidas para o quadriênio pela Assembleia Arquidiocesana de Pastoral. Após as colocações de Dom Luís, e feitos alguns informes, o Arcebispo deu por encerrada a reunião, convocando os presentes a rezarem a Oração do Ano Jubilar, concluindo com sua Bênção.

 

Dia 20 - ARCEBISPO CELEBRA E ADMINISTRA CRISMA NA COMUNIDADE NOSSA SENHORA APARECIDA EM VILA DO CAFÉ

Nesta quarta-feira (20), Dom Luís Pepeu, acompanhado de Frei Orlando, OFMCap. foi à Paróquia São João Batista, em Ribeirão do Largo, para presidir uma Celebração Eucarística por ocasião da Crisma para um grupo de 30 crismandos. A celebração aconteceu na Comunidade Nossa Senhora Aparecida em Vila do Café. Era noite. A capela da Comunidade estava em festa. Jovens, crianças, adultos, pessoas de todas as idades se reuniram em grande demonstração de fé. O recinto da celebração tornou-se muito pequeno para acolher a multidão de fiéis, muitos dos quais ocuparam os espaços externos circunvizinhos à capela. O Arcebispo foi recebido com uma grande demonstração de alegria e de carinho. A liturgia foi preparada pela própria comunidade da Vila do Café, seguindo a proposta da Missa da Confirmação. No início da celebração, Dom Luís dirigiu uma saudação a todos, externando seus sentimentos de alegria e de júbilo por estar ali para celebrar a Eucaristia com a comunidade. Dirigiu uma saudação aos líderes da comunidade, aos catequistas e às famílias dos crismandos. Saudou, enfim, os jovens crismandos, lembrando-lhes que, pelo sacramento da Crisma, com a imposição das mãos do Bispo e a unção real com o óleo do Crisma, eles serão confirmados com o selo do Espírito Santo. Na homilia, Dom Luís destacou a importância da presença do Espírito Santo na vida da Igreja como sinal da presença do amor de Deus. Referindo-se ao Sacramento da Crisma, destacou que por meio deste, o jovem, revestido da força vivificadora do Espírito, é consagrado para uma missão: a missão de Jesus Cristo, que não veio para ser servido, mas para servir e dá sua vida por todos. Com estas motivações, Dom Luís lembra aos crismandos a importância de eles, como pedras vivas, se engajarem na comunidade eclesial e se comprometerem com a missão evangelizadora e missionária da Igreja, assumindo com maturidade os diversos serviços em favor dos irmãos, em vista da construção do Reino de Deus. Terminada a Celebração Eucarística, todos, em clima festivo, trocaram os cumprimentos com os abraços e as saudações habituais. Foi uma explosão de alegria muito contagiante.

 

Dia 19 - REUNIÃO DO COLÉGIO DOS CONSULTORES

Sob a presidência do Arcebispo Metropolitano Dom Luís Pepeu, esteve reunido na manhã de hoje (19), na residência episcopal, o Colégio dos Consultores da Arquidiocese de Vitória da Conquista. Após a invocação ao Divino Espírito Santo foi feita uma leitura e meditação sobre o Ano da Misericórdia. Dentre os diversos assuntos da pauta, tratou-se do futuro Centro Pastoral Arquidiocesano, a situação de alguns imóveis, além da avaliação de alguns pedidos para reformas e conservação em algumas paróquias. A reunião foi encerrada com uma oração e invocação da proteção de Nossa Senhora das Vitórias.

 

Dia 18 - FACULDADE DOM PEDRO II EM VITÓRIA DA CONQUISTA


Representantes da Faculdade Dom Pedro II, de Salvador, têm visitado Vitória da Conquista, no intuito de implantar novos cursos superiores no Sudoeste baiano. Neste dia 18, a professora Terezinha Mendonça, diretora acadêmica, encontrou-se com o arcebispo Dom Luís Pepeu, com quem tratou do assunto. Também participaram da reunião o Mons. Uilton Pereira e o Pe. Alessandro Cardoso.


Dia 17 - DOM LUÍS CELEBRA E ADMINISTRA CRISMA NA PARÓQUIA DE APARECIDA EM VITÓRIA DA CONQUISTA

Na tarde deste domingo (17), 4º. Domingo do Tempo da Páscoa, também conhecido como o “Domingo do Bom Pastor”, Dom Luís celebrou a Santa Eucaristia na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Conquista, confiada aos Padres Vocacionistas. Na ocasião, o Arcebispo também crismou um grupo de aproximadamente 60 jovens da Paróquia. Na celebração, Dom Luís destacou que este domingo, o Domingo do Bom Pastor, é o dia mundial de oração pelas vocações e, por meio da Eucaristia, todos são chamados a celebrar em comunhão com o bispo de Roma, o Papa Francisco, e com todos os vocacionados. Lembrando o convite do Papa Francisco para que todos rezassem neste dia pelas vocações, ressaltou que a vocação cristã, bem como as vocações particulares, são dons da misericórdia divina e que a Igreja é a casa da misericórdia e terra onde a vocação germina, cresce e dá fruto. Na sua homilia, Dom Luís ressaltou que o 4º. Domingo da Páscoa ficou conhecido como o “Domingo do Bom Pastor” em razão de a Liturgia da Palavra propor em todos os anos um trecho do capítulo 10 do Evangelho de São João, onde Jesus é apresentado como Bom Pastor porque, diferentemente dos líderes de seu tempo, ele dá sua vida em favor da humanidade. Este é o sentido mais profundo da missão e da obra de Jesus: a vida plena das pessoas. Refletindo sobre a 1ª. leitura da liturgia deste domingo, Dom Luís ressaltou que a proposta de Jesus Cristo, o Bom Pastor, é aberta a todos, é uma proposta universal. No entanto, a leitura mostra duas atitudes opostas. A primeira atitude refere-se às ovelhas cheias de autossuficiência, instaladas em suas verdades, fechadas em seu mundo. A segunda atitude, ao contrário, refere-se às ovelhas sempre atentas à voz do Pastor, as ovelhas que se deixam desafiar pela proposta de Jesus, acolhendo-o com simplicidade, alegria e entusiasmo, seguindo o caminho que conduz à vida nova. Continuando sua reflexão, Dom Luís enfatizou que a 2ª. leitura aponta para a meta final do rebanho que segue o Bom Pastor: ser acolhido pelo Cordeiro imolado e ser conduzido às fontes da água da vida. Aos jovens crismandos, neste dia tão especial em que toda a Igreja é convidada a rezar pelas vocações, Dom Luís falou do compromisso que estes jovens devem assumir como Igreja viva, participando ativamente da comunidade e engajando-se com generosidade nos diversos serviços em favor dos irmãos, em vista da construção do Reino de Deus. Na conclusão das preces da assembleia, Dom Luís convidou todos os presentes a rezarem juntos a oração do Papa Francisco pelas vocações. Os Padres Vocacionistas da Comunidade, Pe. José Carlos e Pe. Carlos Valério, concelebraram com o Arcebispo. Grande era o número de fiéis presentes que acorreram à celebração, deixando a Igreja superlotada. A Santa Missa foi muito bem preparada pelas equipes de liturgia, catequistas e outros grupos da Paróquia e bem participada por toda a assembleia.

 

Dias 6 a 15 - DOM LUÍS PARTICIPA DA 54ª. ASSEMBLEIA GERAL DA CNBB, APARECIDA - SP


O Episcopado brasileiro esteve reunido em Aparecida (SP) para a celebração da 54ª. Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que tradicionalmente acontece a partir da 2ª. Semana da Páscoa. Este evento reuniu mais de 300 bispos entre os dias 6 e 15 de abril. O Arcebispo de Vitória da Conquista, Dom Luís Pepeu, participou pela 16ª vez dessa Assembleia anual. A Assembleia dos Bispos, iluminada pelo tema geral “Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade - Sal da terra e luz do mundo”, procurou refletir sobre o papel importante do leigo e de sua grande contribuição para a ação evangelizadora e missionária da Igreja, através de um maior engajamento em pastorais e nos movimentos. Além do tema central sobre a importância do laicato, a agenda da Assembleia foi preenchida com outros temas prioritários e de grande relevância, a saber: a “Liturgia na Vida da Igreja”, a 14ª. Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos e a “Exortação da Família”, a conjuntura político-social, a mensagem “Pensando o Brasil”, a migração religiosa e as mudanças do quadro religioso no país e o dízimo. Outros assuntos também entraram em pauta. A Assembleia é um momento privilegiado de comunhão e de renovação da vida fraterna dos bispos que, em sinal de colegialidade e representando as Igrejas Particulares, desejam refletir a realidade e buscar meios eficazes de como anunciar o Evangelho em uma sociedade fragmentada. Dom Luís voltou a Conquista muito satisfeito com o clima de serenidade que marcou os trabalhos da Assembleia nestes 10 dias de encontro e com os resultados colhidos.

Dia 5 - BISPOS DA PROVÍNCIA ECLESIÁSTICA DE VITÓRIA DA CONQUISTA EMITEM NOTA SOBRE AS ELEIÇÕES 2016


Os Bispos da Província Eclesiástica de Vitória da Conquista: Dom Luís Pepeu (Arcebispo de Vitória da Conquista), Dom João Cardoso (Bispo de Bom Jesus da Lapa), Pe. Gilvan Pereira (Administrador Diocesano de Caetité), Dom José Ruy (Bispo de Jequié) e Dom Armando Bucciol (Bispo de Livramento de Nossa Senhora), reuniram-se neste dia 5, antes do início da Assembleia Geral, para refletir sobre o nevrálgico tema do ano eleitoral em vista das próximas eleições municipais, momento este de grande importância para os destinos dos municípios brasileiros que escolherão novos prefeitos e vereadores. Como fruto deste encontro, foi elaborada uma carta com orientações pastorais para este ano eleitoral de 2016. Segue a Nota dos senhores Bispos na íntegra:

Dia 3 - COM A ANIMAÇÃO DO VICARIATO SÃO LUCAS, DOM LUÍS PRESIDE A SANTA MISSA NO DOMINGO DA MISERICÓRDIA


Neste 2º. Domingo da Páscoa, dia em que a Igreja celebra a eterna Misericórdia Divina, o Vicariato São Lucas, seguindo as indicações do Plano Arquidiocesano de Pastoral para o Ano Santo da Misericórdia, organizou uma solene celebração do Domingo da Misericórdia. Às 4 horas da tarde, Dom Luís presidiu a Solene Eucaristia no espaço de eventos do Parque de Exposições Teopompo de Almeida, Vitória da Conquista, contando com a presença de cerca de 5 mil pessoas, vindas das diversas comunidades e paróquias do Vicariato São Lucas, bem como seguidores de grupos de espiritualidade da Divina Misericórdia. Concelebraram com o Arcebispo alguns padres do Vicariato: Pe. Gerson, Vigário Regional, Pe. Edmilson, Pe. Manoel e Frei Gilson. Estiveram na diaconia da celebração, os diáconos permanentes Luciano e Zezzinho. Também participaram da celebração algumas religiosas, seminaristas e vocacionados, além dos muitos ministros extraordinários da Sagrada Comunhão e coroinhas. Na saudação inicial, Dom Luís destacou que a celebração deste Domingo é como que o coração do Ano Santo da Misericórdia e, através da mesma, todos, sentindo-se acolhidos pelo próprio Pai misericordioso, são chamados a louvar a Deus por sua infinita misericórdia. Em sua homilia, Dom Luís recordou que a celebração da Divina Misericórdia no contexto do 2º. Domingo da Páscoa é uma festa litúrgica que foi instituída por São João Paulo II na celebração do Grande Jubileu de 2000, aurora do Terceiro Milênio, dedicado à celebração da misericórdia de Deus e o perdão. Destacou que a misericórdia de Deus, manifestada ao mundo por meio de Jesus Cristo, acompanha toda a peregrinação terrena do homem até seu encontro definitivo com o Cristo glorificado, Senhor e Juiz da história, um juiz compassivo, clemente e misericordioso. Refletindo sobre as leituras próprias da celebração, Dom Luís destacou o papel da Comunidade Cristã como espaço privilegiado do encontro com o Ressuscitado, acentuando que o cristão, regenerado pelo batismo, assume a condição de uma nova criatura. Por fim, sempre em sintonia com a liturgia, Dom Luís ressaltou que a graça deste ano jubilar reside, sobretudo, na possibilidade de uma preparação para celebrar a misericórdia de Deus durante toda a vida. Este, no entanto, é um tempo favorável para tratar as feridas, assumindo a realidade do pecado que fere o coração, possibilitando a todos o caminho do perdão e da reconciliação, sem perder a esperança da misericórdia divina, a fim de não se desertar do caminho da vida. Concluindo sua sábia reflexão, invocou a proteção da Virgem Maria, a Mãe de Jesus e Mãe da Igreja, a Mãe de Misericórdia, para que nunca se canse de volver à humanidade os seus olhos misericordiosos, fazendo com que homens e mulheres se tornem dignos de contemplar o rosto da misericórdia, seu Filho Jesus. A celebração Eucarística, preparada com muito zelo e em espírito de comunhão eclesial, foi verdadeiramente uma grande demonstração de fé. Os milhares de fiéis presentes deram um belo testemunho de uma Comunidade cristã viva, orante e celebrativa, aberta a transmitir ao mundo a paz do Ressuscitado, fruto do Amor e da Misericórdia de Deus. No final da celebração, muitos se avizinharam ao seu Pastor para dirigir-lhe os cumprimentos pela bela celebração. A todos, Dom Luís retribuía com uma saudação especial: ora com um aceno ou um aperto de mão, ora com um abraço paternal, ora com uma bênção especial, mantendo sempre o sorriso estampado em seu rosto sem sentir-se extenuado ou abatido pelo cansaço.

Dia 1º - ARCEBISPO CELEBROU, DIA 30, NA PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA EM RIBEIRÃO DO LARGO E ABENÇOOU ALTAR E AMBÃO


Nessa Quarta-feira da Oitava de Páscoa (30 de março), às 19 horas, Dom Luís celebrou a Santa Missa na Paróquia São João Batista em Ribeirão do Largo (BA). A celebração foi motivada por dois acontecimentos significativos: em primeiro lugar, o agradecimento de Dom Luís a Padre Rogério pelo dedicado trabalho que ele realizou à frente da Comunidade Católica de Ribeirão do Largo ao longo de quase um ano. Padre Rogério, incardinado na Diocese de Nazaré (PE), veio realizar uma experiência pastoral - um período sabático -, na Arquidiocese de Conquista. De princípio, ele permaneceria até o mês de julho próximo, mas, por motivos familiares e pessoais, está antecipando sua volta para o início de abril, consequentemente, deixando a Arquidiocese. O segundo motivo foi a bênção do Altar-mor e do Ambão (Mesa da Palavra) construídos por Pe. Rogério na Igreja Matriz de São João Batista em Ribeirão. Os ribeirenses, tanto da cidade como representantes de todas as comunidades da Paróquia, que lotaram a Igreja Matriz, demonstraram um sentimento de profunda gratidão ao Pe. Rogério que, em um curto espaço de tempo, realizou grandes trabalhos na obra da evangelização e da catequese e por seu grande zelo na conservação do patrimônio da Igreja. O Arcebispo, na celebração eucarística, dirigiu palavras de agradecimento pelo trabalho de Pe. Rogério, trabalho este realizado com muita humildade e disponibilidade, com muito carinho e dedicação, não obstante os grandes desafios e obstáculos que, no silêncio, em espírito de abnegação e com grande força de vontade, pouco a pouco foram superados por ele. Dom Luís também dirigiu palavras de agradecimentos aos fiéis em geral que acolheram o Pe. Rogério, acompanhando-o com grande compreensão e sempre em espírito de colaboração. O Arcebispo, em sua homilia, sublinhou a importância do cultlivo da beleza nas Igrejas, afirmando que a Igreja nasce “bela”, pois nasce do coração daquele que na tradição é chamado de “o mais belo dos filhos dos homens” (cf. Sl 45). Por isso, o Espaço Litúrgico deve constituir-se em um ícone, refletindo a imagem da verdadeira Igreja, a bela Esposa do Cordeiro Imolado. Dom Luís, em base às Instruções Gerais do Missal Romano, falou da importância do Ambão e do Altar dentro do Espaço Litúrgico. O Ambão é a Mesa da Palavra, destacou Dom Luís. Por isso, cuide-se para que o Ambão não seja uma simples estante móvel, mas uma peça estável, distinta pela sua dignidade e apropriada à sua verdadeira função: a proclamação da Palavra, sobretudo, o Evangelho, ponto mais alto da Liturgia da Palavra. Dom Luís enfatizou que, por esta razão, o ambão deve refletir o Cristo presente pela sua “Palavra” e sua ligação explícita com o altar, ao qual deve-se atribuir o devido valor, infelizmente, tantas vezes negligenciado e até esquecido. Referindo-se ao Altar, Dom Luís frisou que ele, sendo a mesa do sacrifício e do banquete, onde é celebrado o memorial do Senhor, deve constituir-se na Igreja o centro da ação de graças. Além do mais, deve-se zelar pela dignidade do Altar, a mesa do Senhor. No Altar torna-se presente o sacrifício da cruz sob os sinais sacramentais. O Altar é o sinal do próprio Cristo, onde se dá a atualização dos mistérios salvadores. Por isso, o Altar torna-se o centro da assembleia dos fiéis, ao qual é devida a maior reverência. Nas palavras de Dom Luís, “o ritual da bênção do Ambão e do Altar, que vamos agora realizar, quer expressar e, ao mesmo tempo, valorizar toda esta grandeza e a dignidade destes dois centros do espaço litúrgico, integrados entre si”. No final da celebração, a Comunidade da Paróquia São João Batista de Ribeirão do Largo agradeceu a presença do Arcebispo em seu meio. Agradeceu também, já em clima de saudade, o precioso trabalho missionário realizado pelo Pe. Rogério.

 
ANO SANTO DA MISERICÓRDIA - Março Imprimir E-mail

 

 

NOTÍCIAS DE MARÇO 2016

 

 

SEMANA SANTA

EM VITÓRIA DA CONQUISTA


A Semana Santa tem início no Domingo de Ramos até o Domingo de Páscoa ou da Ressurreição. Ela concentra os últimos acontecimentos da vida de Jesus, que começa com a sua entrada triunfal em Jerusalém, e prossegue com a celebração da Ceia com instituição da Eucaristia e do Sacerdócio, prisão. condenação, crucificação, morte, sepultamento e a Ressurreição.


DOMINGO DA PÁSCOA

O grande Domingo! "Por isso, a Páscoa não é simplesmente uma festa entre outras; é a festa das festas, solenidade das solenidades.

Dia 27 - Arcebispo celebra na igreja Catedral

Na noite deste Domingo de Páscoa (27), às 19 horas, Dom Luís presidiu na Igreja Catedral Nossa Senhora das Vitórias a Santa Missa da Ressurreição do Senhor. Destacou, em sua homilia, que a liturgia do domingo de Páscoa celebra a ressurreição do Senhor, lembrando que este grande acontecimento da História da Salvação, um mistério insondável da fé, é o exemplo concreto que garante aos cristãos a vida em plenitude como fruto de uma existência feita dom e colocada a serviço em favor do outro, especialmente, dos mais carentes e necessitados. A primeira leitura relata o testemunho de Pedro, apresentando o exemplo de Cristo que “passou pelo mundo fazendo o bem” e que, por amor, fez de sua vida uma total doação, entregando-se até a morte, e, por isso, Deus o ressuscitou. O Evangelho coloca o cristão diante de duas atitudes face à ressurreição. A primeira atitude é aquela do discípulo obstinado. Ele se recusa a aceitar a ressurreição. Na sua lógica, o amor total e a soação da vida nunca podem ser geradores de vida nova. A segunda atitude é aquela do “discípulo amado”, o discípulo ideal, o discípulo que ama e, por ser movido pelo amor, é capaz de entender o caminho e a proposta de Jesus. Este discípulo não se escandaliza nem se espanta pelo fato de que da cruz tenha nascido a vida plena, verdadeira. A segunda leitura é um convite aos cristãos que, revestidos de Cristo pelo batismo, continuem a sua caminhada de vida nova até à transformação plena. Dom Luís, havendo feito estas considerações sobre as leituras do dia, retoma alguns elementos da reflexão do Papa Francisco em sua mensagem para este dia de Páscoa transmitida a todos na Hora do Regina Coeli, oração mariana que substitui o Angelus no tempo pascal até a Festa de Pentecostes. Dom Luís, então, destacou que o Santo Padre, o Papa Francisco, recorda em sua mensagem de Páscoa que “Jesus Cristo, encarnação da misericórdia de Deus, por amor morreu na cruz e por amor ressuscitou”. Infelizmente o mundo de hoje ainda testemunha com profunda tristeza os imensos abismos espirituais e morais da humanidade gerados pelo ódio e pela morte e somente uma infinita misericórdia de Deus pode garantir a salvação. O Papa menciona a dolorosa situação da Síria, recordando que o Cristo ressuscitado indica caminhos de esperança. Recorda também outras tantas situações de conflitos em diversas nações, fazendo um veemente apelo pela paz. Lembra, por fim, os ataques terrorista que têm ceifado a vida de milhares de pessoas. Após a breve reflexão sobre as palavras do Papa, Dom Luís concluiu sua homilia, pedindo aos fiéis que continuassem a rezar pela situação de crise vivida pelo Brasil em todos os aspectos. Por fim, dom Luís renovou os votos de uma feliz e santa Páscoa, desejando a todos os fiéis que, como o Discípulo Amado, buscassem fazer neste tempo de Páscoa a íntima experiência do encontro com o Ressuscitado, sentindo-se amados pelo Senhor e chamados à visão, da inteligência e da fé nesta terra e da glória no céu. Que todos, pela Páscoa e movidos pela alegria da ressurreição, possam ser missionários de Jesus enviados a anunciar a “Alegria do Evangelho” e a proclamar: “Felizes os misericordiosos!”

 

SÁBADO SANTO

À noite celebra-se a solene Vigília Pascal, cume do ano litúrgico. Inicia-se com a Celebração da Luz, Liturgia da Palavra, Liturgia Batismal, e concluindo com a Liturgia eucarística.

Dia 26 - Vigília Pascal iniciada fora da igreja Catedral

Liturgia da luz

Preparação e procissão do Círio

Proclamação do Precônio

Catecúmenos

Liturgia da Palavra

Liturgia Batismal com Crisma

Bênção da água

Procissão do Ressuscitado

Na noite deste Sábado Santo (26), às 19h30min, com a concentração do Povo de Deus na Praça Joaquim Correia, ao lado da Igreja Catedral, Dom Luís, os Padres da Paróquia da Catedral e o Diácono José Dias se reúnem com os fiéis para a celebração da Vigília Pascal, a Noite das noites, a mãe de todas as santas vigílias, quando a Igreja mantém-se em vigília à espera da vitória do Senhor sobre a morte. Nesta noite santa a luz do ressuscitado resplende no círio aceso que dissipa as trevas da noite. Dom Luís deu início à celebração da Vigília Pascal com a Liturgia da Luz, que consiste na bênção do Fogo Novo e na preparação do Círio Pascal. Aceso o Círio Pascal no Fogo Novo, seguiu-se em procissão até o interior da Catedral, que permanecia na escuridão. O Diác. José Dias tendo o Círio em suas mãos, proclamava solenemente; “Eis a Luz de Cristo”, ao que os fiéis respondiam “Demos graças a Deus”. Pouco a pouco, esta escuridão ia sendo quebrada com os fiéis acendendo suas velas. É uma simbologia muito profunda: o Lume Novo e o Círio simbolizam a luz da Páscoa, que é Cristo, Luz do mundo. Quando todos já se encontravam acomodados no interior da Igreja, o Diác. José Dias fez, solenemente, a proclamação do Precônio Pascal, o canto de exultação da Igreja pela vitória de Cristo sobre as trevas do pecado e da morte. Terminada a Liturgia da Luz, deu-se início à segunda parte da celebração com a liturgia da Palavra. Foram proclamadas três leituras do Antigo Testamento, recordando as maravilhas de Deus na História da Salvação. Depois, com grande alegria, a assembleia entoou o Hino de Louvor. Em seguida, foram proclamadas as duas do Novo Testamento: a Epístola, uma leitura sobre o batismo cristão como sacramento da Páscoa de Cristo, e o Evangelho, cujo texto foi uma narrativa da Ressurreição segundo Lucas. Na terceira parte da celebração, a Liturgia Batismal, Dom Luís fez a bênção da fonte batismal e conclamou a assembleia a fazer a renovação das promessas batismais. Neste momento, Dom Luís conferiu os dois primeiros Sacramentos da Iniciação Cristã, a saber, o Batismo e a Crisma a 20 adultos, devidamente preparados pelo catecumenato, uma catequese de adultos ao longo de um ano, e já apresentados à Comunidade Paroquial. Estes adultos também, no momento da comunhão, realizaram a 1ª. Eucaristia, recebendo das mãos do Arcebispo a comunhão, completando, assim, o ciclo dos Sacramentos da Iniciação Cristã. A Liturgia Batismal foi um momento muito expressivo e profundamente vivenciado pelos fiéis. Dom Luís, referindo-se ao sentido da Ressurreição de Cristo, lembra que ela é o fundamento da fé cristã, é fundamento da esperança na própria ressurreição futura. Recorda também que a Páscoa não é apenas a comemoração de um fato passado, mas consiste em um novo apelo de Deus ao cristão que deve revestir-se do homem novo e ressurgir para uma vida nova na graça e na santidade. Por fim, a Luz de Cristo deve ser levada a todas as pessoas, sobretudo, aos que se encontram afastados ou distantes de sua Igreja, ou mesmo que se encontram perdidos em meio às trevas, para que todos possam celebrar o esplendor admirável desta Luz que dissipa as trevas. A celebração foi admirada pela grande multidão de fiéis que ocupava todos os espaços da Catedral, tornando-a pequena para acolher tanta gente. No final da celebração, Dom Luís despediu a multidão com os votos de uma Feliz e Santa Páscoa. Os presentes também manifestaram entre si suas alegrias e os augúrios de uma Páscoa abençoada. Foi um momento celebrativo e de grande confraternização entre as pessoas.

 

SEXTA-FEIRA SANTA OU DA PAIXÃO

Hoje a Igreja celebra solene Ação Litúrgica constando de: leitura da Paixão, Orações solenes, Adoração da cruz, Comunhão.

Via Sacra até o cruzeiro na Serra do Periperi

 

No amanhecer da Sexta-Feira Santa (25), ao romper d’alva, o povo, animado por cantos penitenciais e orações, já começava a se aglomerar na praça Sá Barreto ao lado do antigo Colégio Diocesano. Às 6 horas da manhã, com a presença de todos os Párocos, Vigários Paroquiais e outros colaboradores do Vicariato São Lucas, Diáconos, Religiosas e Seminaristas, em meio à grande multidão de fiéis, Dom Luís fez a oração inicial da caminhada penitencial em direção ao Cruzeiro, convidando os presentes à caminhada em atitude de fé e de silêncio orante. Esta é uma tradicional caminhada da Sexta-Feira Santa, que vem acontecendo a cada ano sempre com um número maior de fiéis, tornando-se, assim, parte integrante do calendário religioso de Conquista. Trata-se de uma profunda demonstração de fé e de piedade do povo cristão. Na frente da multidão, o percurso a ser caminhado traçava-se em uma escalada íngreme, não obstante, não seria este um obstáculo a ponto de provocar qualquer desistência ou desânimo para aquela fervorosa massa de fiéis. Durante a caminhada, que durou cerca de duas horas, as paróquias da cidade, representadas pelos seus párocos e lideranças leigas e os movimentos do setor juventude, pastoral familiar, pastorais sociais e grupos “Terço dos Homens”, fizeram o exercício da Via-Sacra, contemplando as quatorze estações que lembram a caminhada de Jesus carregando a cruz até o Monte Calvário em sintonia com as reflexões da Campanha da Fraternidade 2016 proposta pela CNBB. No Alto do Cruzeiro, Dom Luís dirigiu uma mensagem ao Povo de Deus que ocupava todo o espaço da esplanada, lembrando que a Sexta-Feira Santa é marcada pelo clima do silêncio interior e pelo despojamento. O cristão é convocado a interiorizar em seu coração e a meditar sobre este profundo mistério: a doação plena de Jesus pela paixão e morte de Cruz. Deve ser este, por excelência, um dia de penitência, de jejum e de oração, um dia do silêncio. No final, Dom Luís convocou a multidão de fiéis a rezar em uníssono coro, a Oração da Campanha da Fraternidade e despediu o povo com uma bênção e os votos de uma feliz e santa Páscoa.

 

Dia 25 - Ação Litúrgica na Catedral às 15h

 

Dia 25 - DOM LUÍS PRESIDE NA CATEDRAL A AÇÃO LITÚRGICA DA PAIXÃO DO SENHOR

Nesta Sexta-Feira Santa (25), às 15 horas, lembrando a morte consumada do Senhor Jesus e a espernça da ressurreição, o mistério da Páscoa, Dom Luís presidiu a Ação Litúrgica da Paixão do Senhor na Igreja Catedral. Segundo uma tradição antiquíssima, neste dia a Igreja não celebra a Missa (Eucaristia), mas uma Ação Litúrgica da Paixão do Senhor, que consta de três partes: liturgia da palavra, adoração da cruz e sagrada comunhão. A liturgia celebrada, marcada pelo clima de silêncio e pelo despojamento, fala por si mesma, não necessitando de muitas palavras. A Igreja é convidada, dentro do contexto do Ano Santo da Misericórdia, a reviver o mistério da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, acolhendo a Palavra de Deus como testemunho da verdade que liberta e que confere um sentido totalmente novo ao absurdo da morte de um inocente. A cruz, antes punição maior para os escravos revoltosos, torna-se a Árvore da Vida. Dom Luís, em suas breves palavras, ressalta que o “Servo” apresentado pelo profeta Isaías, desfigurado pela dor e sofrimento, realiza a sua missão de resgate. Mais ainda, o sacrifício de sua vida é consequência da missão como prática da solidariedade. A segunda leitura vai reforçar esta ideia, mostrando Jesus não apenas como o “Homem das dores”, mas solidário ao homem, em virtude da natureza humana que assumiu. Com a Paixão segundo o Evangelho de João, a Igreja contempla o mistério do Crucificado, o mistério da cruz de Cristo, como uma solene liturgia. A cruz é o sinal do cristãoo porque é fonte de vida e de libertação total, sinal do amor de Deus à humanidade por meio de Jesus Cristo. Após a celebração da Ceia do Senhor (Quinta-Feira Santa), toda a adoração se orienta para a Cruz. A veneração à cruz expressa o gesto de amor Àquele que “se entregou e se fez obediente até a morte e morte de cruz”. Igualmente, a Igreja é convocada a olhar para todos os que ainda hoje, no mundo, continuam a ser perseguidos, humilhados e crucificados injustamente. No final da Ação Litúrgica, o Arcebispo Dom Luís, o pároco da Catedral Mons. Uilton e os vigários paroquiais, Pe. Tobias e Pe. Severino, o Diác. José Dias, ministros extraordinários da Sagrada Comunhão, coroinhas e os fiéis reunidos em grande multidão acompanharam a procissão do Senhor Morto pelas ruas circunvizinhas da Igreja Catedral.

 

QUINTA-FEIRA SANTA

A Igreja celebra a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. Jesus antes de iniciar a ceia pascal lavou os pés de seus discípulos. Também nessa celebração proclama-se o mandamento do amor fraterno.

Dia 24 - Celebração na igreja Catedral:

 

 

 

Na noite desta Quinta-Feira Santa (24), Dom Luís presidiu a Santa Missa da Ceia do Senhor na Igreja Catedral Nossa Senhora das Vitórias, em Conquista. Nas palavras da saudação inicial do Arcebispo, a Igreja está iniciando, com esta solene celebração, o Tríduo Pascal que, em seu conjunto, constitui a grande celebração da Páscoa, memorial da paixão, morte e ressurreição do Senhor Jesus. Sublinhou também que a Semana Santa deste ano está inserida no contexto do Ano Santo da Misericórdia. Na homilia, Dom Luís recordou que a Liturgia da Quinta-Feira Santa tem sua centralidade no tema do “Amor” e desdobra-se em vários aspectos celebrativos: a cerimônia do lava-pés, a proclamação do novo mandamento, a instituição do sacerdócio ministerial e a instituição da Eucaristia, em que Jesus se faz alimento, dando seu corpo e sangue, como manifestação profunda e suprema do seu amor pela humanidade. Eucaristia, sacerdócio e lava-pés constituem uma única realidade que quer expressar a missão de serviço de toda a Igreja. A Quinta-Feira Santa é um convite a toda a Igreja para renovar a virtude da Caridade, o mandamento do Amor. Trata-se de uma dimensão de serviço, uma opção pelo próximo, o mais carente, o mais pobre. A vivência do mandamento do Amor não se limita às boas intenções, mas deve ser traduzida em boas obras, em ação concreta, solidária e de misericórdia, ação eficaz no alívio das dores e do sofrimento do outro. Após a homilia, Dom Luís procedeu com a cerimônia do Lava-pés. Aqui, recordou ele, não se trata de uma simples repetição, quase como que uma teatralização em caricatura, do gesto de humildade e de serviço de Jesus. A cerimônia do Lava-pés quer por em evidência que a Eucaristia, Amor maior, deve prolongar-se no quotidiano em atitudes e gestos de amor fraterno, tornando-se próximo do outro, o irmão necessitado, os que vivem nas “periferias existenciais”, os empobrecidos. A experiência do lava-pés, gesto extremamente misterioso em sua extrema simplicidade, quer lembrar o mandato de Jesus: “Eu, Mestre e Senhor, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns aos outros”. Aplicando na prática este mandato de Jesus, Dom Luís, na cerimônia do Lava-pés, realiza o gesto com o primeiro discípulo e, em seguida, aquele é convidado a lavar os pés do discípulo que está a seu lado. Na busca de atualizar o gesto de Jesus sem incorrer no risco do mero teatro, este modo é bastante expressivo e oferece o verdadeiro significado do lava-pés como exemplo a ser seguido por cada cristão. A celebração da Missa da Ceia do Senhor contou com a presença de Mons. Uilton, Pároco da Catedral, e dos Vigários Paroquiais, Pe. Tobias e Pe. Severino, além da diaconia de José Dias, Diácono Permanente. A presença de uma grande multidão fez com que a Igreja ficasse com seus espaços completamente ocupados. Após a oração da comunhão, Dom Luís, depondo a casula e recebendo o pluvial e o véu de ombro, incensa o Santíssimo Sacramento e, em seguida, acompanhado dos concelebrantes, ministros extraordinários da Sagrada Comunhão, coroinhas e os fiéis, fez o traslado, em procissão, para a Capela da Reposição, onde ficará até o dia seguinte (Sexta-Feira Santa), para a “Comunhão dos Pressantificados” dos fiéis que participarão da Ação Litúrgica da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, uma vez que naquele dia a Igreja por tradição não celebra a Santa Missa.

 

Dia 22 - ARCEBISPO DE VITÓRIA DA CONQUISTA DOM LUÍS PEPEU PRESIDE MISSA DA UNIDADE

Procissão de entrada

 

Participação dos Fiéis

Concelebrantes

 

 

Bênção dos Santos Óleos e Consagração do Crisma

 

Pela manhã - Reflexão com o Clero

Nesta terça-feira da Semana Santa (22), a Arquidiocese de Vitória da Conquista realizou a Missa da Unidade, reunindo o Arcebispo Dom Luís com todo o Clero - presbíteros e diáconos -, religiosos e religiosas, seminaristas, leigos e leigas representantes de todas as paróquias e comunidades da Arquidiocese. A celebração aconteceu na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Maiquinique (BA), reunindo uma grande multidão de fiéis do próprio município, bem como diversas caravanas vindas das demais paróquias que compõem a Arquidiocese. Foi uma belíssima celebração organizada pela Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, tendo à frente o Pe. Reinaldo com seu jeito simples, fraterno, sua grande disponibilidade e o coração aberto. Ele convocou toda a paróquia e, em primeira pessoa, sem medir esforços, arregaçou as mangas para o trabalho. Contou com a generosa colaboração das famílias maiquiniquenses, incluindo as diversas pastorais e movimentos, grupos e setores da paróquia, não menosprezando a presença ativa, o dinamismo e a dedicação das crianças e da juventude local. Como de praxe, o Arcebispo reuniu o clero na parte da manhã para um momento de oração e de meditação, um exercício espiritual em sintonia com o clima da celebração da Missa da Unidade. Dom Luís, com grande sabedoria e muita serenidade, falou sobre o tema do Ano Santo: A porta da Misericórdia - Reflexões sobre o Jubileu da Misericórdia. Em suas reflexões, ressaltou que este tema é muito caro ao Papa Francisco, lembrando ainda que a misericórdia é a palavra chave do seu pontificado, motivo condutor de seus discursos, homilias e gestos. Dom Luís fez uma síntese do sentido do termo “misericórdia”, recorrendo às raízes da palavra e evidenciando as muitas atitudes de Jesus sempre movidas pela compaixão, o amor misericordioso, que revela o rosto do Pai. Ao final de suas meditações, Dom Luís lembrou com ênfase que o princípio que deve motivar a vida e a missão da Igreja, chamada a assemelhar-se sempre mais ao próprio Mestre, é a misericórdia. Colocar a misericórdia de Deus no centro da vida, este é o forte convite lançado à Igreja, em especial, ao padre no exercício de seu ministério: ter um coração sensível, aberto, para acolher a todos, uma Igreja que se encontra com o sofrimento humano, que faz o caminho dos feridos, assumindo realmente o rosto de Jesus, uma Igreja solidária e em saída. Já ao cair da tarde, com os raios do sol descendo sobre os montes e perdendo suas forças, embora incidindo sua luz ainda forte nos rostos dos milhares de fiéis aglomerados no espaço previamente preparado, deu-se início à Celebração da Santa Eucaristia - a Missa da Unidade. Em sua saudação inicial, o Arcebispo dirigiu uma palavra fraterna aos irmãos no sacerdócio e, antecipadamente, os agradecimentos ao Padre Reinaldo pela acolhida. Na homilia, Dom Luís ressaltou a tríplice realidade da celebração: a unidade e a comunhão da Igreja diocesana; a bênção dos óleos para o batismo e para a unção dos enfermos e a consagração do óleo do Crisma; e a renovação das promessas sacerdotais pelos padres. Pontuou Dom Luís, a Missa do Crisma, ou Missa da Unidade, quer de fato por em evidência a unidade da Igreja particular, onde o Bispo, como Pastor, juntamente com o seu presbitério (os padres e os diáconos) e os fiéis participam juntos da Celebração Eucarística, em sinal de plena comunhão. No final da celebração, membros das diversas comunidades paroquiais, juntamente com seus respectivos párocos, receberam das mãos de crianças os santos óleos que serão utilizados nas paróquias durante todo o ano nos sacramentos do Batismo, Crisma e Unção dos Enfermos. Nos agradecimentos finais, Dom Luís pediu encarecidamente aos fiéis que rezassem pelos padres. Enfim, depois de uma vez mais ter agradecido o árduo e não menos precioso trabalho de organização do Pe. Reinaldo e a acolhida generosa do povo maiquiniquense, Dom Luís anunciou o nome da paróquia que assumirá a realização da Missa da Unidade no próximo ano: Paróquia Nossa Senhora de Fátima, Frades Capuchinhos, em Vitória da Conquista.

 

Dia 20 - DOM LUIS PEPEU PRESIDE NA CATEDRAL A CELEBRAÇÃO DO DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR

Na manhã deste domingo (20), na Igreja Catedral, Dom Luís presidiu a Santa Missa do Domingo de Ramos, ato litúrgico que inaugura as celebrações da Semana Santa. O início da celebração aconteceu na praça Joaquim Correia, ao lado da Catedral, onde estava reunida uma grande multidão de fiéis com os ramos em mãos para relembrar a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, aclamado e recebido com gritos de hozana e com ramos de oliveira, antes da sua paixão, morte e ressurreição. Após a habitual saudação, o Arcebispo procedeu com a oração da bênção dos ramos. Em seguida, o diácono fez a solene proclamação do Evangelho. Depois, os fiéis, agitando os ramos, louvando e cantando, sairam em procissão até o interior da Catedral. Todos acomodados, a celebração prosseguiu com a oração do dia e a liturgia da palavra. Na homilia, Dom Luís ressaltou que a liturgia deste Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor é um convite ao cristão a abrir o coração e a contemplar esse Deus que, por amor, veio ao encontro da humanidade, fazendo-se servo de todos, doando a própria vida para destruir o egoismo e o pecado. A paixão e morte de Jesus proclamadas na liturgia deste domingo é o momento supremo de uma vida feita dom e serviço, a fim de libertar os homens do egoismo e da escravidão. Na cruz revela-se o amor de Deus, amor que se faz dom total. Contemplar a cruz onde se manifesta o amor e a entrega de Jesus significa assumir a mesma atitude e solidarizar-se com os tantos crucificados de hoje: os que sofrem violência, os que são explorados, os que são excluídos, os que são privados de direitos e de dignidade. Neste Ano Santo da Misericórdia, o Papa Francisco convida a Igreja a celebrar a Semana Santa e o Tempo pascal contemplando a imagem do Pai misericordioso que salvou e continua a salvar. A Santa Missa de Ramos, presidida pelo Arcebispo, foi concelebrada pelo Mons. Uilton Pereira, Vigário Geral e pároco da Catedral. Também concelebraram Pe. Tobias e Pe. Severino, vigários paroquiais da Catedral, e o Pe. Mairton Marques, vindo da Diocese de Afogados da Ingazeira - PE. A Igreja Catedral tornou-se muito pequena para acolher a multidão de fiéis nesta grande demonstração de fé, permanecendo muitos deles nas imediações do Templo.


Dia 18 - ARCEBISPO CELEBRA ÚLTIMA NOITE DO NOVENÁRIO EM HONRA A SÃO JOSÉ EM ITAPETINGA


Na noite desta sexta-feira (20), Dom Luís Pepeu celebrou a Santa Eucaristia na Paróquia São José, em Itapetinga, no encerramento do Novenário em preparação à Festa do excelso Padroeiro, o Glorioso São José. Este ano, a Festa da Paróquia São José, celebrada no contexto do Ano Santo da Misericórdia, teve como tema central: “Lembra-te, Senhor, da tua misericórdia e do teu amor”. Em estreita ligação com o convite do Ano Santo de rever e concretizar as obras de misericórdia, o novenário da festa de São José deste ano ofereceu em suas pregações abundantes indicações para a acolhida e a prática da misericórdia. Com o tema “Misericórdia é devolver a vista a quem vive curvado em si mesmo”, Dom Luís, em sua homilia, destacou a figura de São José como grande testemunha e praticante da misericórdia, sendo um exemplo vivo para o povo em suas devoções. Seguindo as indicações da liturgia diária, Dom Luís fez referência às lelituras da Palavra de Deus, mostrando que a vida do profeta Jeremias, vida atormentada e sofredora, remete à paixão e morte de Jesus, que cumpre a missão profética de revelar ao mundo a imagem verdadeira de Deus Pai, sendo, por isso, contestado, ridicularizado e humilhado. Dom Luís recorda também que a grande verdade da Igreja é o amor de Cristo, em sua expressão mais profunda e mais concreta que é o perdão, a doação de si mesmo. É deste amor que a Igreja faz-se serva e mediadora junto à humanidade, tornado presente e palpável a misericórdia de Deus. Abordando o tema proposto, Dom Luís ressaltou que o cristão deve procurar praticar as obras de misericórdia espirituais e corporais como realização da missão de Jesus, levando uma palavra e um gesto de consolação aos pobres, anunciando a libertação a quantos são prisioneiros das novas formas de escravidão da sociedade e habitam nas mais variadas “periferias existenciais” do mundo contemporâneo. É preciso ter um olhar de atenção voltado à realidade e ser solidário com as tantas situações de precariedade, de solidão, de dor, de luto e de angústia. Perceber as tantas feridas que devem ser lavadas, cuidadas, enfaixadas. Concluiu Dom Luís sua homilia lembrando que o Jubileu é ano de intensa alegria, mas também é tempo de conversão, voltar para Deus, sentir-se acolhido em seus braços. Além da presença do pároco Pe. Rosenildo, esta última noite do novenário contou com a presença de uma grande multidão, devotos e devotas de São José. A liturgia foi muito bem preparada e contou com a organização do “Terço dos Homens” e da OFS (Ordem Franciscana Secular).


Dias 12 e 13 - DOM LUÍS PARTICIPA DE ENCONTRO VOCACIONAL DA ARQUIDIOCESE E PRESIDE A SANTA MISSA


A Pastoral Vocacional Arquidiocesana, sob a coordenação do Promotor Vocacional Pe. Nilson Laurêncio, promove seu primeiro encontro vocacional neste ano. O Encontro está acontecendo no Seminário Propedêutico da Arquidiocese, em Itapetinga - BA, e recebe a visita do Arcebispo Dom Luís. Nste primeiro encontro, estão participando 8 jovens candidados, provenientes de várias paróquias da Arquidiocese. Serão dois dias de convivência intensa, com momentos dedicados à oração, estudos e reflexões, onde os jovens terão a oportunidade de aprofundar o sentido da Vocação Sacerdotal como um Chamado de Deus no seguimento às pegadas de Jesus Cristo. Através destes encontros vocacionais, os jovens vão sendo ajudados na descoberta e no discernimento da verdadeira vocação em vista de uma resposta mais madura e mais consciente. Nesta fase de simpatia e de conhecimento, eles também terão espaço para falar de seus sonhos e esperanças, de partilhar suas inquietações. Alguns seminaristas do Seminário Filosófico da Arquidiocese estiveram presentes e colaboram com Pe. Nilson na condução da animação do Encontro. No domingo (13), o Arcebispo Dom Luís esteve no local do Encontro e celebrou a Santa Missa. Ele dirigiu uma palavra de encorajamento aos jovens candidatos, lembrando-lhes que a iniciativa da Vocação é sempre de Deus. Ao homem, cabe a livre decisão de acolher ou não este chamado. Ao “Sim”, numa atitude de abertura generosa ao chamado de Deus, o jovem deve acrescentar toda a sua confiança, colocando-se nas mãos de Deus, deixando-se seduzir por Ele e ser moldado em suas mãos como o barro na mão do oleiro. O jovem não deve ter medo desta descoberta, não deve ter medo de desbravar caminhos novos em busca da realização plena de seus projetos e sonhos. Acolher o chamado de Deus é colocar-se a caminho, indo ao encontro de Jesus para partilhar a convivência com Ele. Dom Luís exortou, enfim, os jovens a serem perseverantes nesta fase de descoberta e de discernimento da vocação, entregando-se em constante vida de oração numa profunda experiência de intimidade com Cristo.

 

Dia 9 - ARCEBISPO PRESIDE A CELEBRAÇÃO DOS 30 ANOS DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DAS CANDEIAS


Nesta quarta-feira (9), às 7h30min da noite, Dom Luís celebrou a Solene Eucaristia em ação de graças pelo Jubileu de 30 anos da criação e instalação da Paróquia Nossa Senhora das Candeias em Vitória da Conquista. No início da celebração, ele dirigiu uma saudação a todos os presentes, lembrando que aquele era um momento muito especial, momento de ação de graças para a Comunidade Paroquial das Candeias que estava celebrando 30 anos de caminhada de ação pastoral e de animação missionária. Lembrou ainda que entre os presentes, certamente muitos viram aquela Paróquia nascer e acompanharam de perto seus passos até hoje. Muitos outros doaram suas vidas com grande generosidade e sem medir esforços na construção desta bela história de três décadas. Lembrou e agradeceu a passagem dos diversos padres que estiveram à frente dos trabalhos da Paróquia a partir do inesquecível e saudoso Monsenhor Bruno, primeiro pároco, até Pe. Alessandro, que está assumindo a atual administração da Paróquia. Na homilia, Dom Luís destacou a importância desta celebração jubilar como momento propício para elevar a Deus o hino de louvor e de ação de graças pela missão pastoral da Comunidade Paroquial e pela caminhada vivida ao longo destas três décadas, reconhecendo que tudo é dom de Deus, Senhor da vida e da história. Lembrou também que a caminhada pastoral ou a história missionária da Paróquia é fruto do amor e da graça de Deus. Dom Luís ressaltou que, no contexto do Ano da Misericórdia, toda a comunidade paroquial, com o seu pastor e colaboradores, é chamada a dar continuidade à caminhada de louvor e de ação de graças com um olhar de gratidão voltado para o passado e um olhar de confiança e de esperança em direção ao futuro. Exortou a comunidade a renovar o espírito missionário, indo ao encontro do outro com renovado ardor, com entusiasmo. Lembrou ainda que a paróquia não é uma mera instituição, mas uma família, uma comunidade viva de fé, devendo crescer no amor fraterno e na solidariedade, uma comunidade unida pela fé e também pela caridade. Lembrando as palavras do Papa Francisco, Dom Luís ressaltou que a comunidade paroquial deve ser uma Igreja em saída, uma Igreja que vai ao encontro, uma Igreja que acolhe como mãe misericordiosa. Além do Pároco Pe. Alessandro e de Frei Dimas, que concelebraram com o Arcebispo, a celebração contou também com a diaconia dos diáconos permanentes José Antônio (diác. Zezzinho) e Raul Ângelo e com a presença de muitos fiéis, tanto da sede da paróquia, como também das diversas comunidades rurais. A liturgia foi preparada com muito esmero, contando com a participação ativa e fervorosa dos fiéis, conferindo à celebração um tom especial de beleza e de solenidade. No final, o pároco Pe. Alessandro agradeceu a presença e o trabalho de todos, lembrando que a celebração do jubileu da paróquia é uma festa de todos os paroquianos. Após a bênção final, Dom Luís acolheu paternalmente a saudação calorosa dos fiéis que lhe foram ao seu encontro.

Dias 1 e 2 - ARCEBISPO PARTICIPA DA ASSEMBLEIA DO CONSER NE-3 DA CNBB



Na manhã desta terça-feira, 1º. de março, os Bispos do Regional Nordeste 3 deram continuidade às atividades da Assembleia do Conselho Episcopal Regional - CONSER, iniciadas na noite de ontem. Além dos bispos das (Arqui)dioceses e dos Administradores Diocesanos de Amargosa e Caetité, participaram do encontro por um momento os Coordenadores de Pastoral de cada diocese. Na primeira parte da manhã, Dom Giovanni Crippa, Bispo Diocesano de Estância - SE, dirigiu os trabalhos da Assembleia com uma reflexão sobre o Ano Santo da Misericórdia. Em seguida à reflexão, abriu espaço para uma partilha entre os participantes sobre os acontecimentos e as experiências do Ano da Misericórdia nas diversas Dioceses e Arquidioceses do Regional. Na segunda parte da manhã, o Secretário do Regional Nordeste 3, Dom Gilson Andrade da Silva, recordou aos participantes as linhas de ação definidas na 53ª. Assembleia Regional de Pastoral. Em seguida, Dom João Costa, Vice Presidente do Regional, conduziu os trabalhos sobre as experiências dos Planos (Arqui)Diocesanos de Pastoral. Houve também um breve momento de partilha feito pelos Coordenadores de Pastoral sobre o processo de construção do plano de pastoral em vista da próxima Assembleia de Pastoral do Regional, que acontecerá em agosto próximo. A condução destes trabalhos ocupou também a primeira parte da tarde. Cumprindo o cronograma de atividades, os Bispos realizaram duas privativas conduzidas pelo Presidente do Regional, Dom Petrini. Marcaram também a programação destes dias de Assembleia temas ligados ao Tribunal Eclesiástico e Prestações de Contas CNBB e PDV, além de diversos momentos reservados às Comunicações. Ao longo do encontro, houve significativos momentos de celebração: Eucaristia e Liturgia das Horas.

 
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