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ANO SANTO DA MISERICÓRDIA - AGOSTO 2016 Imprimir E-mail

 

"SEDE MISERICORDIOSOS COMO O PAI". Este é o lema do Ano Santo da Misericórdia, proclamado pelo Papa Francisco no dia 8 de dezembro de 2015, e que vai até o dia 20 de novembro de 2016.

 

 

NOTÍCIAS DE AGOSTO 2016

 

Dia 31 - REPRESENTANTES DE VITÓRIA DA CONQUISTA NA 54ª ASSEMBLEIA PASTORAL DO REGIONAL NE-3 DA CNBB


Desafios vividos pelas famílias nos dias atuais têm norteado as reflexões da 54ª Assembleia Pastoral do Regional NE-3 da CNBB (Bahia e Sergipe), iniciada dia 29 em Salvador e continuando até amanhã dia 1º de setembro. A Exortação Apostólica pós-sinodal do papa Francisco Amoris Laetitia – sobre o amor na família é o tema central Assembleia. Cerca de 100 pessoas entre bispos, coordenadores de pastoral das arquidioceses e dioceses, além de representantes dos diversos organismos eclesiais presentes na Bahia e Sergipe participam das reflexões e trabalhos desenvolvidos nestes dias. Da Arquidiocese de Vitória da Conquista, além do arcebispo Dom Luís Pepeu, estão participando o coordenador diocesano de pastoral diácono permanente Luciano Santana e o casal coordenador regional do MFC, Rubens e Rosana. Para o bispo de Camaçari (BA) e presidente do regional Nordeste 3, dom João Carlos Petrini, as reflexões feitas ajudarão as dioceses a ampliarem o trabalho com as famílias. O tema da família atravessa todo o nosso trabalho nesses dias de uma forma muito bonita. Está sendo possível trazer para a nossa realidade o fruto do Sínodo que se concentra na Exortação Apostólica Amoris Laetitia, do papa Francisco. Depois da reflexão vamos apresentar propostas de trabalho para que no retorno às dioceses possamos concretizar o que foi pensado nesses dias, explicou dom Petrini. O tema da família está sendo apresentado pelo diretor do Pontifício Instituto João Paulo II para Estudos sobre Matrimônio e Família, padre Rafael Fornasier. Outra temática nas discussões durante a Assembleia Pastoral é o contexto político e social brasileiro. Uma análise de conjuntura social e eclesial sob a responsabilidade do assessor político da CNBB, padre Paulo Renato de Campos.


Dia 28 - ARCEBISPO VISITA A COMUNIDADE BOM JESUS DA PARÓQUIA DE FÁTIMA PARA O ENCERRAMENTO DA FESTA DO PADROEIRO


A Comunidade Bom Jesus da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e Santo Antônio de Lisboa acolhe o Arcebispo Dom Luís para o encerramento da Festa do seu Padroeiro, o Senhor Bom Jesus. Após a realização de um solene novenário animado pela participação de muitos fieis e devotos, neste domingo (28), acontece a grande festa da Comunidade Bom Jesus. Às 19 horas, Dom Luís presidiu a Santa Missa, que contou com a animação do grupo de canto “Canção para meu Deus” e com a presença do pároco Frei Gilson, que concelebrou com o Arcebispo. Com surpreendente entusiasmo e devoção, a Comunidade Bom Jesus compareceu em massa neste dia festivo. O espaço parecia pequeno para acolher tanta gente. Neste ano, no contexto do “Ano Santo da Misericórdia”, o novenário preparativo da festa do Senhor Bom Jesus foi norteado pelo tema central: “Bom Jesus, o rosto misericordioso do Pai”. Com a escolha deste tema, a Igreja de Conquista, em suas diversas comunidades, coloca-se em plena comunhão com a Igreja Universal e em sintonia com o Papa Francisco. A festa do padroeiro é sempre uma oportunidade muito feliz para rezar, refletir e aprofundar o conhecimento e a vivência das obras de misericórdia, enfatizou Dom Luís em sua homilia. Ressaltou que a Comunidade, celebrando e contemplando o Bom Jesus, deve comprometer-se com o serviço aos irmãos e irmãs, na afirmação da fé e na promoção da justiça e da paz. Fez uma referência também ao mês vocacional, que dedica este último domingo de agosto aos servidores da comunidade, com atenção especial aos catequistas. Após a solene celebração da Santa Missa, os fieis e devotos do Senhor Bom Jesus realizaram uma grande e fervorosa procissão luminosa pelas principais vias da Comunidade.

 

Dia 27 - EM SOLENE CELEBRAÇÃO NA IGREJA CATEDRAL, ARCEBISPO ORDENA TRÊS DIÁCONOS


Ao entardecer deste sábado, 27 de agosto, a Igreja Arquidiocesana de Conquista ganhou mais três diáconos, um transitório e dois permanentes. Pela imposição das mãos de Dom Luís, em solene celebração eucarística na Igreja Catedral, o seminarista Antônio, filho da comunidade paroquial de Nossa Senhora das Graças em Cândido Sales, Genildo, membro da comunidade paroquial Nossa Senhora Rainha da Paz, e Ivanderlei, membro da Comunidade paroquial Nossa Senhora de Fátima, foram ordenados para o primeiro grau do sacramento da Ordem. A celebração eucarística teve a participação de quase todos os padres e dos diáconos permanentes da Arquidiocese, além de sacerdotes e diáconos vindos de outras dioceses. Estavam presentes também os religiosos e religiosas e os seminaristas da Arquidiocese e de outras localidades. Com a Igreja Catedral repleta de fieis vindos das diversas comunidades, além dos familiares e amigos dos ordenandos, às 5 horas, já nos primeiros instantes do crepúsculo vespertino, após a motivação inicial que introduziu os participantes a esta festa de ordenação para o ministério do Serviço, começou a solene procissão de entrada, formada pelo Arcebispo, Concelebrantes e Diáconos, Ministros, Seminaristas, Acólitos e Coroinhas e os Candidatos ao Diaconato. Após a liturgia da Palavra, deu-se início ao rito de ordenação  diaconal com a chamada e apresentação dos candidatos. O Arcebispo Dom Luís iniciou a homilia com uma saudação a todos os presentes, especialmente aos familiares dos ordenandos. Expressou durante a homilia sua alegria e satisfação pela ordenação, acolhendo-os como esperança para a Igreja necessitada de operários. Lembrou que esta ordenação ocorre no contexto do “Ano da Misericórdia” e como coroamento do mês vocacional. Fundamentando-se nas leituras propostas para esta celebração, recordou que o diaconato ou a diaconia é serviço, amor, entrega, doação. Enfatizou que o diácono deve ser um servidor da Palavra, do altar e da caridade. Congratulou-se com os ordenandos pela coragem e entrega confiante em Deus na busca de servir, quando a tendência geral do mundo de hoje é servir-se, fazer-se servo quando o sonho comum é ser senhor e patrão. Por fim, invocou sobre os ordenandos a proteção constante de Nossa Senhora. Terminada as palavras de exortação, Dom Luís interrogou os eleitos sobre seus propósitos. Seguindo o rito, os eleitos prometem respeito e obediência aos sucessores dos apóstolos. Em seguida, os eleitos ao diaconato se prostraram no chão em sinal de total entrega a Deus. Toda a Igreja, então, em atitude de oração por estes irmãos, entoa o canto da Ladainha. Em seguida, estando os ordenandos de joelho, Dom Luís impõe as mãos sobre a cabeça dos eleitos e, após um momento de silêncio, de mãos estendidas, faz a prece de ordenação. Os ordenados foram revestidos com a estola e dalmática e, de joelhos, recebem das mãos de Dom Luís o Evangelho de Cristo. Por fim, Dom Luís, através de um caloroso abraço, acolhe os neodiáconos e deseja-lhes a paz. Em seguida, eles foram acolhidos e saudados pelos outros diáconos. A liturgia foi muito bem preparada. O clima reinante de um profundo silêncio orante na Igreja foi surpreendente e conferiu uma beleza ímpar à celebração.

 

Dia 26 - DOM LUÍS PRESIDE CELEBRAÇÃO DE ABERTURA DO NOVENÁRIO DE NOSSA SENHORA DAS CANDEIAS

Na noite desta sexta-feira (26), Dom Luís foi à Paróquia Nossa Senhora das Candeias para a abertura do novenário em preparação à festa de sua excelsa Padroeira. A festa de Nossa Senhora das Candeias (Nossa Senhora da Luz), segundo o calendário litúrgico, é oficialmente celebrada em fevereiro, coincidindo com a festa da Apresentação do Senhor. No entanto, aqui em Vitória da Conquista, no ato da criação da Paróquia de Nossa Senhora das Candeias, por razões pastorais, a festa foi transferida para o primeiro domingo de setembro, tradição esta mantida até os dias atuais. A festa deste ano tem um motivo muito especial, pois a Paróquia está celebrando o ano jubilar dos seus 30 anos de criação e instalação. Como vem acontecendo em todas as paróquias da Arquidiocese, a festa em louvor da padroeira Nossa Senhora das Candeias está sendo celebrada no contexto do Ano Santo da Misericórdia. Considerando estes aspectos celebrativos, o tema central da festa é: “Paróquia Nossa Senhora das Candeias: 30 anos evangelizando, iluminando e proclamando a Misericórdia do Senhor.” Durante o novenário, as reflexões terão como itinerário as obras de misericórdia corporais e espirituais, que traduzem concretamente as exigências e as possibilidades que cada cristão tem para a sua prática quotidiana, destacando a misericórdia de Deus, a acolhida e a prática da misericórdia. Às 19h30min, deu-se início à solene celebração da Santa Missa presidida pelo Arcebispo Dom Luís e concelebrada pelo pároco Pe. Alessandro. Esteve na diaconia da celebração, o Diácono permanente Raul Ângelo. No início da celebração, Dom Luís dirigiu uma saudação ao pároco, expressando sua grande alegria e satisfação em presidir a abertura do Novenário. Também dirigiu palavras de acolhimento a todos os presentes: diáconos, religiosas e vocacionados e aos demais irmãos dos diversos ministérios. Em sua homilia, Dom Luís ressaltou que o novenário, como preparação para a celebração da festa da excelsa Padroeira, Nossa Senhora das Candeias, constitui um tempo muito propício para a interiorização, tempo oportuno para um “retiro espiritual”. O novenário deve favorecer uma renovação espiritual em cada pessoa, ajudando a comunidade no despertar da consciência de que sua verdadeira vocação é ser Igreja missionária e misericordiosa. Abordando o tema do dia: “Misericórdia é o ato supremo pelo qual Deus vem ao nosso encontro”, destacou que “a misericórdia é o caminho que abre o coração à esperança de sermos amados para sempre”. Finalizando suas palavras, exortou a Comunidade a aprender com Maria a participar no amor compassivo e misericordioso de Jesus pela humanidade ferida, compartilhando o sofrimento e oferecendo a consolação do amor solidário de Deus. Neste primeiro dia da Novena, houve uma grande participação de fieis. A liturgia foi muito bem preparada, com a participação de toda a comunidade, exaltando esta caminhada de 30 anos da Paróquia.

 

Dia 24 - REUNIÃO DO CONSELHO PRESBITERAL

Esteve reunido na manhã deste dia 24, no salão paroquial Nossa Senhora das Graças em Vitória da Conquista, sob a presidência do Arcebispo Metropolitano, o Conselho Presbiteral da Arquidiocese de Vitória da Conquista. A reunião teve início com uma oração de invocação ao Divino Espírito Santo e proteção da Virgem Maria, seguida das boas vindas aos participantes. Foi lido e refletido um relato do Texto-Base do XVII Congresso Eucarístico Nacional celebrado em Belém de 15 a 21 do corrente mês. Dentre os diversos assuntos constantes na pauta destacou-se a missão pastoral nos Vicariatos, como tarefa dos Vigários Regionais e demais membros do Conselho em seus respectivos Vicariatos. A reunião foi encerrada com a oração do Papa Francisco para a celebração do “Ano da Misericórdia”.

 

Dia 21 - ENCERRAMENTO DO XVII CONGRESSO EUCARÍSTICO NACIONAL EM BELÉM

Foi celebrado, de 15 a 21 deste mês, o XVII Congresso Eucarístico Nacional, em Belém do Pará, com o tema: “Eucaristia e Partilha na Amazônia Missionária”, e lema: “Eles o reconheceram no partir do Pão”. O arcebispo Dom Luís Pepeu representou a Arquidiocese de Vitória da Conquista, participando do tríduo de encerramento do Congresso. O Congresso Eucarístico quer ser a convergência de todas as pessoas que professam a fé católica na realidade da Santíssima Eucaristia, e desejam dar um testemunho público de sua fé na presença real do Senhor Jesus. O primeiro Congresso Eucarístico foi celebrado em 1881 em Lille (França), por iniciativa de um grupo de fiéis leigos, apoiados por São Pedro Julião Eymard. Foi uma celebração solene, de que participaram fiéis e bispos de vários países da Europa. De lá para cá, outros países quiseram repetir a bela iniciativa. No Brasil já foram celebrados dezessete Congressos Eucarísticos Nacionais. O primeiro foi realizado em 1933, em Salvador - BA; o XVI Congresso Eucarístico Nacional, em Brasília, de 13 a 16 de Maio de 2010. A Missa de encerramento foi presidida por Dom Claudio Hummes, legado pontifício. Foram dias intensos de oração, louvor e adoração ao Santíssimo Sacramento. Com uma participação de meio milhão de pessoas, segundo estimativas das autoridades locais, o evento foi presenteado também com uma mensagem do Papa Francisco. Em sua homilia, na conclusão, o legado pontifício, Dom Cláudio Hummes, ressaltou a doutrina e o pensamento da Igreja e dos Papas “e isso fez arder nossos corações como os discípulos de Emaús”. Durante o Congresso foram trabalhados diversos temas através das catequeses proferidas pelos cardeais e bispos presentes, tais como: crianças e catequese infantil; evangelização; caridade; o mistério do sofrimento,  enfermos; família;  juventude; e Maria, mulher Eucarística.

 

Dia 17 - NOVO REITOR DA COMUNIDADE DE TEOLOGIA EM BH

Neste dia 17 do mês de agosto, do ano de dois mil e dezesseis, na Capela da Comunidade de Teologia Nossa Senhora das Vitórias, em território da Arquidiocese de Belo Horizonte, o Arcebispo de Vitória da Conquista, Dom Luís Pepeu, deu posse ao Reverendo Padre Nilson Laurêncio dos Santos, nomeado Reitor dessa comunidade de formação, composta por onze seminaristas maiores da Arquidiocese de Vitória da Conquista e um seminarista da Diocese de Jequié. Todos eles cursam a teologia na PUC- Minas. Na mesma celebração foi declarada Nossa Senhora das Vitórias como padroeira da Comunidade.

 

Dia 15 - FESTA DE NOSSA SENHORA DAS VITÓRIAS EM VITÓRIA DA CONQUISTA

Esta segunda-feira, feriado em Vitória da Conquista, foi mar cada pela solenidade da padroeira do Município, da Paróquia da Catedral e da Arquidiocese, Nossa Senhora das Vitórias.  No dia 6 passado teve início o Novenário em preparação à Festa de Nossa Senhora das Vitórias. Neste ano, em vista do Ano Santo da Misericórdia, a celebração de festa da Padroeira foi norteada pelo tema central: “Maria, Mãe da Misericórdia, queremos ser uma Igreja missionária e misericordiosa”. Este tema está em sintonia com o Papa Francisco, que escreveu: “Ninguém, como Maria, conheceu a profundidade do mistério de Deus feito homem. Na sua vida, tudo foi plasmado pela presença da misericórdia feita carne” (MV 24). A celebração de encerramento da festa foi presidida pelo Arcebispo Dom Luís Pepeu, no Ginásio de Esportes da cidade. A homilia da Santa Missa foi proferida pelo Arcebispo Metropolitano de Feira de Santana, Dom Zanoni Castro, filho de Vitória da Conquista. A solenidade contou com a participação dos padres, diáconos, religiosos, religiosas e seminaristas, além dos fiéis e devotos de Nossa Senhora que lotaram o Ginásio Raul Ferraz. Após a celebração foi realizada a procissão luminosa com a imagem da padroeira Nossa Senhora das Vitórias.

 

Dia 14 - ENCONTRO DOS COROINHAS DO VICARIATO SÃO LUCAS

Para comemorar o padroeiro São Tarcísio e dentro do mês vocacional, foi realizado na manhã deste domingo, na igreja dos Capuchinhos em Vitória da Conquista, um encontro promovido pela coordenação dos coroinhas. A Missa de encerramento do encontro foi presidida pelo Arcebispo Dom Luís Pepeu.

 

Dia 13 - ENCONTRO DO PRÉ-PROPEDÊUTICO NO SEMINÁRIO MAIOR

Sob a coordenação do Padre Frenilson, diretor espiritual da formação, foi realizado um encontro, neste final de semana, para os jovens candidatos do Pré-Propedêutico no Seminário Maior em Vitória da Conquista. O encontro contou também com o apoio do Padre Irineu, Reitor do Seminário em Vitória da Conquista. O Arcebispo Dom Luís visitou o grupo.

 

Dia 11 - FESTA DE SANTA CLARA NA PARÓQUIA SANTA LUZIA

Sob a presidência do Arcebispo Dom Luís Pepeu foi celebrada a festa da padroeira da Comunidade Santa Clara na Paróquia Santa Luzia em Vitória da Conquista que, neste ano refletiu o tema: "A exemplo de Santa Clara, vivamos a misericórdia de Deus". Além do Pároco Pe. Graciomar, concelebraram a Santa Missa o Superior Provincial dos Religiosos Estigmatinos, Reverendo Padre Ovídio, e o Padre Luciano, do Conselheiro Provincial.

 

Dia 08 - COMISSÃO REGIONAL DE PRESBÍTEROS REUNIDA EM VITÓRIA DA CONQUISTA

De hoje até amanhã encontram-se reunidos em Vitória da Conquista, representantes dos Presbíteros de 12 Dioceses do Regional NE-3 da CNBB (Bahia e Sergipe). A Comissão prepara o próximo Congresso de Presbíteros do Regional. Dom José Ruy, bispo de Jequié, é o referencial para a dimensão presbiteral no Regional. O arcebispo de Vitória da Conquista, Dom Luís Pepeu, fez uma saudação ao grupo.


Dia 07 - ARCEBISPO CELEBRA NA PARÓQUIA SÃO MIGUEL ARCANJO PARA A CRISMA



Neste domingo (07), às 18 horas, Dom Luís celebrou a Missa na Igreja Matriz de São Miguel Arcanjo para conferir o sacramento da crisma à turma 2015-2016, um grupo de quase sessenta pessoas entre jovens e adultos. Além do pároco Pe. Zenilton (Pe. Monginho), que concelebrou com o Arcebispo, estavam presentes o Seminarista Antônio Gonçalves Dias, às vésperas de sua ordenação diaconal, Catequistas, Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão, Coroinhas, familiares e padrinhos dos crismandos e uma grande multidão de fieis. Foi um momento muito significativo para a Comunidade Paroquial de São Miguel não somente pelo caráter festivo que a celebração imprimiu, mas, sobretudo, pela tomada de consciência de que ser cristão é um compromisso permanente e a ser levado a sério por cada membro da Igreja. Em sua homilia, no clima do mês das vocações, Dom Luís destacou a importância da oração pelas diversas vocações cristãs e da reflexão e ação em comunidade sobre este tema. Destacou que nesta primeira semana a Igreja celebra a vocação para o ministério ordenado, sendo este primeiro domingo de agosto o “Dia do Padre”, dia da Igreja rezar pelos sacerdotes, rezar pelas vocações sacerdotais, pelo despertar de adolescentes e jovens ao ideal do sacerdócio. Refletindo sobre a Liturgia da Palavra, Dom Luís destacou o grande apelo de Jesus ao discípulo: ser vigilante! Segundo a proposta do Evangelho, o verdadeiro discípulo é aquele que está sempre preparado para acolher os dons de Deus, empenhado em responder a seus apelos e comprometidos com a construção do “Reino”. Dirigindo-se aos crismandos, Dom Luís enfatizou que, pela crisma, eles receberão a força do Espírito de Cristo, serão marcados na fronte com o sinal da sua Cruz, tornando-se mais conformes com Cristo e mais perfeitamente membros de sua Igreja. Exortou-os, pois, a serem membros vivos da Igreja, dedicando-se ao serviço de todas as pessoas, mediante o compromisso com os diversos ministérios. A celebração foi muito bem preparada pela Coordenação da Pastoral da Crisma, contando também com a colaboração de outras equipes. No final da celebração, os neo-crismados, seus familiares e demais pessoas presentes, em clima de grande alegria e contentamento, trocaram os cumprimentos. Dom Luís também recebeu os cumprimentos de diversos membros da Comunidade Paroquial de São Miguel, que não pouparam sentimentos de afeto e gratidão para com o Arcebispo.

 

Dia 07 - OVS REUNIDA PARA UM MOMENTO ESPIRITUAL NO SEMINÁRIO NOSSA SENHORA DAS VITÓRIAS

Membros da OVS (Obra das Vocações Sacerdotais) do Vicariato São Lucas estiveram reunidos, nesta manhã, com o novo Reitor do Seminário Maior de Vitória da Conquista, Padre Irineu, para um momento de espiritualidade. O Arcebispo Dom Luís Pepeu fez uma saudação ao grupo e os incentivou na missão deste Apostolado.



Dia 06 - INÍCIO DO NOVENÁRIO EM PREPARAÇÃO À FESTA DE NOSSA SENHORA DAS VITÓRIAS, PADROEIRA DA ARQUIDIOCESE



Na noite deste sábado (06), Dom Luís preside a Santa Missa na Igreja Catedral, marcando a abertura do Novenário em preparação à Festa de Nossa Senhora das Vitórias, Padroeira da Arquidiocese. Neste ano, em vista do Ano Santo da Misericórdia, a celebração de festa da Padroeira está sendo norteada pelo tema central: “Maria, Mãe da Misericórdia, queremos ser uma Igreja missionária e misericordiosa”. Este tema, afirmou Dom Pepeu, está em sintonia com o Papa Francisco, que escreveu: “Ninguém, como Maria, conheceu a profundidade do mistério de Deus feito homem. Na sua vida, tudo foi plasmado pela presença da misericórdia feita carne” (MV 24). Dom Luís lembrou ainda que a Misericórdia é um dom divino, faz parte da própria essência de Deus, mas também constitui uma tarefa de todos os cristãos, chamados a praticá-la e testemunhá-la em palavras, atitudes e obras. Ressaltou, outrossim, que a Tradição cristã, fazendo eco ao Evangelho de Mateus (cf. 25, 34-36), especificou esta tarefa nas chamadas obras de misericórdia, corporais e espirituais. Durante a celebração do Novenário, os fiéis terão a oportunidade de refletir sobre estas obras de misericórdia, como uma boa ocasião para uma tomada de consciência em reintroduzir estas boas práticas cristãs na pregação e na vida quotidiana. Nesta primeira noite, o tema foi: “Dar de comer a quem tem fome”, tendo como lema: “Daí-lhes vós mesmos de comer” (Mt 14,16). Em suas palavras, Dom Luís enfatizou que esta é uma responsabilidade derivada da ação do próprio Jesus, que disse: “Tive fome e me deste de comer” (Mt 25,35). Lembrou também que se vive hoje diante do escândalo mundial de um bilhão de pessoas que passa fome, enquanto é gritante o disperdício de alimentos em pleno século XXI. Destacou que o flagelo da fome deve-se, em grande parte, ao egoismo do ser humano, à má gestão e má distribuição dos recursos. Com a partilha, Lembrou Dom Luís, com um gesto de solidariedade e tomado pela compaixão, segundo o relato da multiplicação dos pães (Mt, 14,13-21), Jesus apresenta uma proposta para banir a fome, desafiando a atitude cômoda dos próprios discípulos, que queriam despedir as multidões: “Daí-lhes vós mesmos de comer!”. Em conclusão, Dom Luís destacou o exemplo da Virgem Maria, Mãe atenta e solidária às dificuldades e necessidades do ser humano, intercessora do povo e porta-voz da vontade do Filho, de quem foi mãe e primeira e perfeita discípula. Concelebraram com o Arcebispo, nesta primeira noite da novena, o Mons. Uilton, Vigário Geral e Pároco da Catedral, e os Vigários paroquiais Pe. Tobias e Pe. Severino. Participaram também da celebração, com a diaconia, os Diáconos permanentes Luciano Lima e José Dias. A Igreja Catedral estava totalmente tomada pelos fiéis e devotos de Nossa Senhora das Vitórias. A liturgia foi preparada com grande esmero. Os fiéis participaram com grande animação, entusiasmo e devoção. No final da Santa Missa, Dom Luís saudou aos muitos que lhe foram ao seu encontro em gesto de agradecimento e de carinho para com o Pastor, retribuindo sempre com um sorriso, um aperto de mão, uma bênção.



Dia 04 - ARCEBISPO PARTICIPA DAS COMEMORAÇÕES DOS 25 ANOS DE ORDENAÇÃO SACERDOTAL DE DOM GILSON E SAÚDA DOM HÉLIO

Bispos concelebrantes

Nesta quarta-feira (04), memória de São João Maria Vianey, padroeiro de todos os sacerdotes, Dom Luís participou em Salvador das comemorações do Jubileu de Prata de Ordenação Sacerdotal de Dom Gilson Andrade da Silva, Bispo Auxiliar da Arquidiocese Primaz de São Salvador da Bahia. A Solene Eucaristia, presidida pelo próprio jubilando, aconteceu na Igreja Nossa Senhora da Conceição Aparecida, no Imbuí, às 19 horas. Na concelebração, ladeando o homenageado, encotravam-se o Arcebispo Primaz, Dom Murilo Krieger, e Dom Luís Pepeu, Arcebispo de Vitória da Conquista. Outros Bispos fizeram-se presentes e concelebraram com Dom Gilson: Dom Estevam, Dom Hélio e Dom Marco Eugênio, Bispos Auxiliares de Salvador; Dom Petrini, Dom Crippa e Dom José Ruy, Bispos do Regional NE-3; Dom Paulo Machado, Bispo de Uberlândia - MG, e Dom Gregório, Bispo de Petrópolis - RJ. Participaram também da concelebração muitos padres da Arquidiocese de Salvador e da Diocese de Petrópolis, onde Dom Gilson exercia seu ministério sacerdotal antes de sua nomeação como Bispo Auxiliar de Salvador, além de uma grande multidão de fieis. Também estava presente sua família. No início da celebração, Dom Murilo, em nome da Arquidiocese de Salvador, saudou a Dom Gilson, agradecendo pela sua missão de Pastor e pelo compromisso com a Igreja. Dom Luís Pepeu entregou a Dom Gilson uma mensagem de congratulação pelo seu Jubileu Sacerdotal, momento significativo de uma bela caminhada assumida com grande generosidade, total prontidão e zelo apostólico na constante escuta da voz do Senhor: “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens” (cf. Mc 1,17), lembrando, inclusive, seu lema episcopal: “In Verbo Tuo”. Dom Gilson estava irradiante de alegria com a celebração e as homenagens recebidas. Na ocasião, Dom Pepeu saudou o novo Bispo Auxiliar de São Salvador da Bahia, Dom Hélio.

 
ANO SANTO DA MISERICORDIA JULHO - 2016 Imprimir E-mail

 

SEDE MISERICORDIOSOS COMO O PAI”. Este é o lema do Ano da Misericórdia que teve início no dia 8 de dezembro deste ano, na Solenidade da Imaculada Conceição, e se concluirá no dia 20 de novembro de 2016. O Ano extraordinário foi convocado pelo Papa Francisco durante uma celebração da penitência, na Basílica de São Pedro, no Vaticano. “Pensei muitas vezes no modo como a Igreja pode tornar mais evidente a sua missão de ser testemunha da misericórdia. É um caminho que começa com uma conversão espiritual, e devemos fazer este caminho. Por isso decidi proclamar um Jubileu Extraordinário que tenha no seu centro a misericórdia de Deus. Será um Ano Santo da Misericórdia”, disse o Papa Francisco. Na homilia de abertura da Porta da Misericórdia na Catedral de Vitória da Conquista, o arcebispo Dom Luís Pepeu recordou que a iniciativa do Papa Francisco convida os fiéis do mundo inteiro a celebrarem o Sacramento da Reconciliação. De acordo com o comunicado da Santa Sé, a abertura deste Jubileu Extraordinário da Misericórdia acontece no 50º aniversário de encerramento do Concílio Vaticano II e adquire um significado particular, impelindo a Igreja a continuar a obra começada pelo Vaticano II.

 

MÊS DE JULHO

A cada ano o mês de julho na Arquidiocese de Vitória da Conquista é dedicado ao DÍZIMO. Portanto, um mês voltado mais especialmente à oração, à reflexão, à conscientização e ao aprofundamento sobre a importância do dízimo em nossa comunidade eclesial.

O QUE É DÍZIMO?

Dízimo é um ato de gratidão a Deus, do qual recebemos tudo que temos. É devolução a ele, de um pouco do que dele recebemos por meio da igreja, para que o seu reino aconteça entre nós. É manifestação de nosso amor a Deus e aos irmãos. É partilha dos bens que estão a nosso dispor, especialmente com os mais necessitados. Contudo com a inspiração, com que cada um vê ou percebe o dízimo, vai atribuir-lhe um significado. Assim ouve-se que é gesto de amor, de agradecimento, de expressão de fé, de solidariedade, de fraternidade, retribuição aos dons e bênçãos de Deus, manifestação de responsabilidade para com a igreja e o plano de Deus, e outros inúmeros qualificativos que buscam defini-lo. De fato, o dízimo assume diferentes expressões em razão do que o motiva (por que o oferto? ) ou de sua destinação (para que o oferto? ) . Mas uma palavra engloba, todas as suas possíveis definições: Amor. Num primeiro momento, devo reconhecer pelos dons gratuitos que recebo de Deus, a começar pela vida, pela saúde, pela inteligência, o imenso amor que ele tem por mim. Depois manifesto de forma objetiva, minha gratidão, retribuindo a ele este sentimento, em gesto concreto de amor, através dos meus irmãos.

 
ANO SANTO DA MISERICÓRDIA Imprimir E-mail

 

 

NOTÍCIAS: JUNHO DE 2016

 

Dia 29 - BÊNÇÃO DA IGREJA MATRIZ DE SÃO PEDRO EM IBICUÍ


A Paróquia São Pedro de Ibicuí vivenciou um momento singular na noite desta quarta-feira (29), marcado por imensa alegria e grande júbilo, pela presença do Arcebispo Metropolitano Dom Luís para realizar a bênção da Igreja, do altar e de outros espaços destinados à ação litúrgica. Foram momentos de abundantes graças e bênçãos para a Comunidade. Dom Luís foi acolhido calorosamente e com grande entusiamo pelo pároco Pe. Valdo e pela Comunidade Paroquial. A celebração contou com a distinta presença do Vigário Geral, o Mons. Uilton, de autoridades locais, além da participação de numerosos fiéis, e de tantos devotos e colaboradores da Paróquia São Pedro. A liturgia foi preparada com muito zelo, dispensando toda a atenção, por Pe. Valdo, acompanhado das equipes de animação litúrgica da Paróquia e de outros grupos pastorais. Para a Liturgia da Palavra, tratando-se de uma celebração de tom festivo no contexto da bênção da Igreja, foram escolhidas leituras apropriadas. O rito de bênção de uma Igreja contém em si um simbolismo muito forte. Mediante a bênção, a Igreja é oferecida a Deus como “Igreja santa, Templo do Senhor”, uma casa de oração, de culto e expressão de celebração da vida, onde o povo reunido, constituindo uma assembleia santa, proclama o hino de louvor e celebra a ação de graças ao Deus da vida. Além da bênção da Igreja, Dom Luís também abençoou o altar, a cadeira de presidência ou sede presidencial, o confessionário e o ambão. O rito de bênção da Igreja contempla tudo o que integra o edifício como um todo, incluindo todos os espaços e objetos relacionados com a ação litúrgica e que se encontram definitivamente dispostos em seus devidos lugares. Constituindo-se, no entanto, uma oportunidade singular para manifestar aos fieis a devida importância de cada espaço em particular, procedeu-se com o rito de bênção apropriado a cada parte: a cadeira, o confessionário, o altar e o ambão. Em sua homilia, partindo das leituras apropriadas para o momento solene da bênção, uma celebração rica de símbolos, Dom Luís destacou que a Palavra de Deus proclamada ajuda em muito a compreender o valor de quanto se está celebrando. Ressaltou a importância do altar, lugar onde todos os dia é oferecido o sacrifício de Cristo. No altar Cristo continua a imolar-se, no sacramento da Eucaristia, pela salvação de todos. No evangelho, encontra-se a pergunta fundamental que dá razão à fé: Quem é Jesus? Pedro, em nome dos 12, responde: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. A fé de Pedro em Jesus como Messias e Filho de Deus é a fé da Igreja. Cada cristão, como batizado e membro da Igreja de Crsito, seguindo o exemplo de Pedro, é também chamado a professar esta mesma fé. Dom Luís concluiu sua homilia, exortando a Comunidade a anunciar e testemunhar o amor de Deus, abrindo seus horizontes de esperança e alimentando o impulso missionário. Concluída a Santa Missa, houve uma grande explosão de alegria da assembleia. Todos regozijavam-se, pois a celebração marcou o desfecho de uma caminhada de esforços, sem medir sacrifícios, na reforma da Igreja, com oportunas intervenções que incluíram a Cadeira da presidência, o Confessionário, o Altar e o Ambão. Muitos fiéis foram ao encontro de Dom Luís para compartilhar de suas alegrias e da grande satisfação pela presença do Pastor e pelos trabalhos realizados pelo Pe. Valdo na Igreja de Ibicuí.



Dia 25 - ARCEBISPO REALIZA CRISMAS NA PARÓQUIA SÃO JOSÉ EM ITAPETINGA


Na noite deste sábado (25), às 19h30min, Dom Luís celebrou a Santa Missa na Paróquia São José, em Itapetinga, onde conferiu o Sacramento da Crisma a um grupo de 100 pessoas, entre jovens e adultos, da Comunidade Paroquial. O pároco Pe. Rosenildo, em nome de todos os fiéis paroquianos, acolheu com grande alegria o Arcebispo, dando-lhe as boas-vindas. A Igreja São José estava repleta. A Comunidade compareceu em massa para participar da solene celebração e prestigiar este momento tão expressivo e de grande significado em sua caminhada eclesial, contando com a presença do Pastor em seu meio para confirmar na fé, mediante o sacramento da crisma, tantos jovens e adultos. Dom Luís dirigiu uma saudação ao Pe. Rosenildo, aos catequistas, equipes de coordenação e animação, aos diversos grupos de pastoral, aos movimentos e a todos os presentes, agradecendo a acolhida calorosa e tão fraterna. Em sua homilia, dirigindo-se aos crismandos, falou do compromisso decorrente deste sacramento. A crisma, ou sacramento da confirmação, é considerado o sacramento da maturidade porquanto aquele que o recebe deve estar preparado a comprometer-se com uma vivência autêntica de sua fé cristã e católica, assumindo com responsabilidade um efetivo engajamento na Comunidade Paroquial. Ser crismado implica uma atualização, um “aggiornamento” da vida nova recebida pelo batismo, pelo qual o cristão se torna discípulo missionário de Jesus Cristo, devendo assumir com toda a radicalidade este caminho de seguimento. Aquele que é crismado não pode ser uma pessoa “morna”, de fé inoperante, mas alguém que assume totalmente sua condição de membro vivo do corpo místico de Jesus, que é a Igreja. É preciso, portanto, um comprometimento concreto com a ação pastoral e evangelizadora da Igreja, mediante os diversos serviços e ministérios da comunidade, os grupos de trabalho que envolvem a ação pastoral e uma presença nos movimentos eclesiais, dando testemunho de uma fé autêntica em Jesus Cristo e em sua Igreja. A liturgia foi muito bem preparada e animada, contando com a participação de todos. No final da celebração, houve grande demonstração de uma alegria envolvente, contagiando a todos. Muitos fiéis foram ao encontro de Dom Luís para saudá-lo e agradecer-lhe por sua presença tão confortante, edificante e restauradora.



Dia 24 - ARCEBISPO CELEBRA FESTA DE SÃO JOÃO BATISTA EM ANAGÉ EM CLIMA DO JUBILEU DE 40 ANOS DA PARÓQUIA


A Paróquia São João Batista de Anagé neste ano está celebrando 40 anos de sua criação e instalação, tendo sido o primeiro pároco Frei Adriano. Foi um frade capuchinho, de saudosa memória, muito conhecido e lembrado ainda hoje pelo povo, sobretudo por sua grande dedicação na região desta Arquidiocese, destacando-se por seu zelo pastoral e missionário, sua proximidade com todas as pessoas. Neste clima especial de jubileu, a Paróquia celebrou o Novenário em preparação à Festa do seu excelso padroeiro São João Batista. O pároco Pe. Luiz Cláudio, o Diác. Genildo e o Conselho Pastoral Paroquial, em comunhão com toda a freguesia da Paróquia, renderam graças a Deus por estes 40 anos de caminhada eclesial. Hoje, dia solene de São João Batista, o Arcebispo Metropolitano Dom Luís foi acolhido pela comunidade pelos anageenses. Dom Luís celebrou a Solene Eucaristia em honra ao padroeiro São João Batista. A Santa Missa foi concelebrada pelo pároco Pe. Luís Cláudio, tendo a assistência no altar do Diácono permanente Genildo Gonçalves. Em comunhão com a celebração do Ano da Misericórdia, as noites do novenário foram motivadas pelo tema central: “Jesus, porta aberta à misericórdia de Deus Pai” e por lema: “João, o agraciado de Deus”. Em sua homilia, tendo como ponto de partida o tema central da festa, Dom Luís destacou que, segundo a intuição do Papa Francisco, o Ano Santo da Misericórdia, celebrado como um Jubileu, pretende ser uma Porta de Misericórdia que possibilita às pessoas uma profunda experiência do amor de Deus que consola, perdoa e dá esperança, recobrando e revitalizando as forças para uma caminhada como igreja e como discípulo-missionário para contemplar o rosto Misericordioso do Pai. Referindo-se às leituras próprias desta grande Solenidade, Dom Luís falou do acontecimento “João Batista”, o precursor, enviado a prepara os caminhos do Senhor, o “ano de graça” do Senhor, a vinda de Jesus. Dom Luís também destacou a bela história de 40 anos de paróquia, uma história construída pela vida de tantos irmãos e irmãs: os frades capuchinhos (frei Adriano), religiosas, leigos e leigas, que com generosidade e motivados pela gratuidade de Deus, doaram suas vidas na alegria do Evangelho e dentro do espírito missionário. Concluindo sua reflexão, lembrou Dom Luís que não se pode celebrar esta história de 40 anos sem lançar também o olhar para o futuro, abraçando-o com esperança, continuando a desbravar novos caminhos segundo o caráter profético que marca a identidade do verdadeiro cristão. A celebração eucarística contou com a presença de milhares de fiéis dos quatro cantos de Anagé, romeiros de São João Batista procedentes das mais de 70 comunidades rurais pertencentes à Paróquia. Foi uma belíssima festa, uma grande demonstração de fé, de experiência religiosa comprometida com o Evangelho de Cristo na construção da identidade cristã, que é a santidade, oou “misericordiosos como o Pai”! Dom Luís, congratulando-se com todos - Pároco, Diácono permanente, Conselho Pastoral e fiéis devotos de São João Batista - pela festa do padroeiro e pelos 40 anos de missão paroquial, agradeceu às diversas frentes pastorais e movimentos da paróquia, conselhos e a todo o povo de Deus pelo grandioso trabalho que vem sendo realizado na paróquia em espírito de comunhão com o seu pároco.



Dia 23 - NOVENA DE SÃO PEDRO E CRISMA EM MACARANI


Dom Luís, nesta quinta-feira, (23), véspera de São João, esteve na Paróquia de São Pedro, em Macarani, para celebrar a Santa Missa dentro do Novenário em preparação à festa do excelso Padroeiro de Macarani, São Pedro. Nesta celebração eucarística, Dom Luís também crismou um grupo de 56 pessoas entre jovens e adultos, membros da Comunidade paroquial. O Novenário da Festa de São Pedro, constituindo um marco na celebração do Ano Santo da Misericórdia, teve como tema: “Igreja, Casa da Misericórdia” e como lema: “Com São Pedro, seremos bem-aventurados se praticarmos a misericórdia uns com os outros” (cf. Mt 5,7). Já o tema que norteou esta 4ª. noite do Novenário foi: “Vestir os despidos e advertir os pecadores” (Mt 25, 32-36). Iluminado por este tema, Dom Luís, em sua homilia, ao falar da Misericórdia, destacou as obras de misericórdia como sinais concretos e expressão da própria misericórdia. Do mesmo modo que Jesus é misericordioso, assim também deve ser cada um em relação ao outro. O agir de Jesus foi sempre pautado por seu amor misericordioso: acolhendo, perdoando, amando sem limites, curando, salvando, libertando, resgatando do pecado e da morte, devolvendo a vida e a dignidade humana. Assim também deve ser o agir do cristão: realizar as obras de misericórdia, reconhecendo a presença de Jesus nas pessoas que foram destituídas da própria dignidade. Vestir os despidos, esta constitui uma expressão fundamental da acolhida dos valores do Reino dos Céus indicados por Jesus mediante sua ação evangelizadora e libertadora. Dom Luís exortou toda a Comunidade cristã de Macarani a deixar-se ser tocada interiormente pela mensagem do Novenário e da Festa de São Pedro através da conversão do coração em vista de uma vida nova assumida pela prática da Palavra de Deus, a exemplo do próprio padroeiro e da Virgem Maria. Por fim, Dom Luís dirigiu uma palavra de exortação aos mais de cinquenta crismandos, levando-os a refletir e a meditar sobre o verdadeiro significado do sacramento da Crisma que, dentro de poucos instantes, iriam receber. Reportou-se, especialmente, ao compromisso do crismado como Igreja Vida, participante, cristão comprometido e engajado com a Comunidade local e com toda a Igreja, comprometendo-se ativamente com a ação pastoral e evangelizadora. Além da presença do pároco Pe. José Carlos, que concelebroou com o Arcebispo, uma grande multidão de fiéis se encontrava na Igreja, deixando-a totalmente lotada. No final da celebração, houve uma efusão de alegria na assembleia e muitos também quiseram saudar o Bispo, sempre demonstrando um gesto de carinho e de afeto.



Dia 20 - REUNIÃO DO CONSELHO DE FORMAÇÃO PARA AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES DO SEMESTRE


Dom Luís, na manhã desta segunda-feira (20), no Seminário Maior de Filosofia Nossa Senhora das Vitórias, em Conquista, presidiu a reunião do Conselho de Formação para fazer uma avaliação do semestre acerca das atividades da Formação Acadêmica-Seminarística na Arquidiocese. Esta formação refere-se diretamente à preparação filosófica e teológica dos seminaristas da Arquidiocese nos diversos aspectos: a convivência no Seminário, o acompanhamento e aproveitamento dos estudos no Instituto e no próprio Seminário, os trabalhos pastorais, a vida de oração, a genuína vocação ao sacerdócio. São membros integrantes “ex officio” deste Conselho, o Arcebispo, como o Presidente, e o Vigário Geral Mons. Uilton. Além destes dois membros, participaram da reunião os demais integrantes em função dos cargos que exercem na Formação: Pe. Edmilson, Reitor do Seminário, Pe. Zenilton (Pe. Monginho), Vice-Reitor do Seminário e Diretor do Instituto de Filosofia, Pe. Nilson, Diretor do Propedêutico, Pe. Gerson e Pe. Frenilson, Diretores Espirituais dos Seminaristas. Na abertura dos trabalhos, Dom Luís, fazendo uma invocação ao Espírito Santo, suplicou-lhe as luzes do Alto para que a reunião, presidida pelo Espírito Santo, pudesse alcançar seus verdadeiros objetivos. Além da avaliação, o Conselho tratou de outros assuntos inerentes à formação. Foi uma manhã bastante intensa de trabalhos, iniciando às 9 horas da manhã e finalizando às 13 da tarde.



Dia 19 - PRESENÇA DO ARCEBISPO NA IGREJA CATEDRAL PARA A CELEBRAÇÃO DA SANTA MISSA


Neste domingo (19), o 12º. Domingo do Tempo Comum, às 7 horas da noite, Dom Luís celebrou a Santa Missa na Igreja Catedral. Como todos os domingos, havia um grande número de fiéis na Igreja para participar da celebração eucarística. A Palavra de Deus motivou os fiéis a refletirem sobre a missão de Jesus, o messias de Deus, sobretudo, levando a despertar a consciência da verdadeira missão de Jesus, da radicalidade de sua opção, do seu progeto que implica, inclusive, o conflito com os poderes estabelecidos, religiosos e políticos, e, por fim, a entrega, a doação da própria vida como expressão máxima do amor partilhado. Fazendo uma breve reflexão da Palavra de Deus, navegando pelas leituras propostas, Dom Luís convida cada um a questionar-se na compreensão da própria identidade como discípulos e discípulas do Senhor: “Quem sou eu, como cristão?” Neste domingo, a Igreja no Brasil recorda o Dia Nacional do Migrante, que tem como objetivo promover a acolhida solidária e suscitar debates acerca dos direitos dos migrantes e refugiados. Em sua homilia, Dom Luís, fazendo também referências a este tema neuvrágico, enfatizou que a acolhida dos migrantes e refugiados, pessoas estas que procuram deixar para trás condições trágicas de vida e perigos de toda natureza, está relacionada diretamente com a proposta do Ano da Misericórdia. De fato, o gesto de acolher o outro que vive mergulhado no sofrimento e no abandono,  vítima da violência e da pobreza, necessitando que lhe tratem suas feridas,  é acolher o abraço terno do Pai, vivendo a experiência de sentir-se amado e acolhido por Deus. lembrou, enfim, que neste Ano da Misericórdia é preciso que a Igreja viva a verdadeira compaixão e tenha uma atitude de solidariedade com aqueles que se encontram desorientados e desanimados pelo caminho. Esta é uma expressão concreta das obras de misericórdia.



Dia 18 - ARCEBISPO CELEBRA NA PARÓQUIA SENHOR BOM JESUS, EM BOM JESUS DA SERRA


Na noite deste sábado (18), Dom Luís esteve em Bom Jesus da Serra, e presidiu a Celebração Eucarística para a bênção da Igreja Matriz Senhor Bom Jesus e dos demais lugares e objetos litúrgicos. A Paróquia, instalada há pouco mais de 5 anos, apresenta muitos desafios a serem vencidos, tanto no campo da ação pastoral, como também a nível administrativo. O Pároco Pe. Frenilson, sem medir esforços e com grande dedicação e zelo pastoral, muito tem se empenhado, contando sempre com a generosa colaboração dos fiéis paroquianos. Após anos de intenso trabalho, a reforma da Igreja Matriz foi concluída. Dom Luís, dentro da Liturgia da Missa, invocou as bênçãos de Deus, fonte e origem de todas as bênçãos, oferecendo-Lhe, através do gesto da bênção, o templo, a igreja, um lugar, por excelência, de celebração da vida. Dom Luís também abençoou a cadeira de presidência (sede presidencial), a pia ou fonte batismal, o ambão e o altar. Apesar de a bênção na Igreja e pela Igreja estender-se a todas as coisas que se relacionam com a celebração litúrgica, Dom Luís viu uma boa oportunidade para manifestar aos fiéis a sua importância, mediante uma celebração apropriada para cada objeto ou espaço. Em suas palavras, Dom Luís dirigiu uma saudação ao pároco Pe. Frenilson, aos seminaristas presentes, vocacionados, paroquianos em geral, amigos da querida Paróquia do Senhor Bom Jesus (Bom Jesus da Serra). Ressaltou que a Comunidade Paroquial vive um dia de intensa alegria, um dia de Ação de graças porque, pela bênção, oferece a Deus aquele templo. Partindo da Liturgia da Palavra, a celebração do 12º. Domingo do Tempo Comum, acentuou que a pessoa de Jesus Cristo encontra-se no centro da reflexão de hoje. Quem é Jesus? A Palavra de Deus ajuda cada cristão a descobrir em Jesus o “messias” de Deus, que veio realizar a libertação através do amor e do dom da vida. Após uma breve meditação a partir das leituras propostas, Dom Luís fez um breve aceno ao sentido da bênção. A Igreja estava repleta de fiéis. A liturgia foi muito bem preparada, contando com a participação ativa dos diversos grupos e movimentos da paróquia. Após a Santa Missa, o entusiasmo e a satisfação estavam estampados nos rostos dos fiéis. Era uma alegria contagiante. Dom Luís foi saudado por muitas pessoas que agradeciam com grande euforia a sua presença. Ele voltou para Conquista muito contente com o trabalho da Comunidade de Bom Jesus da Serra.



Dia 16 - NOVENÁRIO E CRISMA NA PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA EM RIBEIRÃO DO LARGO


A Paróquia São João Batista de Ribeirão do Largo, que, interinamente, está contando com a assistência pastoral e espiritgual do Frei Orlando, encontra-se em clima de festa com a celebração do Novenário em honra ao seu excelso padroeiro São João. O Arcebispo Dom Luís prestigiou este grande momento de renovação para a Comunidade Paroquial, celebrando, nesta quinta-feira (16), a 2ª. noite da novena. Às 7h30min Dom Luís presidiu a Solene Eucaristia, na qual ele conferiu o Sacramento da Crisma para um grupo de 15 jovens da Comunidade de Ribeirão do Largo. Os Ribeirenses, como sempre têm feito, acolheram o Arcebispo com uma demonstração de efusiva alegria e grande satisfação pela sua presença, confirmando, assim, o afeto filial, o carinho e o apreço pelo Arcebispo que, em sua missão de Pastor, está sempre em prontidão de serviço a apascentar as ovelhas que lhe foram confiadas pelo Senhor, confirmando-as na fé. A Igreja Matriz encontrava-se completamente ocupada pelos fiéis e devotos de São João Batista. Na saudação inicial, Dom Luís dirigiu palavras de agradecimentos a Frei Orlando pela sua disponibilidade em assistir aquela Comunidade em sua caminhada de fé e de grande vivência eclesial. Também agradeceu aos fiéis pelo apoio que têm dado ao Frei Orlando e, sobretudo, pela compreensão e espírito de colaboração e participação tão fortes em sua expressão de fé. Em sua homilia, Dom Luís, procurando manter o espírito do Jubilleu Extraordinário da Misericórdia, ressaltou que a misericórdia divina - a graça e a bondade de Deus - se manifesta na natividade de João Batista e se prolonga em sua missão de precursor do Messias, ou seja, o enviado de Deus “para preparar os caminhos do Senhor”, fazendo com que todas as pessoas, através de um processo constante de conversão, preparem o coração para acolher a Salvação de Deus que está para se manifestar plenamente no Filho, Jesus Cristo. Diga-se também, Dom Luís não podia deixar de dar um recado aos jovens crismandos e, consequentemente, estendendo sua exortação a todos os fiéis. Recordou-lhes que, pelo dom do Espírito Santo recebido através do Sacramento da Confirmação, o crismado é marcado com um sinal espiritual, conformando-se com maior intensidade a Cristo e tornando-se mais perfeitamente um membro da Igreja. Isto significa que, pela Crisma, considerado o sacramento da maturidade cristã, todos os crismados deverão ser testemunhas da paixão e ressurreição do Senhor, fazendo com que suas vidas difundam por toda parte o bom odor de Cristo. Por fim, exortou os jovens crismandos de Ribeirão do Largo a serem membros vivos da Igreja, dedicando-se, pela força e pela ação do Espírito Santo, ao serviço de todas as pessoas, a exemplo de Cristo, que veio ao mundo não para ser servido, mas para servir. Nesta dimensão do serviço, é importante que o jovem se comprometa de modo efetivo e afetivo com a sua Paróquia, enganjando-se com maturidade de fé nos diversos serviços e ministérios da Comunidade Eclesial e na ação pastoral e evangelizadora da Igreja, ressaltou o Arcebispo em suas palavras exortativas. O final da Celebração foi marcado por uma alegria incontida da assembleia, com uma manifestação de euforia estampada no rosto de todos. Muitos também foram ao encontro de Dom Luís para cumprimentá-lo e pedir-lhe bênçãos e orações. A presença do Arcebispo em Ribeirão do Largo foi um momento muito bonito, gratificante e bem especial para a Comunidade cristã ribeirense, que se sentiu animada, encorajada e comprometida em sua caminhada de fé na Igreja.

 

Dia 13 - ARCEBISPO CELEBRA O ENCERRAMENTO DA FESTA DE SANTO ANTÔNIO NA PARÓQUIA DOS FRADES CAPUCHINHOS

Na noite desta segunda-feira (13), Dom Luís esteve na Paróquia Nossa Senhora de Fátima e Santo Antônio de Lisboa, administrada pelos Frades Capuchinhos, para presidir a Missa Solene de encerramento da Festa de Santo Antônio. Uma grande multidão de fiéis e devotos de Santo Antônio se encontrava na Igreja. Muitos deles para agradecer as copiosas graças concedidas por Deus pela intercessão do glorioso Santo; muitos outros para os costumeiros pedidos e súplicas diante das necessidades e dificuldades enfrentadas na vida, sobretudo, nestes tempos de turbulenta crise. Todos, enfim, com uma grande demonstração de fé e piedade cristã, testemunhando muita confiança e esperança. A Santa Missa, presidida por Dom Luís, foi concelebrada pelos Frades da fraternidade local, contando com a presença do pároco Fr. Gilson, de Fr. Geraldo, Guardião, demais confrades e o Padre Vanderlei, religioso estigmatino. Em suas palavras iniciais, Dom Luís, com a saudação fraterna e franciscana de “Paz e Bem”, dirigiu-se aos frades capuchinhos, parabenizando-os pela Festa de Santo Antônio. Fez uma menção especial a Frei Bernardo, frade não ordenado, grande promotor e animador da devoção a Santo Antônio em Conquista. Também dirigiu uma saudação aos fiéis e devotos de Santo Antônio, colaboradores e benfeitores do “Seminário” e amigos dos Capuchinhos. Neste Ano Jubilar da Misericórdia, a festa do grande taumaturgo teve como núcleo inspirador o tema do amor misericordioso. Santo Antônio, pelos seus gestos de amor e cuidado com os pobres e mais necessitados, tornou-se conhecido como “o homem misericordioso”. Por isso, a Festa deste ano teve como tema norteador: “Santo Antônio, sinal do amor misericordioso e defensor da casa comum”. Em sua homilia, Dom Luís destacou alguns aspectos da vida de Santo Antônio no que tange ao tema da misericórdia. Referiu-se ao Taumaturgo como um grande defensor dos pobres, movido por um profundo sentimento de compaixão, acolhendo-os com bondade, brandura e mansidão. Por fim, Dom Luís, fazendo uma referência ao tema da Encíclica “Laudato Sì”, do Papa Francisco, destacou que a Igreja assume de fato sua missão misericordiosa de “cuidar de nossa casa comum”, quando se compromete radicalmente em combater o uso irresponsável dos bens que o Criador confiou ao ser humano. Diante da possibilidade de uma “catástrofe ecológica”, os fiéis e devotos de Santo Antônio, inspirados nas atitudes de São Francisco, devem assumir uma postura, que faça a diferença, de defensores da “casa comum”, administrando com responsabilidade, sabedoria e generosidade os que lhes foram confiados pelo Pai. Após a Santa Missa, uma multidão de fiéis, em manifestação de fé, piedade e confiança, acompanhou com grande devoção e em espírito de oração a Procissão Luminosa, conduzindo a imagem do glorioso Santo Antônio pelas imediações da Igreja.

 

Dias 10 a 12 - VISITA PASTORAL NA PARÓQUIA SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS EM CONQUISTA

 

MOMENTOS DA VISITA PASTORAL:

Encerramento da Visita Pastoral

Matriz e Comunidades visitadas

Encontro com a juventude

Reuniões e encontros

Solidariedade a famílias enlutadas

Visita a idosos e enfermos

Momentos de oração

Secretaria Paroquial

Visita ao Colégio

Chegada e abertura da Visita Pastoral


Nos dias 10 a 12, o Arcebispo Metropolitano realizou sua primeira Visita Pastoral à Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus. Esta Visita Pastoral constituiu-se como um momento privilegiado de um contato direto do Arcebispo com o povo de Deus, confiado aos seus cuidados de pastor, com a preciosa colaboração do Pároco. Ademais, a Visita Pastoral quer ser também um momento forte de evangelização e animação missionária e procura favorecer o reavivamento da fé e da comunhão eclesial, o compromisso missionário e a corresponsabilidade pastoral na Igreja particular. Em outras palavras, a Visita pretende ser um despertar para a necessidade de maior compromisso com a caminhada de uma Igreja em constante estado de missão, uma Igreja “em saída”, segundo a proposta da V Conferência do Episcopado Latino-americano e do Caribe, ou simplesmente Conferência de Aparecida. Na tarde da sexta-feira (10), Dom Luís, acompanhado de sua equipe missionária, chega à Paróquia, sendo acolhido pelo Pároco Pe. Black, que, em nome de todos os paroquianos, deu-lhe as boas-vindas. Acompanhavam o pároco vários membros, representando as diversas pastorais e movimentos presentes na Paróquia. Após um momento de oração na Capela do Santíssimo da Igreja Matriz, Dom Luís dirigiu uma saudação aos presentes, extensiva a toda a Paróquia, expondo também o objetivo e o verdadeiro sentido da Visita Pastoral. A dinâmica da Visita, muito bem preparada pelo Pe. Black e por suas equipes de trabalho, favoreceu um convívio fraterno entre o Arcebispo com o Pároco e demais pessoas envolvidas na organização da Visita. Um ponto alto da convivência nestes poucos dias era o momento de oração, fonte de onde emana toda a força para a missão. Grande foi a alegria dos fiéis ao acolherem o seu Pastor em suas comunidades, nos encontros com as pastorais e movimentos. Como é habitualmente realizado em cada visita, o Arcebispo reuniu-se com os Conselhos Paroquiais: CPP (Conselho Pastoral Paroquial) e CEP (Conselho Econômico Paroquial). Nestes encontros com os Conselhos, Dom Luís escutou seus membros e também dirigiu uma palavra de encorajamento a todos. Foi feita uma breve avaliação da caminhada à luz do Plano Pastoral Arquidiocesano, Diretrizes da Ação Evangelizadora e das Prioridades, bem como dos projetos pastorais da própria Paróquia. Um momento muito significativo foram as visitas aos enfermos da Comunidade, marcadas pela fé e esperança. Visivelmente em cada rosto estava estampada a alegria e se percebia o revigoramento das forças com a bênção do Arcebispo a cada enfermo ou idoso, demonstrando quão grande é a misericórdia do Pai. A Visita Pastoral foi encerrada no início da noite do domingo (12), com uma Solene Celebração Eucarística, na qual estavam presentes todas as comunidades, pastorais da Paróquia e movimentos. No final da celebração conclusiva, Dom Luís agradeceu o padre Black, o diácono Luciano, o seminarista Antônio e a coordenadora arquidiocesana da Catequese, Elielma. Referiu-se à Paróquia com elogios por sentir ser uma comunidade muito viva e participativa, cheia de vigor, o que dá muita esperança à Igreja. Agradeceu a todos os fiéis pelo acolhimento, atenção recebida, o carinho e o afeto fraterno encontrados em todos os lugares por onde passou. Era visível a alegria que contagiou o povo de Deus presente na Paróquia Santa Teresinha. Certamente todos puderam revigorar suas forças para o prosseguimento com entusiasmo, novo vigor e com ardor missionário a ação evangelizadora da Igreja. Dom Luís voltou para casa muito satisfeito e contente com tudo o que viu, ouviu e testemunhou. A Visita Pastoral foi, de fato, para a Paróquia Santa Teresinha um tempo de graça.

 

Dia 12 - FESTA DE SANTO ANTÔNIO NA COMUNIDADE JARDIM COPACABANA, PARÓQUIA SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS

Na manhã deste domingo (12), o Arcebispo presidiu a Celebração Eucarística em louvor a Santo Antônio de Pádua, padroeiro da Comunidade Jardim Copacabana, Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, em Vitória da Conquista. O dia festivo homenageando Santo Antônio foi precedido da celebração preparativa de um tríduo. A Solene Eucaristia presidida por Dom Luís, que se encontra em Visita Pastoral à Paróquia Santa Teresinha, teve a participação como concelebrante o Pároco Pe. Black, além da diaconia de Luciano, Diácono Permanente da Arquidiocese, membro da Comitiva Missionária que acompanha o Arcebispo na sua Visita Pastoral. Contou também com a presença do Seminarista Antônio, em tempo de estágio pastoral, preparando-se para a ordenação diaconal. A Liturgia da Palavra foi a própria do dia - 11º Domingo do Tempo Comum. Depois de uma breve mensagem sobre as leituras proclamadas, onde, com muita visibilidade, encontra-se a experiência de um Deus de bondade e de misericórdia, Dom Luís aprofundou alguns aspectos da dimensão da misericórdia, em alusão ao Jubileu Extraordinário que a Igreja está celebrando por convocação do Papa Francisco. Ele, enfim, destacou a importância deste Jubileu como um tempo novo na Igreja, um ano da graça que permite a contemplação do mistério da misericórdia e, consequentemente, provoca na vida do cristão uma tomada de consciência sobre a própria vocação, levando-o a ser sinal eficaz do agir do Pai, em atenção ao grande apelo do lema do Jubileu: “Misericordiosos como o Pai”.


Dia 7 - ARCEBISPO CELEBRA NA TREZENA DE SANTO ANTÔNIO NA PARÓQUIA CORAÇÃO EUCARÍSTICO EM CARUARU

Nesta terça-feira (7), Dom Luís celebrou em Caruaru, na Paróquia Coração Eucarístico, Convento dos Frades Capuchinhos, o sétimo dia da Trezena de Santo Antônio. No contexto celebrativo do Jubileu da Misericórdia, as meditações e reflexões do trezenário estão sendo norteadas pelo tema: “Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso” (Lc 6,36). Por outro lado, a Trezena está sendo o marco da abertura do Ano Jubilar da Paróquia que, em 2017, estará celebrando 60 anos de sua criação. Chegando ao Convento, embora sentindo-se em sua casa, pois ali, antigo internato Frei Damião, Dom Luís deu os primeiros passos para concretizar sua vocação de Frade Capuchinho, não foram dispensados os ritos de boas vindas e bem chegado. Dom Luís foi acolhido pelo Guardião Frei Hélio Júnior, pelo Pároco Frei Abelardo e pelos demais confrades, membros da Fraternidade conventual. Digna de nota com merecido registro foi a calorosa receptividade por parte dos 11 estudantes de Filosofia que também fazem parte daquela Fraternidade. A celebração eucarística, presidida por Dom Luís, foi concelebrada pelo Confrade Frei Sonival, atualmente exercendo seu ministério como Capelão Militar e que, em breve, partirá para o Haiti, como participante da missão dos militares brasileiros naquele sofrido país do Caribe. A Igreja tornou-se muito pequena para acolher os milhares de fiéis que acorreram ao Convento. Ficou, literalmente, superlotada, deixando muita gente na parte externa. Na homilia, Dom Luís, tomando como ponto de partida o tema geral da Trezena, referiu-se ao Jubileu da Misericórdia como uma grande motivação para se colocar em prática, no quotidiano da vida, as obras de misericórdia espirituais e corporais. O lema do Jubileu: “Misericordiosos como o Pai” sugere a todos que aprendam de Deus, que é bom para com todos, e estabeleçam novas relações e experiências quotidianas fundadas no sentimento de misericórdia. Meditando sobre aspectos significativos da vida de Santo Antônio, um dos santos mais populares, lembrou os 70 anos da proclamação de Santo Antônio como “Doutor da Igreja”, tendo-lhe sido atribuído o título de “Doutor Evangélico”, pelo Papa Pio XII, através da Bula “Exulta Lusitania Felix” de 16 de janeiro de 1946, na celebração dos santos protomártires da Ordem Franciscana. Ressaltou uma das grandes preciosidades, se não a maior, da vida de Santo Antônio: “um enamorado de Cristo e de seu Evangelho”, foi grande defensor dos pobres, com quem era cheio de compaixão, acolhendo-os com bondade, brandura e mansidão. Lembrou ainda a antiga tradição do “pão de Santo Antônio”, mantida até hoje em muitos conventos nas missas de cada terça-feira. O pão abençoado e distribuído entre os fiéis e com os pobres quer ser um símbolo da generosidade e gratuidade, e grito profético contra a lógica do acúmulo e em favor da defesa e promoção da vida digna. O pão de Santo Antônio, quando repartido com generosidade e amor, torna-se fonte de vida e de bênção para todos. Terminada a Santa Missa, muitos fiéis e devotos de Santo Antônio foram ao encontro de Dom Luís para os habituais cumprimentos. Dom Luís teve a oportunidade de rever muitos conhecidos e, sobretudo, de reencontrar-se com colegas dos seus primeiros tempos de estudo no Colégio Diocesano de Caruaru. Foi um momento muito gratificante.



Dia 4 - ABERTURA DO NOVENÁRIO DA FESTA DE SANTO ANTÔNIO, EM CAETANOS

Na noite deste sábado (4), Dom Luís esteve em Caetanos a convite do Pároco Pe. Noel para presidir a Santa Missa de abertura do novenário em preparação à Festa do excelso padroeiro Santo Antônio de Pádua. As celebrações litúrgicas estão acontecendo já na nova Igreja, que está sendo erguida com muito esforço do Pe. Noel, contando sempre com a grande generosidade dos caetanenses. A Festa de Santo Antônio, no espírito da celebração do Jubileu da Misericórdia, tem como tema central: “Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso” (Lc 6,36). Já o tema proposto para a meditação na abertura da Novena foi: “Em Jesus Cristo, encontramos uma porta aberta nos conduzindo à Misericórdia de Deus Pai”. Na homilia, Dom Luís destacou inicialmente a memória do Imaculado Coração de Maria celebrada na Igreja, sublinhando que o Coração de Maria é expressão inesgotável da misericórdia de Deus. Maria é a mulher que guarda no coração a Palavra de Deus, é morada do Espírito Santo, sede da sabedoria, imagem e modelo da Igreja que escuta e testemunha o Senhor. Refletindo sobre o tema específico desta primeira noite, após algumas referências sobre a imagem da “porta”, Dom Luís afirmou: “Abrir as portas é deixar Deus entrar e iluminar a nossa mente, abrir os nossos corações aos outros; olhar com os olhos de Deus, rico em misericórdia, o mundo em que vivemos, construímos e sonhamos”. Por fim, Dom Luís rogou que o Novenário e a Festa de Santo Antônio possam ajudar os fiéis e devotos do santo celebrado a uma atitude de conversão, uma vida nova, assumindo a vocação de batizados como um caminho de santidade, sendo “misericordiosos como o Pai”. Dentro da celebração, após as preces comunitárias e de acordo com o Cerimonial dos Bispos, Dom Luís abençoou a Capela do Santíssimo, construída ao lado do Presbitério. Feita a oração apropriada da bênção, o espaço sagrado foi incensado por Dom Luís. No final da Santa Missa, após a distribuição da sagrada comunhão aos fiéis, Dom Luís, ladeado pelos sacerdotes concelebrantes, e acompanhado dos ministros e coroinhas, conduziu as espécies que sobraram em uma píxide para a deposição no Tabernáculo (Sacrário). Neste momento, ele abençoou o novo Tabernáculo, depositando o Santíssimo Sacramento, incensando-o solenemente e fazendo um momento de oração em silêncio “versus Deum”. Retirou-se em seguida, voltando para o presbitério. Após a Santa Missa, o Arcebispo foi saudado por muitos fiéis em demonstração da grande alegria pela presença do Pastor em seu meio. Além do Pároco Pe. Noel e de Fr. Dimas, que concelebraram com Dom Luís, uma grande multidão de fiéis superlotou a nova Igreja. Esta primeira noite foi uma belíssima celebração, contando com a participação dos fiéis da cidade de Caetanos e de muitos que vieram das comunidades rurais, ainda que devendo enfrentar longas distâncias e vencer as dificuldades e asperezas dos caminhos. De fato, a presença de Dom Luís na Comunidade de Caetanos foi muito gratificante para todos e de grande motivação na caminhada de fé.


 
JUBILEU EXTRAORDINÁRIO DA MISERICÓRDIA Imprimir E-mail

 

 

NOTÍCIAS DE MAIO


Dia 31 - FESTA DA PADROEIRA NOSSA SENHORA DE LOURDES EM ENCRUZILHADA

No mês de maio, a Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, em Encruzilhada (BA), desta Arquidiocese, celebra a festa de sua excelsa Padroeira. Este ano, no contexto do Ano Santo da Misericórdia, a festa foi motivada pelo tema geral: “Casa Comum, Nossa Responsabilidade. Cuidar da Vida é nossa Missão”, inspirando-se, como marco referencial, no objetivo geral do Plano Arquidiocesano de Pastoral: “Evangelizar a partir de Jesus Cristo, na força do Espírito Santo, como Igreja discípula, missionária, profética e misericordiosa, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres para que todos tenham vida, rumo ao Reino definitivo”. Com este fio condutor, a Paróquia tomou a grande iniciativa de preparar-se para a festa de sua Padroeira, Nossa Senhora de Lourdes, convocando todos os fiéis paroquianos a uma caminhada missionária, realizada no último dia 15, em visita a todos os lares das comunidades rurais e urbanas, em atenção aos apelos do Papa Francisco: “Igreja em saída ao encontro dos afastados, dos pobres e excluídos, formando discípulos missionários para testemunhar o Evangelho a serviço do Reino de vida plena para todos”. Na terça-feira (31), festa litúrgica da Visitação de Nossa Senhora, que marca o encerramento do mês Mariano, o Arcebispo Metropolitano Dom Luís Pepeu presidiu a Missa Solene em louvor a Nossa Senhora de Lourdes, este dia festivo a ela dedicado pelos encruzilhadenses. Dentro da proposta do tema geral da festa e dos elementos motivadores, o Arcebispo destacou em sua homilia que a Igreja, próprio pela sua condição de ser Igreja, tem a missão misericordiosa de “cuidar de nossa casa comum”, não fazendo uso irresponsável dos bens que o Criador e Senhor colocou em suas mãos. Lembrou, então, que o projeto do Criador é maravilhoso, mas encontra-se ameaçado, fazendo referência a dois gritos que geram a preocupação pela ecologia: o grito dos pobres, os que mais sofrem e são ameaçados, e o grito da Terra que geme pela exploração e consequente destruição. Dom Luís também se referiu a um tema muito caro ao Papa Francisco: a “conversão ecológica”, que implica responsabilidade, encontro e diálogo, traduzido como uma efetiva mudança do modo de pensar, de ser e de agir de todas as pessoas no mundo de hoje, diante de tudo aquilo que o Criador colocou nas mãos de suas criaturas a fim de que administrassem com sabedoria. Referindo-se à Festa da Visitação de Nossa Senhora, lembrou que Maria foi motivada por uma atitude de caridade feita disponibilidade e discrição e que, com Isabel, acolhe em sua vida a ação de Deus. Dom Luís lembrou também que para acolher, é preciso sair de si próprio e este é, mais que um convite, o grande apelo para a Igreja de hoje: ser uma Igreja em “saída”, uma Igreja que, saindo de si mesma, vai ao encontro e acolhe os outros. A Missa foi concelebrada pelo Pároco Padre Vasco, contando com a presença de uma grande multidão de fiéis e devotos de Nossa Senhora de Lourdes, que, como peregrinos no meio das lutas e tribulações da vida, foram invocar a maternal proteção e consolação da Virgem Maria para todos. Após a Santa Missa, aconteceu a Procissão pelas ruas da Cidade com a imagem de Nossa Senhora de Lourdes.

 

Dia 29 - DOM LUÍS CELEBRA NO ENCERRAMENTO DA FESTA DE NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ


A Paróquia Nossa Senhora Rainha da Paz e São Vicente de Paulo, depois de um novenário muito intenso de preparação, celebrou neste domingo (29), a festa de Nossa Senhora da Paz, contando com a presença e participação de um grande número de fiéis. Dom Luís presidiu a Celebração Eucarística, que aconteceu após a procissão da Imagem de Nossa Senhora Rainha da Paz pelas imediações da Igreja Matriz. O pároco Padre Valmir concelebrou a Santa Missa com o Arcebispo. Foi uma celebração muito bonita, com uma liturgia bem preparada, contando com a participação dos diversos grupos de pastorais e movimentos da Paróquia e a presença animadora das Comunidades Rurais. Dom Luís saudou a todos os presentes, falando de sua grande alegria em encontrar-se ali com a Comunidade de Nossa Senhora Rainha da Paz neste tempo privilegiado da Paróquia para a festa de sua Padroeira. Este momento celebrativo, sublinhou o Arcebispo, reunidos em oração e em ação de graças ao Deus da vida, fonte de misericórdia, constitui um tempo muito propício para uma interiorização, onde todos são convidados a refletir sobre a própria caminhada comprometida com a construção do Reino de Deus através da vivência e do engajamento na vida da paróquia em comunhão com toda a Igreja. Lembrou Dom Luís que o tema norteador da festa da Padroeira está em sintonia com a proposta do Papa Francisco no contexto do Ano Santo da Misericórdia: “Missionários da Misericórdia”. Em sua homilia, o Arcebispo lembrou o exemplo de Maria, imagem e modelo da Igreja missionária, Igreja em saída. Maria, pela anunciação do Anjo Gabriel, recebeu o dom mais precioso de Deus: ser Mãe do Verbo Encarnado. O primeiro gesto do seu “Sim” ao Pai foi colocar-se a caminho para servir e levar Jesus. Maria, no Magnificat, exulta de alegria e proclama a grandeza de Deus, de sua bondade e misericórdia que atua e se revela na história do mundo, a todos, particularmente, aos últimos, os pobres e pequenos, os humildes, humilhados e oprimidos. No Magnificat, Maria experimenta, canta e revela o amor fiel e misericordioso de Deus que se estende de geração em geração. A exemplo de Maria, a Igreja deve ser “missionária da misericórdia”, ou seja, deve anunciar a alegria e o perdão misericordioso do Pai, levando Jesus aos corações da humanidade. Dom Luís, ao concluir sua homilia, exortou todos os fiéis e devotos de Nossa Senhora Rainha da Paz que aprendam com Maria a participar no amor compassivo e misericordioso de Jesus pela humanidade ferida. “Nunca nos cansemos de oferecer misericórdia”: estas foram as palavras finais do Arcebispo, pedindo também que Maria possa visitar a todos com o seu amor materno, levando-lhes esperança e consolação. No final da celebração, Dom Luís foi saudado carinhosamente por muitos fiéis, que lhe foram ao encontro e lhe dirigiram uma palavra amiga, um aperto de mão e um abraço, invocando-lhe também a sua bênção.

Dia 26 - SOLENIDADE DE “CORPUS CHRISTI” EM VITÓRIA DA CONQUISTA




Na tarde desta quinta-feira (26), Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, milhares de fiéis católicos, aproximadamente cinco mil pessoas, procedentes das 10 paróquias da Cidade de Conquista, que compõem o Vicariato São Lucas, lotaram os espaços do Ginásio de Esportes Raul Ferraz para a Solene Celebração Eucarística presidida pelo Arcebispo Dom Luís Pepeu e concelebrada pelos diversos padres do Vicariato. Participaram da Celebração Eucarística e exerceram sua diaconia os Diáconos Permanentes da Cidade de Conquista. Estavam presentes também as religiosas, os seminaristas, muitos coroinhas e os ministros extraordinários da Sagrada Comunhão. A liturgia da solenidade de “Corpus Christi” tem a centralidade em Jesus que a todos se dá como alimento na Eucaristia, memorial vivo do Sacrifício Redentor, exigindo a adesão à sua Pessoa a quem o quiser seguir como discípulo missionário. Dom Luís, na homilia, lembrou que a solenidade do Corpo e Sangue de Cristo faz eco à celebração da Quinta-feira Santa, recordando a última Ceia, ao mesmo tempo que coloca todos os cristãos em profunda sintonia com o mistério da Páscoa do Senhor. Sublinhou que neste Ano Santo da Misericórdia, o Sacramento da Eucaristia assume especial relevo como “ápice e fonte”da vida cristã, pois a Ceia Eucarística é uma forma especial de “ação de graças” pelo dom inefável de Jesus Cristo, que oferece a vida por amor a toda a humanidade, o amor misericordioso de Deus em Jesus Cristo. A solenidade deste dia leva cada cristão a experimentar, de forma mística e concreta, este mistério da entrega do Senhor Jesus. Dom Luís também destacou a importância de cada cristão, ao celebrar a Eucaristia, atualizar os gestos de amor oblativo em favor da vida de todas as pessoas, sendo alimento para a vida do mundo através do amor fraterno, da partilha solidária, sempre movido pela misericórdia e sentindo no fundo do coração uma intensa compaixão pelos que se encontram caídos, cansados e abatidos à margem do caminho. Dom Luís concluiu sua homilia convidando a todos os presentes a assumir, ao longo deste Ano da Misericórdia, o compromisso de partilhar o pão da vida diária. No final da celebração, após a distribuição da Sagrada Comunhão aos fiéis e proclamada a Oração depois da Comunhão, foi o momento de preparação para a Procissão do Santíssimo Sacramento. Dom Luís motivou a multidão para este momento significativo, destacando que a Procissão lembra a caminhada do povo de Deus, povo peregrino, em busca da Terra Prometida. Se, na travessia do deserto, esse povo foi alimentado com o maná descido do céu, hoje, o alimento é o próprio Corpo de Cristo. Solenemente, o Arcebispo tomou em suas mãos o Hostensório, dirigindo-se para os espaços externos do Ginásio de Esporte, dando início à Procissão com o Santíssimo Sacramento, que abençoava a Cidade de Conquista. A Procissão, acompanhada pela grande multidão, que, piedosamente, cantava e rezava, percorreu as principais ruas da Cidade em direção à Igreja Catedral Nossa Senhora das Vitórias. Já no início da noite, chegando à praça da Catedral, das escadarias da suntuosa Igreja Mãe, Dom Luís concluiu a celebração com a solene bênção do Santíssimo. A Celebração foi muito bonita, constituindo-se em uma grande demonstração pública da fé católica do povo conquistense.

 

Dia 22 - PASTORAL DA CRIANÇA CELEBRA 22 ANOS EM CÂNDIDO SALES


A Pastoral da Criança fundada no dia 1º de maio de 1994 na Paróquia de Cândido Sales, Arquidiocese de Vitória da Conquista, celebrou neste dia 22 o seu Vigésimo Segundo aniversário. A Irmã Conceição Cantão, Coordenadora Arquidiocesana da Pastoral, participou da celebração. Nestes dias ela visitou também a Pastoral da Criança em Lindo Horizonte, Paróquia de Anagé, implantada há 2 anos. A Pastoral da Criança é um organismo de ação social da CNBB, que alicerça sua atuação na organização da comunidade e na capacitação de líderes voluntários que ali vivem e assumem a tarefa de orientar e acompanhar as famílias vizinhas em ações básicas de saúde, educação, nutrição e cidadania tendo como objetivo o "desenvolvimento integral das crianças, promovendo, em função delas, também suas famílias e comunidades, sem distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político" (Estatuto Art 2º). Trabalha-se por um mundo sem mortes materno-infantis evitáveis e onde todas as crianças, mesmo as mais vulneráveis, viverão num ambiente favorável ao seu desenvolvimento" (Cf. Is 65,16). A missão da Pastoral da Criança é promover o desenvolvimento das crianças, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, desde o ventre materno até os seis anos, por meio de orientações básicas de saúde, nutrição, educação e cidadania, fundamentadas na mística cristã que une fé e vida, contribuindo para que suas famílias e comunidades realizem sua própria transformação.

 

 

Dia 22 - CRISMA NA PARÓQUIA DE GUADALUPE EM VITÓRIA DA CONQUISTA


Na noite deste domingo (22), Solenidade da Santíssima Trindade, Dom Luís Pepeu celebrou a Solene Eucaristia na Igreja Matriz da Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, Conquista, na qual conferiu o sacramento da crisma a mais de 100 jovens da Comunidade Paroquial. Ao chegar na Igreja, o Arcebispo foi calorosamente acolhido pelo pároco Pe. Bebeto, pelos catequistas, equipes de pastoral e outras pessoas da Comunidade. Na ocasião, Dom Luís saudou a todos da comunidade e aproveitou para agradecer o gesto de carinho com que recebido. Na homilia, destacou a importância da Solenidade da Santíssima Trindade, que pretende ser para a comunidade momento privilegiado e oportuno para contemplar o Deus que é amor e, constantemente, convida o ser humano a participar da comunhão deste mistério de amor. Passando pela primeira leitura, enfatizou que o texto propõe ao ser humano a contemplação do Deus criador e reflete sobre a origem da sabedoria e a sua função no plano de Deus. Esta sabedoria tem origem em Deus, com quem está em íntima relação, e se destina aos homens e mulheres, pondo-os em relação e em contato com Deus. Na segunda leitura, o ouvinte é convidado a contemplar Deus que, por seu amor e pela sua misericórdia, justifica o ser humano, de modo totalmente gratuito e incondicional, por mediação do Filho. E pelo Espírito Santo, o amor de Deus é derramado abundantemente no coração humano. O Evangelho é, igualmente, um convite para contemplar o amor do Pai, que se manifesta na doação e na entrega do Filho e que continua presente na caminhada da Igreja e da história através do Espírito. Dom Luís sublinhou que, na Solenidade da Santíssima Trindade, a Comunidade Cristã é convidada a contemplar o amor de um Deus que nunca desistiu do ser humano e que sempre buscou meios de vir ao seu encontro. No contexto da celebração do Ano da Misericórdia, Dom Luís, fazendo suas as palavras do Papa Francisco, ressaltou que “o nome de Deus é misericórdia” e “misericórdia é a palavra que revela o mistério da Santíssima Trindade”. Concluindo suas reflexões, Dom Luís dirigiu-se aos mais de 100 jovens crismandos, lembrando-lhes que a Crisma, ou o Sacramento da Confirmação, deve significar na vida do jovem a maturidade de sua vivência cristã de fé, uma fé vivenciada na própria comunidade. Daí, emerge o compromisso do crismado no engajamento da ação evangelizadora da Igreja. Aquele que é confirmado na fé pelo Sacramento da Crisma deve ser responsável e comprometer-se com uma Igreja Discípula e Missionária, uma Igreja Misericordiosa e Profética. No final da Celebração Eucarística, toda a Comunidade Paroquial manifestou grande alegria pelos jovens crismados e também pela oportunidade da presença de seu Pastor em seu meio. Uma grande multidão que se comprimia, participou com muito entusiasmo e piedade da Santa Missa. Foi um momento de graças e bênçãos de Deus na vida daquela Comunidade Paroquial.

 

Dia 21 - DOM LUÍS PEPEU CELEBRA ENCERRAMENTO DO NOVENÁRIO DE SANTA RITA EM ITABUNA


Neste sábado (21), às 19h30min, na Paróquia Santa Rita de Cássia, Frades Capuchinhos, Diocese de Itabuna (BA), Dom Luís, a convite do Pároco Fr. Genilton, presidiu a Solene Celebração Eucarística na última noite do Novenário em preparação para a Festa da padroeira Santa Rita. Partindo do contexto da celebração do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, a reflexão de Dom Luís foi norteada pela temática: “Santa Rita, Modelo de Misericórdia”. Esta meditação, nas palavras de Dom Luís, sem grandes pretensões, quer ser uma motivação aos fiéis e devotos de Santa Rita na busca constante de vivenciar o presente Jubileu através da observância e da prática das obras espirituais e corporais de misericórdia. Dom Luís, citando uma passagem do Evangelho onde Jesus afirma: “Todas as vezes que o fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, foi a mim que o fizestes”, destacou que as obras de misericórdia são exigências da caridade e do amor misericordioso, e que cada um será julgado pelas obras de misericórdia praticadas, ou deixadas de praticar. Referindo-se à vida de Santa Rita de Cássia, mencionou algumas de suas grandes virtudes: uma vida de piedade, demonstrando desde pequena uma grande devoção a Nossa Senhora e a Jesus Crucificado;  uma vida pautada pela total obediência, mesmo quando esta se opunha ao chamado religioso que sentia em sua alma desde cedo; uma vida marcada pela extrema paciência, em espírito de oração e de grandes sacrifícios, diante das asperezas e dissabores que a vida conjugal lhe proporcionava; uma vida atenta ao Evangelho. Dom Luís lembrou muito bem que em Santa Rita, pode-se encontrar o exemplo para as mães que querem construir o seu lar à luz da Palavra, aquecido com o fogo abrasador do Espírito Santo. Santa Rita, continua Dom Luís, encontrando-se sozinha no mundo, experimenta a noite escura tão peculiar aos santos. No entanto, tomada pela determinação e pelo espírito de obediência, foi capaz de reerguer-se do leito do desânimo e por-se a caminho, entregando-se totalmente a Deus e dedicando-se com mais intensidade e liberdade de espírito aos enfermos e aos pobres e necessitados. Como a parábola do Bom Samaritano, Santa Rita foi ao encontro dos pobres e enfermos, cuida dos feridos, dos caídos e enfraquecidos. Acolhida na Ordem Agostiniana, torna-se um modelo de humildade, na prática da caridade e na alegria de estar fazendo a vontade de Deus. No auge da contemplação, tendo amado até as últimas consequências o Divino Esposo, dele recebe o dom mais precioso, sinal do espinho em sua fronte como prova de sua participação na Paixão de Cristo. A Celebração Eucarística foi concelebrada pelo Pároco Fr. Genilton e contou com a presença dos demais membros da Fraternidade local. Uma grande multidão de fiéis participou desta última noite do novenário. Dom Luís Pepeu foi muito bem acolhido, tanto pelos frades, como também pelo povo em geral. Ele voltou para sua Sede Episcopal muito contente pela receptividade dos itabunenses.

 

Dias 20 a 22 - PRIMEIRO ENCONTRO DA JUVENTUDE MISSIONÁRIA ESTADUAL EM VITÓRIA DA CONQUISTA

Neste final de semana, em Vitória da Conquista, mais de 100 jovens de 11 Dioceses da Bahia participaram do 1º Encontro Estadual da Juventude Missionária. No sábado, pela manhã, o grupo foi saudado pelo Arcebispo Dom Luís Pepeu. A Juventude Missionária animada pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM) é um setor da Pontifícia Obra da Propagação da Fé, Obra fundada por uma leiga, Paulina Maria Jaricot (1799-1822), em 3 de maio de 1822, em Lyon (França). No Brasil existem outros grupos de Juventude Missionária que não estão vinculados às POM, que são acompanhados por movimentos, congregações religiosas, etc., possuindo, portanto, outra orientação e metodologia. Do encontro em Vitória da Conquista participaram representantes das Dioceses de Alagoinhas, Barreiras, Bom Jesus da Lapa, Caetité, Camaçari, Eunápolis, Ilhéus, Jequié, Paulo Afonso, Serrinha e Arquidiocese de Vitória da Conquista. Também participaram algumas religiosas, o Secretário Nacional da Pontifícia Obra da Propagação da Fé - Guilherme Cavalli, o Coordenador Estadual, Daniel Bittencourt e alguns padres, a exemplo do Coordenador do Comire-NE3 - Padre Antônio Niemec (Salvador); do Referencial da JM Estadual - Padre Irineu Meira (Vitória da Conquista); Padre Hélio (Caetité); Padre Alexandre e Padre  Martins (Serrinha).

Dias 17 a 19 - ATUALIZAÇÃO DO CLERO DE VITÓRIA DA CONQUISTA

Nos dias 17 a 19, no Convento dos Frades Capuchinhos, em Vitória da Conquista - BA, aconteceu a Atualização do Clero 2016 da Arquidiocese de Conquista, tendo por tema: “Instrução Geral do Missal Romano”. Participaram deste encontro de formação permanente os sacerdotes e diáconos permanentes. O Arcebispo, Dom Luís Pepeu, conduziu os trabalhos. O objetivo foi fazer um amplo estudo na área da Liturgia, tendo como instrumento de trabalho o texto oficial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB, em sua 3ª. edição típica: Instrução Geral do Missal Romano e Introdução ao Lecionário. A formação privilegiou o aspecto da celebração da Eucaristia em seus mínimos detalhes.

Dia 14 - APRESENTAÇÃO DO BISPO COADJUTOR DA DIOCESE DE JUAZEIRO - BAHIA


Aconteceu na noite deste sábado (14), na Diocese de Juazeiro (BA), véspera da Solenidade de Pentecostes, a Cerimônia de Apresentação do seu Bispo Coadjutor Dom Carlos Alberto Breis, OFM. A celebração da Santa Missa começou às 19h30min. Os celebrantes, bispos e padres, reuniram-se na nova Residência Episcopal, inaugurada na tarde do sábado por Dom Beto, onde se paramentaram, saindo em procissão em direção à Catedral-Santuário Nossa Senhora das Grotas. A celebração foi presidida pelo Arcebispo de Feira de Santana Dom Zanoni Demettino e concelebrada por Dom Geraldo, Bispo Diocesano de Juazeiro, e por outros bispos do Regional NE-3 da CNBB, entre os quais, Dom Luís Pepeu, Arcebispo de Vitória da Conquista. Concelebraram com os bispos muitos padres, tanto membros do Clero local, como também padres vindos de outras regiões e confrades franciscanos de Dom Beto. A celebração aconteceu na praça da Catedral, contando com representantes dos diversos grupos pastorais e movimentos da Diocese e uma grande multidão de fiéis católicos, que ocuparam todos os espaços da praça à frente da Igreja Catedral-Santuário. Dom Luís Pepeu, em um belo gesto fraterno e em sinal de comunhão episcopal, participou da Celebração de Apresentação. Voltou da cerimônia radiante de alegria e cheio de entusiasmo pelo irmão e novo membro do Episcopado do Regional NE-3. Em seus comentários, não deixou de tecer elogios pela bela e grandiosa receptividade do povo católico ao seu Bispo Coadjutor.

Dia 13 - FESTA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA EM CONQUISTA


O Arcebispo Metropolitano Dom Luís Pepeu presidiu a Solene Celebração Eucarística de Encerramento da Festa de Nossa Senhora de Fátima, Excelsa Padroeira da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e Santo Antônio de Lisboa, Frades Capuchinhos, em Vitória da Conquista. A festa deste ano, em comunhão com a Igreja de todo o mundo, no contexto da celebração do jubileu extraordinário do Ano Santo da Misericórdia, foi preparada por um animado trezenário, tendo por tema central: “Com Maria, sigamos Jesus, o Rosto da Misericórdia do Pai”. Em suas palavras, o Arcebispo salientou que este tema norteador de toda a trezena e do dia festivo quer ser uma constante motivação aos devotos da Virgem de Fátima e de todos os fiéis católicos para a vivência mais concreta do Jubileu da Misericórdia, através da observância das obras de misericórdia no espírito das bem-aventuranças no quotidiano da vida. Em suas palavras iniciais, Dom Luís dirigiu uma saudação fraterna a Frei Gilson, Pároco de Nossa Senhora de Fátima, a Frei Liomar, Provincial dos Frades Capuchinhos da Província Bahia e Sergipe, a Frei Geraldo, Guardião da Fraternidade Nossa Senhora de Fátima, e aos demais concelebrantes e também aos religiosos e religiosas presentes, formandos, seminaristas, vocacionados, coroinhas e ministros, à Comissão de Festa e às Comunidades rurais e urbanas da Paróquia. Na sua homilia, Dom Luís destacou a importância da festa da Padroeira como um tempo propício de interiorização e muito oportuno para uma avaliação e renovação do compromisso da Comunidade em vivenciar a sua vocação de Igreja Discípula, Missionária, Misericordiosa e Profética. Destacou o grande acontecimento das aparições da Virgem Maria em Fátima como sinal de paz e uma luz de esperança para um mundo que vivia uma situação trágica, ameaçado pela fatalidade do mal, por guerras, pelo ódio e divisões, pela falta de fé, pela apatia e pelo indiferentismo religioso, um mundo ameaçado pelo egoísmo e autossuficiência. Afirmou também que Fátima se apresenta como uma palavra profética e uma intervenção divina na história da humanidade mediante o rosto materno de Maria, Mãe de ternura e de misericórdia. No final de sua homilia, exortou os fiéis e devotos a viverem, segundo o exemplo da Virgem Maria, o amor compassivo e misericordioso de Jesus, sempre solidários ao sofrimento do outro, realizando as obras de misericórdia e promovendo a justiça e a paz nas comunidades, na sociedade e no mundo inteiro. A celebração eucarística aconteceu no grande pátio à frente da Igreja com a presença de uma grande multidão de fiéis. Por falta de espaço, muitas pessoas participaram da missa do lado de fora, na circunvizinhança do pátio. Após a Santa Missa, o povo saiu em procissão, conduzindo o andor de Nossa Senhora de Fátima. Foi uma brilhante festa.

Dia 8 - SOLENIDADE DA ASCENÇÃO DO SENHOR


Na noite deste domingo (8), Solenidade da Ascenção do Senhor, Dom Luís celebrou a Santa Missa na Igreja Catedral Nossa Senhora das Vitórias. A Igreja estava repleta: uma grande multidão estava presente na celebração. Na saudação inicial, Dom Luís dirigiu uma palavra às mães pela comemoração do seu dia, 2º. domingo de maio. Na homilia, enfatizou o sentido da solenidade da Ascenção do Senhor, lembrando que, no final de um caminho realizado no amor e na doação, está a vida em comunhão com Deus, a vida definitiva. A celebração recorda aos cristãos que, tendo Jesus sido elevado para junto do Pai, encarrega a comunidade dos seguidores de continuar realizando o projeto libertador de Deus no mundo de hoje, como novos discípulos missionários. A força para este testemunho será dada pelo Espírito que vai ser enviado pelo Pai e pelo Filho e derramado sobre a comunidade fiel. A Ascenção de Jesus sugere que a comunidade deve assumir com responsabilidade a missão de construir o mundo onde habita a justiça e a paz, o novo céu e a nova terra. Concluindo sua homilia, dirigiu uma prece de ação de graças ao Senhor por todas as mães, neste seu dia, invocando a intercessão e a proteção de Maria, intitulada na Arquidiocese Nossa Senhora das Vitórias, sobre todas as mães. No final da celebração, as mães foram homenageadas calorosamente. Dom Luís, ao saudar cada mãe que vinha a seu encontro e as demais pessoas, recebeu também carinhosos cumprimentos de felicitações pela sua mãe.

Dia 8 - ARCEBISPO CELEBRA E ADMINISTRA CRISMA NA PARÓQUIA DIVINO ESPÍRITO SANTO, EM POÇÕES


Na manhã deste Domingo (8), Solenidade da Ascenção do Senhor, dentro da programação do novenário em preparação para a Festa do Padroeiro, a Paróquia do Divino Espírito Santo, em Poções, acolheu o Arcebispo, que presidiu a Santa Missa, na qual administrou o Sacramento da Crisma. Eram em torno de 100 jovens, devidamente preparados, provenientes das diversas Comunidades Rurais da Paróquia. A Missa foi celebrada na Igreja Matriz do Divino Espírito Santo e contou com a presença do seu Pároco, o Mons. Carvalho, que concelebrou com o Arcebispo. A festa do Divino Espírito Santo deste ano, celebrada no contexto do Ano Santo da Misericórdia, está sendo norteada pelo tema central: “A Sabedoria que vem do Alto é cheia de misericórdia”. Este tema quer ser um convite a todos, especialmente aos jovens crismandos, a tornarem-se misericordiosos como o Pai. Dom Luís lembrou que a misericórdia é um dos temas mais fortes da doutrina cristã, visto que a salvação de um pecador é um ato da infinita misericórdia de Deus em favor da humanidade. Citando São Tiago, o Arcebispo destacou que a sabedoria que vem do alto é cheia de misericórdia. Além do mais, segundo Jesus Cristo, a virtude da misericórdia deve estar presente em seus seguidores, pois são os misericordiosos que alcançarão a misericórdia divina. Trata-se de um convite aos cristãos de todos os tempos a viverem de acordo com a “sabedoria de Deus”, pois somente ela pode conduzir o ser humano ao encontro da vida plena. Após uma breve explicitação sobre os textos das leituras da liturgia do dia, Solenidade da Ascensão do Senhor, Dom Luís dirigiu uma mensagem aos jovens crismandos, recordando-lhes que, pelo dom do Espírito Santo que eles receberão através do Sacramento da Confirmação, serão marcados com um sinal espiritual e se tornarão mais conformes com Cristo e mais perfeitamente membros da Igre4ja. Sendo marcados na fronte com o sinal da Cruz de Cristo, deverão ser testemunhas da sua paixão e ressurreição, fazendo com que suas vidas difundam por toda parte o bom odor de Cristo. Por fim, exortou os jovens a serem membros vivos da Igreja, dedicando-se, pela força e pela ação do Espírito Santo, ao serviço de todas as pessoas, a exemplo de Cristo, que veio ao mundo não para ser servido, mas para servir. Neste sentido, ressaltou o Arcebispo, é importante que o jovem assuma o compromisso de engajar-se nos diversos serviços e ministérios da Comunidade Eclesial e na ação pastoral e evangelizadora da Igreja. O Sacramento da Crisma é considerado o sacramento da maturidade cristã, pois implica um seguimento radical e comprometido com a missão de Jesus Cristo na doação total à causa do Reino de Deus. No final da celebração, a Assembleia cumprimentou os jovens crismados, que demonstravam grande euforia. Muitos dos presentes também aproveitaram este momento oportuno para uma saudação ao seu Pastor.

Dia 4 - REUNIÃO DO CONSELHO PRESBITERAL


Sob a presidência do Arcebispo Metropolitano Dom Luís Pepeu, esteve reunido neste dia 4 de maio, nos espaços da Igreja Paroquial de Nossa Senhora das Candeias, o Conselho Presbiteral da Arquidiocese para tratar de assuntos inerentes à vida e à caminhada eclesial da própria Arquidiocese. O Plano Pastoral Arquidiocesano é sempre retomado nessas reuniões como referência para a ação evangelizadora na Arquidiocese. A reunião teve início com um momento de oração com a invocação ao Espírito Santo, seguido de um momento de reflexão e meditação sobre o Ano da Misericórdia. Após a leitura da Ata anterior prosseguiu-se com os trabalhos. Dentre outros assuntos da pauta tratou-se da peregrinação com a imagem de Nossa Senhora Aparecida, por ocasião dos 300 anos da aparição da imagem; incentivo ao apostolado da OVS; pedidos de ordenação diaconal; Ano da Misericórdia; e orientações da Província Eclesiástica ao Povo de Deus para as eleições 2016. Na parte da tarde, terminada a reunião do Conselho Presbiteral, o Arcebispo reuniu-se com os Vigários Regionais.



Dia 1º. - FESTA DE SÃO JOSÉ OPERÁRIO, PADROEIRO DA COMUNIDADE DE CAMPINHOS EM VITÓRIA DA CONQUISTA


Neste domingo, 1º. de Maio, Dom Luís celebrou a Solene Eucaristia da Festa em louvor e honra a São José Operário, excelso padroeiro da Comunidade de Campinhos, Paróquia de Santa Terezinha, em Vitória da Conquista. Dentro do contexto do Ano Santo da Misericórdia, a celebração do dia festivo em louvor a São José foi norteada pelo tema: “São José, operário justo revestido da Misericórdia do Pai”.  O Arcebispo, em sua homilia, lembrou que a festa de São José Operário foi instituída no ano de 1955, pelo Papa Pio XII, fazendo-a coincidir com a “festa do trabalho”, conferindo, assim, a esta, uma dimensão cristã. Desta forma, acentuou o Arcrebispo, o Papa Pio XII, através da festa litúrgica, quis oferecer aos trabalhadores cristãos um modelo e um protetor. O humilde carpinteiro de Nazaré é exemplo para a meditação da nobreza do trabalho e muito pode ensinar aos outros trabalhadores a dignidade do trabalho, esta grande virtude que transforma a natureza e realiza o homem que, com seu próprio trabalho, tira o sustento necessário da família. Dom Luís também recordou que, em São José, Padroeiro da Igreja Católica, os trabalhadores de fé podem depositar a certeza de contar com a constante proteção. A missa foi concelebrada pelo Pároco Pe. Black e contou com a presença e participação de uma grande multidão da Comunidade de Campinhos e de comunidades circunvizinhas. Muitos fiéis e devotos de São José foram agradecer os inúmeros benefícios recebidos e pedir sua proteção para todos os trabalhadores, nestes tempos tão difíceis, marcados por tantas crises e pelo desemprego. Terminada a Missa, muitas pessoas foram ao encontro do Arcebispo para saudá-lo em demonstração de grande alegria pela presença do Pastor em seu meio e como um gesto de carinho e de acolhida.

 
ANO SANTO DA MISERICÓRDIA Imprimir E-mail

 

NOTÍCIAS DE ABRIL - 2016

Dia 30 - REUNIÃO DO CONSELHO PASTORAL ARQUIDIOCESANO

Na manhã deste sábado (30), no salão Dom Climério da Igreja Catedral em Vitória da Conquista, Dom Luís Pepeu presidiu a reunião do Conselho Pastoral Arquidiocesano (CPA). Este Conselho Pastoral, de natureza consultiva, reúne-se duas vezes por ano e, em comunhão com o Arcebispo, tem a competência de planejar e avaliar as atividades pastorais em nível arquidiocesano e propor pistas que julgue conveniente ao bom desenvolvimento da ação evangelizadora da Arquidiocese. Além do Arcebispo, participam como membros efetivos deste Conselho o Vigário Geral, o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral e os Vigários Regionais. Os demais membros integrantes deste Conselho Pastoral são eleitos como representantes dos Movimentos e dos diversos seguimentos da Pastoral Arquidiocesana, além de contar com a indicação de dois representantes por Vicariato. No horário proposto (8h30min), o Coordenador de Pastoral, Diácono Luciano, convidou a Assembleia para a oração de abertura da reunião. Esta oração, dirigida pelo Coordenador de Pastoral, teve como fonte de inspiração o tema do Ano Santo da Misericórdia. Após a oração, o Arcebispo fez a abertura da reunião, com a saudação e acolhida de boas-vindas aos participantes, lembrando, em seguida, a fundamental importância do encontro para a pastoral e a ação evangelizadora da Igreja Local em comunhão com toda a Igreja. O encontro do CPA, afirmou o Arcebispo, é um momento privilegiado e muito importante de animação da caminhada da Igreja Local, pois visa promover o diálogo e a participação de todos os fiéis representados pelos membros indicados pela Assembleia Arquidiocesana. Após a saudação do Arcebispo, o Coordenador de Pastoral deu prosseguimento aos trabalhos da pauta proposta, fazendo uma memória do Plano de Pastoral 2016, aprovado pela última Assembleia Arquidiocesana, com uma breve apresentação das propostas para este ano, levando em consideração o compromisso, o objetivo geral e as urgências, segundo a metodologia utilizada para a operacionalização das propostas. Após a apresentação do Diácono Luciano, o Pe. Irineu, referencial da Ação e Animação Missionária, fez uma suscinta apresentação do tema “Igreja em Estado Permanente de Missão”. Pe. Irineu falou aos presentes que a Igreja é essencialmente missionária. Por esta vocação, a Igreja está diante da urgência de pensar estruturas pastorais que favoreçam a realização desta consciência missionária, que deve impregnar todas as estruturas eclesiais e todos os planos pastorais. Fechar-se à dimensão missionária implica fechar-se ao Espírito Santo atuante, impulsionador e defensor. A vocação missionária da Igreja interpela o discípulo a sair ao encontro das pessoas, das famílias, das comunidades, dos povos, ser uma “Igreja em saída” ao encontro daqueles que estão perdidos nas periferias geográficas e existenciais. A esta altura, o Arcebispo, reforçando as palavras de Pe. Irineu, fez uma eloquente intervenção, lembrando que Jesus Cristo, o grande missionário do Pai, envia seus discípulos em constante atitude de missão. Esta atitude missionária não se trata de “um algo mais” a ser acrescentado a outros serviços ou atividades, mas de dar a tudo que se faz um sentido missionário. Lembrou ainda que todos os cristãos, pelo batismo, estão comprometidos com a ação evangelizadora da Igreja e, por isso mesmo, devem estar em estado permanente de missão, anunciando Jesus Cristo não necessariamente por palavras, mas, sobretudo, pelo próprio testemunho, por uma atitude de constante conversão. No momento seguinte, Dom Luís fez uma breve síntese da 54ª. Assembleia Geral da CNBB, lembrando o tema central: “Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade - Sal da terra e luz do mundo”. Dom Luís destacou que a Assembleia, em seus trabalhos de estudo e de reflexão, procurou pontualizar a grande importância do leigo, sobre o seu papel preponderante na Igreja e na sociedade, e a grande contribuição para a ação evangelizadora e missionária da Igreja, através de um maior engajamento em pastorais e nos movimentos. Dando prosseguimento à sua apresentação, o Arcebispo também fez referência às orientações pastorais da Arquidiocese. Neste sentido, ressaltou que o Plano Arquidiocesano de Pastoral deve ser concebido como um “livro de cabeceira”, do qual não se deve separar nunca, estando, assim, sempre à mão para as necessárias consultas. O Plano de Pastoral, qual bússola que indica o caminho a seguir, vai dar orientações básicas sobre o trabalho pastoral e a ação missionária. Dom Luís lembrou que estas orientações são proposições da base, das comunidades, trabalhadas nos Conselhos de Comunidade e Paroquiais, e assumidas para o quadriênio pela Assembleia Arquidiocesana de Pastoral. Após as colocações de Dom Luís, e feitos alguns informes, o Arcebispo deu por encerrada a reunião, convocando os presentes a rezarem a Oração do Ano Jubilar, concluindo com sua Bênção.

 

Dia 20 - ARCEBISPO CELEBRA E ADMINISTRA CRISMA NA COMUNIDADE NOSSA SENHORA APARECIDA EM VILA DO CAFÉ

Nesta quarta-feira (20), Dom Luís Pepeu, acompanhado de Frei Orlando, OFMCap. foi à Paróquia São João Batista, em Ribeirão do Largo, para presidir uma Celebração Eucarística por ocasião da Crisma para um grupo de 30 crismandos. A celebração aconteceu na Comunidade Nossa Senhora Aparecida em Vila do Café. Era noite. A capela da Comunidade estava em festa. Jovens, crianças, adultos, pessoas de todas as idades se reuniram em grande demonstração de fé. O recinto da celebração tornou-se muito pequeno para acolher a multidão de fiéis, muitos dos quais ocuparam os espaços externos circunvizinhos à capela. O Arcebispo foi recebido com uma grande demonstração de alegria e de carinho. A liturgia foi preparada pela própria comunidade da Vila do Café, seguindo a proposta da Missa da Confirmação. No início da celebração, Dom Luís dirigiu uma saudação a todos, externando seus sentimentos de alegria e de júbilo por estar ali para celebrar a Eucaristia com a comunidade. Dirigiu uma saudação aos líderes da comunidade, aos catequistas e às famílias dos crismandos. Saudou, enfim, os jovens crismandos, lembrando-lhes que, pelo sacramento da Crisma, com a imposição das mãos do Bispo e a unção real com o óleo do Crisma, eles serão confirmados com o selo do Espírito Santo. Na homilia, Dom Luís destacou a importância da presença do Espírito Santo na vida da Igreja como sinal da presença do amor de Deus. Referindo-se ao Sacramento da Crisma, destacou que por meio deste, o jovem, revestido da força vivificadora do Espírito, é consagrado para uma missão: a missão de Jesus Cristo, que não veio para ser servido, mas para servir e dá sua vida por todos. Com estas motivações, Dom Luís lembra aos crismandos a importância de eles, como pedras vivas, se engajarem na comunidade eclesial e se comprometerem com a missão evangelizadora e missionária da Igreja, assumindo com maturidade os diversos serviços em favor dos irmãos, em vista da construção do Reino de Deus. Terminada a Celebração Eucarística, todos, em clima festivo, trocaram os cumprimentos com os abraços e as saudações habituais. Foi uma explosão de alegria muito contagiante.

 

Dia 19 - REUNIÃO DO COLÉGIO DOS CONSULTORES

Sob a presidência do Arcebispo Metropolitano Dom Luís Pepeu, esteve reunido na manhã de hoje (19), na residência episcopal, o Colégio dos Consultores da Arquidiocese de Vitória da Conquista. Após a invocação ao Divino Espírito Santo foi feita uma leitura e meditação sobre o Ano da Misericórdia. Dentre os diversos assuntos da pauta, tratou-se do futuro Centro Pastoral Arquidiocesano, a situação de alguns imóveis, além da avaliação de alguns pedidos para reformas e conservação em algumas paróquias. A reunião foi encerrada com uma oração e invocação da proteção de Nossa Senhora das Vitórias.

 

Dia 18 - FACULDADE DOM PEDRO II EM VITÓRIA DA CONQUISTA


Representantes da Faculdade Dom Pedro II, de Salvador, têm visitado Vitória da Conquista, no intuito de implantar novos cursos superiores no Sudoeste baiano. Neste dia 18, a professora Terezinha Mendonça, diretora acadêmica, encontrou-se com o arcebispo Dom Luís Pepeu, com quem tratou do assunto. Também participaram da reunião o Mons. Uilton Pereira e o Pe. Alessandro Cardoso.


Dia 17 - DOM LUÍS CELEBRA E ADMINISTRA CRISMA NA PARÓQUIA DE APARECIDA EM VITÓRIA DA CONQUISTA

Na tarde deste domingo (17), 4º. Domingo do Tempo da Páscoa, também conhecido como o “Domingo do Bom Pastor”, Dom Luís celebrou a Santa Eucaristia na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Conquista, confiada aos Padres Vocacionistas. Na ocasião, o Arcebispo também crismou um grupo de aproximadamente 60 jovens da Paróquia. Na celebração, Dom Luís destacou que este domingo, o Domingo do Bom Pastor, é o dia mundial de oração pelas vocações e, por meio da Eucaristia, todos são chamados a celebrar em comunhão com o bispo de Roma, o Papa Francisco, e com todos os vocacionados. Lembrando o convite do Papa Francisco para que todos rezassem neste dia pelas vocações, ressaltou que a vocação cristã, bem como as vocações particulares, são dons da misericórdia divina e que a Igreja é a casa da misericórdia e terra onde a vocação germina, cresce e dá fruto. Na sua homilia, Dom Luís ressaltou que o 4º. Domingo da Páscoa ficou conhecido como o “Domingo do Bom Pastor” em razão de a Liturgia da Palavra propor em todos os anos um trecho do capítulo 10 do Evangelho de São João, onde Jesus é apresentado como Bom Pastor porque, diferentemente dos líderes de seu tempo, ele dá sua vida em favor da humanidade. Este é o sentido mais profundo da missão e da obra de Jesus: a vida plena das pessoas. Refletindo sobre a 1ª. leitura da liturgia deste domingo, Dom Luís ressaltou que a proposta de Jesus Cristo, o Bom Pastor, é aberta a todos, é uma proposta universal. No entanto, a leitura mostra duas atitudes opostas. A primeira atitude refere-se às ovelhas cheias de autossuficiência, instaladas em suas verdades, fechadas em seu mundo. A segunda atitude, ao contrário, refere-se às ovelhas sempre atentas à voz do Pastor, as ovelhas que se deixam desafiar pela proposta de Jesus, acolhendo-o com simplicidade, alegria e entusiasmo, seguindo o caminho que conduz à vida nova. Continuando sua reflexão, Dom Luís enfatizou que a 2ª. leitura aponta para a meta final do rebanho que segue o Bom Pastor: ser acolhido pelo Cordeiro imolado e ser conduzido às fontes da água da vida. Aos jovens crismandos, neste dia tão especial em que toda a Igreja é convidada a rezar pelas vocações, Dom Luís falou do compromisso que estes jovens devem assumir como Igreja viva, participando ativamente da comunidade e engajando-se com generosidade nos diversos serviços em favor dos irmãos, em vista da construção do Reino de Deus. Na conclusão das preces da assembleia, Dom Luís convidou todos os presentes a rezarem juntos a oração do Papa Francisco pelas vocações. Os Padres Vocacionistas da Comunidade, Pe. José Carlos e Pe. Carlos Valério, concelebraram com o Arcebispo. Grande era o número de fiéis presentes que acorreram à celebração, deixando a Igreja superlotada. A Santa Missa foi muito bem preparada pelas equipes de liturgia, catequistas e outros grupos da Paróquia e bem participada por toda a assembleia.

 

Dias 6 a 15 - DOM LUÍS PARTICIPA DA 54ª. ASSEMBLEIA GERAL DA CNBB, APARECIDA - SP


O Episcopado brasileiro esteve reunido em Aparecida (SP) para a celebração da 54ª. Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que tradicionalmente acontece a partir da 2ª. Semana da Páscoa. Este evento reuniu mais de 300 bispos entre os dias 6 e 15 de abril. O Arcebispo de Vitória da Conquista, Dom Luís Pepeu, participou pela 16ª vez dessa Assembleia anual. A Assembleia dos Bispos, iluminada pelo tema geral “Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade - Sal da terra e luz do mundo”, procurou refletir sobre o papel importante do leigo e de sua grande contribuição para a ação evangelizadora e missionária da Igreja, através de um maior engajamento em pastorais e nos movimentos. Além do tema central sobre a importância do laicato, a agenda da Assembleia foi preenchida com outros temas prioritários e de grande relevância, a saber: a “Liturgia na Vida da Igreja”, a 14ª. Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos e a “Exortação da Família”, a conjuntura político-social, a mensagem “Pensando o Brasil”, a migração religiosa e as mudanças do quadro religioso no país e o dízimo. Outros assuntos também entraram em pauta. A Assembleia é um momento privilegiado de comunhão e de renovação da vida fraterna dos bispos que, em sinal de colegialidade e representando as Igrejas Particulares, desejam refletir a realidade e buscar meios eficazes de como anunciar o Evangelho em uma sociedade fragmentada. Dom Luís voltou a Conquista muito satisfeito com o clima de serenidade que marcou os trabalhos da Assembleia nestes 10 dias de encontro e com os resultados colhidos.

Dia 5 - BISPOS DA PROVÍNCIA ECLESIÁSTICA DE VITÓRIA DA CONQUISTA EMITEM NOTA SOBRE AS ELEIÇÕES 2016


Os Bispos da Província Eclesiástica de Vitória da Conquista: Dom Luís Pepeu (Arcebispo de Vitória da Conquista), Dom João Cardoso (Bispo de Bom Jesus da Lapa), Pe. Gilvan Pereira (Administrador Diocesano de Caetité), Dom José Ruy (Bispo de Jequié) e Dom Armando Bucciol (Bispo de Livramento de Nossa Senhora), reuniram-se neste dia 5, antes do início da Assembleia Geral, para refletir sobre o nevrálgico tema do ano eleitoral em vista das próximas eleições municipais, momento este de grande importância para os destinos dos municípios brasileiros que escolherão novos prefeitos e vereadores. Como fruto deste encontro, foi elaborada uma carta com orientações pastorais para este ano eleitoral de 2016. Segue a Nota dos senhores Bispos na íntegra:

Dia 3 - COM A ANIMAÇÃO DO VICARIATO SÃO LUCAS, DOM LUÍS PRESIDE A SANTA MISSA NO DOMINGO DA MISERICÓRDIA


Neste 2º. Domingo da Páscoa, dia em que a Igreja celebra a eterna Misericórdia Divina, o Vicariato São Lucas, seguindo as indicações do Plano Arquidiocesano de Pastoral para o Ano Santo da Misericórdia, organizou uma solene celebração do Domingo da Misericórdia. Às 4 horas da tarde, Dom Luís presidiu a Solene Eucaristia no espaço de eventos do Parque de Exposições Teopompo de Almeida, Vitória da Conquista, contando com a presença de cerca de 5 mil pessoas, vindas das diversas comunidades e paróquias do Vicariato São Lucas, bem como seguidores de grupos de espiritualidade da Divina Misericórdia. Concelebraram com o Arcebispo alguns padres do Vicariato: Pe. Gerson, Vigário Regional, Pe. Edmilson, Pe. Manoel e Frei Gilson. Estiveram na diaconia da celebração, os diáconos permanentes Luciano e Zezzinho. Também participaram da celebração algumas religiosas, seminaristas e vocacionados, além dos muitos ministros extraordinários da Sagrada Comunhão e coroinhas. Na saudação inicial, Dom Luís destacou que a celebração deste Domingo é como que o coração do Ano Santo da Misericórdia e, através da mesma, todos, sentindo-se acolhidos pelo próprio Pai misericordioso, são chamados a louvar a Deus por sua infinita misericórdia. Em sua homilia, Dom Luís recordou que a celebração da Divina Misericórdia no contexto do 2º. Domingo da Páscoa é uma festa litúrgica que foi instituída por São João Paulo II na celebração do Grande Jubileu de 2000, aurora do Terceiro Milênio, dedicado à celebração da misericórdia de Deus e o perdão. Destacou que a misericórdia de Deus, manifestada ao mundo por meio de Jesus Cristo, acompanha toda a peregrinação terrena do homem até seu encontro definitivo com o Cristo glorificado, Senhor e Juiz da história, um juiz compassivo, clemente e misericordioso. Refletindo sobre as leituras próprias da celebração, Dom Luís destacou o papel da Comunidade Cristã como espaço privilegiado do encontro com o Ressuscitado, acentuando que o cristão, regenerado pelo batismo, assume a condição de uma nova criatura. Por fim, sempre em sintonia com a liturgia, Dom Luís ressaltou que a graça deste ano jubilar reside, sobretudo, na possibilidade de uma preparação para celebrar a misericórdia de Deus durante toda a vida. Este, no entanto, é um tempo favorável para tratar as feridas, assumindo a realidade do pecado que fere o coração, possibilitando a todos o caminho do perdão e da reconciliação, sem perder a esperança da misericórdia divina, a fim de não se desertar do caminho da vida. Concluindo sua sábia reflexão, invocou a proteção da Virgem Maria, a Mãe de Jesus e Mãe da Igreja, a Mãe de Misericórdia, para que nunca se canse de volver à humanidade os seus olhos misericordiosos, fazendo com que homens e mulheres se tornem dignos de contemplar o rosto da misericórdia, seu Filho Jesus. A celebração Eucarística, preparada com muito zelo e em espírito de comunhão eclesial, foi verdadeiramente uma grande demonstração de fé. Os milhares de fiéis presentes deram um belo testemunho de uma Comunidade cristã viva, orante e celebrativa, aberta a transmitir ao mundo a paz do Ressuscitado, fruto do Amor e da Misericórdia de Deus. No final da celebração, muitos se avizinharam ao seu Pastor para dirigir-lhe os cumprimentos pela bela celebração. A todos, Dom Luís retribuía com uma saudação especial: ora com um aceno ou um aperto de mão, ora com um abraço paternal, ora com uma bênção especial, mantendo sempre o sorriso estampado em seu rosto sem sentir-se extenuado ou abatido pelo cansaço.

Dia 1º - ARCEBISPO CELEBROU, DIA 30, NA PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA EM RIBEIRÃO DO LARGO E ABENÇOOU ALTAR E AMBÃO


Nessa Quarta-feira da Oitava de Páscoa (30 de março), às 19 horas, Dom Luís celebrou a Santa Missa na Paróquia São João Batista em Ribeirão do Largo (BA). A celebração foi motivada por dois acontecimentos significativos: em primeiro lugar, o agradecimento de Dom Luís a Padre Rogério pelo dedicado trabalho que ele realizou à frente da Comunidade Católica de Ribeirão do Largo ao longo de quase um ano. Padre Rogério, incardinado na Diocese de Nazaré (PE), veio realizar uma experiência pastoral - um período sabático -, na Arquidiocese de Conquista. De princípio, ele permaneceria até o mês de julho próximo, mas, por motivos familiares e pessoais, está antecipando sua volta para o início de abril, consequentemente, deixando a Arquidiocese. O segundo motivo foi a bênção do Altar-mor e do Ambão (Mesa da Palavra) construídos por Pe. Rogério na Igreja Matriz de São João Batista em Ribeirão. Os ribeirenses, tanto da cidade como representantes de todas as comunidades da Paróquia, que lotaram a Igreja Matriz, demonstraram um sentimento de profunda gratidão ao Pe. Rogério que, em um curto espaço de tempo, realizou grandes trabalhos na obra da evangelização e da catequese e por seu grande zelo na conservação do patrimônio da Igreja. O Arcebispo, na celebração eucarística, dirigiu palavras de agradecimento pelo trabalho de Pe. Rogério, trabalho este realizado com muita humildade e disponibilidade, com muito carinho e dedicação, não obstante os grandes desafios e obstáculos que, no silêncio, em espírito de abnegação e com grande força de vontade, pouco a pouco foram superados por ele. Dom Luís também dirigiu palavras de agradecimentos aos fiéis em geral que acolheram o Pe. Rogério, acompanhando-o com grande compreensão e sempre em espírito de colaboração. O Arcebispo, em sua homilia, sublinhou a importância do cultlivo da beleza nas Igrejas, afirmando que a Igreja nasce “bela”, pois nasce do coração daquele que na tradição é chamado de “o mais belo dos filhos dos homens” (cf. Sl 45). Por isso, o Espaço Litúrgico deve constituir-se em um ícone, refletindo a imagem da verdadeira Igreja, a bela Esposa do Cordeiro Imolado. Dom Luís, em base às Instruções Gerais do Missal Romano, falou da importância do Ambão e do Altar dentro do Espaço Litúrgico. O Ambão é a Mesa da Palavra, destacou Dom Luís. Por isso, cuide-se para que o Ambão não seja uma simples estante móvel, mas uma peça estável, distinta pela sua dignidade e apropriada à sua verdadeira função: a proclamação da Palavra, sobretudo, o Evangelho, ponto mais alto da Liturgia da Palavra. Dom Luís enfatizou que, por esta razão, o ambão deve refletir o Cristo presente pela sua “Palavra” e sua ligação explícita com o altar, ao qual deve-se atribuir o devido valor, infelizmente, tantas vezes negligenciado e até esquecido. Referindo-se ao Altar, Dom Luís frisou que ele, sendo a mesa do sacrifício e do banquete, onde é celebrado o memorial do Senhor, deve constituir-se na Igreja o centro da ação de graças. Além do mais, deve-se zelar pela dignidade do Altar, a mesa do Senhor. No Altar torna-se presente o sacrifício da cruz sob os sinais sacramentais. O Altar é o sinal do próprio Cristo, onde se dá a atualização dos mistérios salvadores. Por isso, o Altar torna-se o centro da assembleia dos fiéis, ao qual é devida a maior reverência. Nas palavras de Dom Luís, “o ritual da bênção do Ambão e do Altar, que vamos agora realizar, quer expressar e, ao mesmo tempo, valorizar toda esta grandeza e a dignidade destes dois centros do espaço litúrgico, integrados entre si”. No final da celebração, a Comunidade da Paróquia São João Batista de Ribeirão do Largo agradeceu a presença do Arcebispo em seu meio. Agradeceu também, já em clima de saudade, o precioso trabalho missionário realizado pelo Pe. Rogério.

 
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