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ANO SANTO DA MISERICÓRDIA Imprimir E-mail
Sáb, 23 de Abril de 2016 00:35

 

NOTÍCIAS DE ABRIL - 2016

Dia 30 - REUNIÃO DO CONSELHO PASTORAL ARQUIDIOCESANO

Na manhã deste sábado (30), no salão Dom Climério da Igreja Catedral em Vitória da Conquista, Dom Luís Pepeu presidiu a reunião do Conselho Pastoral Arquidiocesano (CPA). Este Conselho Pastoral, de natureza consultiva, reúne-se duas vezes por ano e, em comunhão com o Arcebispo, tem a competência de planejar e avaliar as atividades pastorais em nível arquidiocesano e propor pistas que julgue conveniente ao bom desenvolvimento da ação evangelizadora da Arquidiocese. Além do Arcebispo, participam como membros efetivos deste Conselho o Vigário Geral, o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral e os Vigários Regionais. Os demais membros integrantes deste Conselho Pastoral são eleitos como representantes dos Movimentos e dos diversos seguimentos da Pastoral Arquidiocesana, além de contar com a indicação de dois representantes por Vicariato. No horário proposto (8h30min), o Coordenador de Pastoral, Diácono Luciano, convidou a Assembleia para a oração de abertura da reunião. Esta oração, dirigida pelo Coordenador de Pastoral, teve como fonte de inspiração o tema do Ano Santo da Misericórdia. Após a oração, o Arcebispo fez a abertura da reunião, com a saudação e acolhida de boas-vindas aos participantes, lembrando, em seguida, a fundamental importância do encontro para a pastoral e a ação evangelizadora da Igreja Local em comunhão com toda a Igreja. O encontro do CPA, afirmou o Arcebispo, é um momento privilegiado e muito importante de animação da caminhada da Igreja Local, pois visa promover o diálogo e a participação de todos os fiéis representados pelos membros indicados pela Assembleia Arquidiocesana. Após a saudação do Arcebispo, o Coordenador de Pastoral deu prosseguimento aos trabalhos da pauta proposta, fazendo uma memória do Plano de Pastoral 2016, aprovado pela última Assembleia Arquidiocesana, com uma breve apresentação das propostas para este ano, levando em consideração o compromisso, o objetivo geral e as urgências, segundo a metodologia utilizada para a operacionalização das propostas. Após a apresentação do Diácono Luciano, o Pe. Irineu, referencial da Ação e Animação Missionária, fez uma suscinta apresentação do tema “Igreja em Estado Permanente de Missão”. Pe. Irineu falou aos presentes que a Igreja é essencialmente missionária. Por esta vocação, a Igreja está diante da urgência de pensar estruturas pastorais que favoreçam a realização desta consciência missionária, que deve impregnar todas as estruturas eclesiais e todos os planos pastorais. Fechar-se à dimensão missionária implica fechar-se ao Espírito Santo atuante, impulsionador e defensor. A vocação missionária da Igreja interpela o discípulo a sair ao encontro das pessoas, das famílias, das comunidades, dos povos, ser uma “Igreja em saída” ao encontro daqueles que estão perdidos nas periferias geográficas e existenciais. A esta altura, o Arcebispo, reforçando as palavras de Pe. Irineu, fez uma eloquente intervenção, lembrando que Jesus Cristo, o grande missionário do Pai, envia seus discípulos em constante atitude de missão. Esta atitude missionária não se trata de “um algo mais” a ser acrescentado a outros serviços ou atividades, mas de dar a tudo que se faz um sentido missionário. Lembrou ainda que todos os cristãos, pelo batismo, estão comprometidos com a ação evangelizadora da Igreja e, por isso mesmo, devem estar em estado permanente de missão, anunciando Jesus Cristo não necessariamente por palavras, mas, sobretudo, pelo próprio testemunho, por uma atitude de constante conversão. No momento seguinte, Dom Luís fez uma breve síntese da 54ª. Assembleia Geral da CNBB, lembrando o tema central: “Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade - Sal da terra e luz do mundo”. Dom Luís destacou que a Assembleia, em seus trabalhos de estudo e de reflexão, procurou pontualizar a grande importância do leigo, sobre o seu papel preponderante na Igreja e na sociedade, e a grande contribuição para a ação evangelizadora e missionária da Igreja, através de um maior engajamento em pastorais e nos movimentos. Dando prosseguimento à sua apresentação, o Arcebispo também fez referência às orientações pastorais da Arquidiocese. Neste sentido, ressaltou que o Plano Arquidiocesano de Pastoral deve ser concebido como um “livro de cabeceira”, do qual não se deve separar nunca, estando, assim, sempre à mão para as necessárias consultas. O Plano de Pastoral, qual bússola que indica o caminho a seguir, vai dar orientações básicas sobre o trabalho pastoral e a ação missionária. Dom Luís lembrou que estas orientações são proposições da base, das comunidades, trabalhadas nos Conselhos de Comunidade e Paroquiais, e assumidas para o quadriênio pela Assembleia Arquidiocesana de Pastoral. Após as colocações de Dom Luís, e feitos alguns informes, o Arcebispo deu por encerrada a reunião, convocando os presentes a rezarem a Oração do Ano Jubilar, concluindo com sua Bênção.

 

Dia 20 - ARCEBISPO CELEBRA E ADMINISTRA CRISMA NA COMUNIDADE NOSSA SENHORA APARECIDA EM VILA DO CAFÉ

Nesta quarta-feira (20), Dom Luís Pepeu, acompanhado de Frei Orlando, OFMCap. foi à Paróquia São João Batista, em Ribeirão do Largo, para presidir uma Celebração Eucarística por ocasião da Crisma para um grupo de 30 crismandos. A celebração aconteceu na Comunidade Nossa Senhora Aparecida em Vila do Café. Era noite. A capela da Comunidade estava em festa. Jovens, crianças, adultos, pessoas de todas as idades se reuniram em grande demonstração de fé. O recinto da celebração tornou-se muito pequeno para acolher a multidão de fiéis, muitos dos quais ocuparam os espaços externos circunvizinhos à capela. O Arcebispo foi recebido com uma grande demonstração de alegria e de carinho. A liturgia foi preparada pela própria comunidade da Vila do Café, seguindo a proposta da Missa da Confirmação. No início da celebração, Dom Luís dirigiu uma saudação a todos, externando seus sentimentos de alegria e de júbilo por estar ali para celebrar a Eucaristia com a comunidade. Dirigiu uma saudação aos líderes da comunidade, aos catequistas e às famílias dos crismandos. Saudou, enfim, os jovens crismandos, lembrando-lhes que, pelo sacramento da Crisma, com a imposição das mãos do Bispo e a unção real com o óleo do Crisma, eles serão confirmados com o selo do Espírito Santo. Na homilia, Dom Luís destacou a importância da presença do Espírito Santo na vida da Igreja como sinal da presença do amor de Deus. Referindo-se ao Sacramento da Crisma, destacou que por meio deste, o jovem, revestido da força vivificadora do Espírito, é consagrado para uma missão: a missão de Jesus Cristo, que não veio para ser servido, mas para servir e dá sua vida por todos. Com estas motivações, Dom Luís lembra aos crismandos a importância de eles, como pedras vivas, se engajarem na comunidade eclesial e se comprometerem com a missão evangelizadora e missionária da Igreja, assumindo com maturidade os diversos serviços em favor dos irmãos, em vista da construção do Reino de Deus. Terminada a Celebração Eucarística, todos, em clima festivo, trocaram os cumprimentos com os abraços e as saudações habituais. Foi uma explosão de alegria muito contagiante.

 

Dia 19 - REUNIÃO DO COLÉGIO DOS CONSULTORES

Sob a presidência do Arcebispo Metropolitano Dom Luís Pepeu, esteve reunido na manhã de hoje (19), na residência episcopal, o Colégio dos Consultores da Arquidiocese de Vitória da Conquista. Após a invocação ao Divino Espírito Santo foi feita uma leitura e meditação sobre o Ano da Misericórdia. Dentre os diversos assuntos da pauta, tratou-se do futuro Centro Pastoral Arquidiocesano, a situação de alguns imóveis, além da avaliação de alguns pedidos para reformas e conservação em algumas paróquias. A reunião foi encerrada com uma oração e invocação da proteção de Nossa Senhora das Vitórias.

 

Dia 18 - FACULDADE DOM PEDRO II EM VITÓRIA DA CONQUISTA


Representantes da Faculdade Dom Pedro II, de Salvador, têm visitado Vitória da Conquista, no intuito de implantar novos cursos superiores no Sudoeste baiano. Neste dia 18, a professora Terezinha Mendonça, diretora acadêmica, encontrou-se com o arcebispo Dom Luís Pepeu, com quem tratou do assunto. Também participaram da reunião o Mons. Uilton Pereira e o Pe. Alessandro Cardoso.


Dia 17 - DOM LUÍS CELEBRA E ADMINISTRA CRISMA NA PARÓQUIA DE APARECIDA EM VITÓRIA DA CONQUISTA

Na tarde deste domingo (17), 4º. Domingo do Tempo da Páscoa, também conhecido como o “Domingo do Bom Pastor”, Dom Luís celebrou a Santa Eucaristia na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Conquista, confiada aos Padres Vocacionistas. Na ocasião, o Arcebispo também crismou um grupo de aproximadamente 60 jovens da Paróquia. Na celebração, Dom Luís destacou que este domingo, o Domingo do Bom Pastor, é o dia mundial de oração pelas vocações e, por meio da Eucaristia, todos são chamados a celebrar em comunhão com o bispo de Roma, o Papa Francisco, e com todos os vocacionados. Lembrando o convite do Papa Francisco para que todos rezassem neste dia pelas vocações, ressaltou que a vocação cristã, bem como as vocações particulares, são dons da misericórdia divina e que a Igreja é a casa da misericórdia e terra onde a vocação germina, cresce e dá fruto. Na sua homilia, Dom Luís ressaltou que o 4º. Domingo da Páscoa ficou conhecido como o “Domingo do Bom Pastor” em razão de a Liturgia da Palavra propor em todos os anos um trecho do capítulo 10 do Evangelho de São João, onde Jesus é apresentado como Bom Pastor porque, diferentemente dos líderes de seu tempo, ele dá sua vida em favor da humanidade. Este é o sentido mais profundo da missão e da obra de Jesus: a vida plena das pessoas. Refletindo sobre a 1ª. leitura da liturgia deste domingo, Dom Luís ressaltou que a proposta de Jesus Cristo, o Bom Pastor, é aberta a todos, é uma proposta universal. No entanto, a leitura mostra duas atitudes opostas. A primeira atitude refere-se às ovelhas cheias de autossuficiência, instaladas em suas verdades, fechadas em seu mundo. A segunda atitude, ao contrário, refere-se às ovelhas sempre atentas à voz do Pastor, as ovelhas que se deixam desafiar pela proposta de Jesus, acolhendo-o com simplicidade, alegria e entusiasmo, seguindo o caminho que conduz à vida nova. Continuando sua reflexão, Dom Luís enfatizou que a 2ª. leitura aponta para a meta final do rebanho que segue o Bom Pastor: ser acolhido pelo Cordeiro imolado e ser conduzido às fontes da água da vida. Aos jovens crismandos, neste dia tão especial em que toda a Igreja é convidada a rezar pelas vocações, Dom Luís falou do compromisso que estes jovens devem assumir como Igreja viva, participando ativamente da comunidade e engajando-se com generosidade nos diversos serviços em favor dos irmãos, em vista da construção do Reino de Deus. Na conclusão das preces da assembleia, Dom Luís convidou todos os presentes a rezarem juntos a oração do Papa Francisco pelas vocações. Os Padres Vocacionistas da Comunidade, Pe. José Carlos e Pe. Carlos Valério, concelebraram com o Arcebispo. Grande era o número de fiéis presentes que acorreram à celebração, deixando a Igreja superlotada. A Santa Missa foi muito bem preparada pelas equipes de liturgia, catequistas e outros grupos da Paróquia e bem participada por toda a assembleia.

 

Dias 6 a 15 - DOM LUÍS PARTICIPA DA 54ª. ASSEMBLEIA GERAL DA CNBB, APARECIDA - SP


O Episcopado brasileiro esteve reunido em Aparecida (SP) para a celebração da 54ª. Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que tradicionalmente acontece a partir da 2ª. Semana da Páscoa. Este evento reuniu mais de 300 bispos entre os dias 6 e 15 de abril. O Arcebispo de Vitória da Conquista, Dom Luís Pepeu, participou pela 16ª vez dessa Assembleia anual. A Assembleia dos Bispos, iluminada pelo tema geral “Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade - Sal da terra e luz do mundo”, procurou refletir sobre o papel importante do leigo e de sua grande contribuição para a ação evangelizadora e missionária da Igreja, através de um maior engajamento em pastorais e nos movimentos. Além do tema central sobre a importância do laicato, a agenda da Assembleia foi preenchida com outros temas prioritários e de grande relevância, a saber: a “Liturgia na Vida da Igreja”, a 14ª. Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos e a “Exortação da Família”, a conjuntura político-social, a mensagem “Pensando o Brasil”, a migração religiosa e as mudanças do quadro religioso no país e o dízimo. Outros assuntos também entraram em pauta. A Assembleia é um momento privilegiado de comunhão e de renovação da vida fraterna dos bispos que, em sinal de colegialidade e representando as Igrejas Particulares, desejam refletir a realidade e buscar meios eficazes de como anunciar o Evangelho em uma sociedade fragmentada. Dom Luís voltou a Conquista muito satisfeito com o clima de serenidade que marcou os trabalhos da Assembleia nestes 10 dias de encontro e com os resultados colhidos.

Dia 5 - BISPOS DA PROVÍNCIA ECLESIÁSTICA DE VITÓRIA DA CONQUISTA EMITEM NOTA SOBRE AS ELEIÇÕES 2016


Os Bispos da Província Eclesiástica de Vitória da Conquista: Dom Luís Pepeu (Arcebispo de Vitória da Conquista), Dom João Cardoso (Bispo de Bom Jesus da Lapa), Pe. Gilvan Pereira (Administrador Diocesano de Caetité), Dom José Ruy (Bispo de Jequié) e Dom Armando Bucciol (Bispo de Livramento de Nossa Senhora), reuniram-se neste dia 5, antes do início da Assembleia Geral, para refletir sobre o nevrálgico tema do ano eleitoral em vista das próximas eleições municipais, momento este de grande importância para os destinos dos municípios brasileiros que escolherão novos prefeitos e vereadores. Como fruto deste encontro, foi elaborada uma carta com orientações pastorais para este ano eleitoral de 2016. Segue a Nota dos senhores Bispos na íntegra:

Dia 3 - COM A ANIMAÇÃO DO VICARIATO SÃO LUCAS, DOM LUÍS PRESIDE A SANTA MISSA NO DOMINGO DA MISERICÓRDIA


Neste 2º. Domingo da Páscoa, dia em que a Igreja celebra a eterna Misericórdia Divina, o Vicariato São Lucas, seguindo as indicações do Plano Arquidiocesano de Pastoral para o Ano Santo da Misericórdia, organizou uma solene celebração do Domingo da Misericórdia. Às 4 horas da tarde, Dom Luís presidiu a Solene Eucaristia no espaço de eventos do Parque de Exposições Teopompo de Almeida, Vitória da Conquista, contando com a presença de cerca de 5 mil pessoas, vindas das diversas comunidades e paróquias do Vicariato São Lucas, bem como seguidores de grupos de espiritualidade da Divina Misericórdia. Concelebraram com o Arcebispo alguns padres do Vicariato: Pe. Gerson, Vigário Regional, Pe. Edmilson, Pe. Manoel e Frei Gilson. Estiveram na diaconia da celebração, os diáconos permanentes Luciano e Zezzinho. Também participaram da celebração algumas religiosas, seminaristas e vocacionados, além dos muitos ministros extraordinários da Sagrada Comunhão e coroinhas. Na saudação inicial, Dom Luís destacou que a celebração deste Domingo é como que o coração do Ano Santo da Misericórdia e, através da mesma, todos, sentindo-se acolhidos pelo próprio Pai misericordioso, são chamados a louvar a Deus por sua infinita misericórdia. Em sua homilia, Dom Luís recordou que a celebração da Divina Misericórdia no contexto do 2º. Domingo da Páscoa é uma festa litúrgica que foi instituída por São João Paulo II na celebração do Grande Jubileu de 2000, aurora do Terceiro Milênio, dedicado à celebração da misericórdia de Deus e o perdão. Destacou que a misericórdia de Deus, manifestada ao mundo por meio de Jesus Cristo, acompanha toda a peregrinação terrena do homem até seu encontro definitivo com o Cristo glorificado, Senhor e Juiz da história, um juiz compassivo, clemente e misericordioso. Refletindo sobre as leituras próprias da celebração, Dom Luís destacou o papel da Comunidade Cristã como espaço privilegiado do encontro com o Ressuscitado, acentuando que o cristão, regenerado pelo batismo, assume a condição de uma nova criatura. Por fim, sempre em sintonia com a liturgia, Dom Luís ressaltou que a graça deste ano jubilar reside, sobretudo, na possibilidade de uma preparação para celebrar a misericórdia de Deus durante toda a vida. Este, no entanto, é um tempo favorável para tratar as feridas, assumindo a realidade do pecado que fere o coração, possibilitando a todos o caminho do perdão e da reconciliação, sem perder a esperança da misericórdia divina, a fim de não se desertar do caminho da vida. Concluindo sua sábia reflexão, invocou a proteção da Virgem Maria, a Mãe de Jesus e Mãe da Igreja, a Mãe de Misericórdia, para que nunca se canse de volver à humanidade os seus olhos misericordiosos, fazendo com que homens e mulheres se tornem dignos de contemplar o rosto da misericórdia, seu Filho Jesus. A celebração Eucarística, preparada com muito zelo e em espírito de comunhão eclesial, foi verdadeiramente uma grande demonstração de fé. Os milhares de fiéis presentes deram um belo testemunho de uma Comunidade cristã viva, orante e celebrativa, aberta a transmitir ao mundo a paz do Ressuscitado, fruto do Amor e da Misericórdia de Deus. No final da celebração, muitos se avizinharam ao seu Pastor para dirigir-lhe os cumprimentos pela bela celebração. A todos, Dom Luís retribuía com uma saudação especial: ora com um aceno ou um aperto de mão, ora com um abraço paternal, ora com uma bênção especial, mantendo sempre o sorriso estampado em seu rosto sem sentir-se extenuado ou abatido pelo cansaço.

Dia 1º - ARCEBISPO CELEBROU, DIA 30, NA PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA EM RIBEIRÃO DO LARGO E ABENÇOOU ALTAR E AMBÃO


Nessa Quarta-feira da Oitava de Páscoa (30 de março), às 19 horas, Dom Luís celebrou a Santa Missa na Paróquia São João Batista em Ribeirão do Largo (BA). A celebração foi motivada por dois acontecimentos significativos: em primeiro lugar, o agradecimento de Dom Luís a Padre Rogério pelo dedicado trabalho que ele realizou à frente da Comunidade Católica de Ribeirão do Largo ao longo de quase um ano. Padre Rogério, incardinado na Diocese de Nazaré (PE), veio realizar uma experiência pastoral - um período sabático -, na Arquidiocese de Conquista. De princípio, ele permaneceria até o mês de julho próximo, mas, por motivos familiares e pessoais, está antecipando sua volta para o início de abril, consequentemente, deixando a Arquidiocese. O segundo motivo foi a bênção do Altar-mor e do Ambão (Mesa da Palavra) construídos por Pe. Rogério na Igreja Matriz de São João Batista em Ribeirão. Os ribeirenses, tanto da cidade como representantes de todas as comunidades da Paróquia, que lotaram a Igreja Matriz, demonstraram um sentimento de profunda gratidão ao Pe. Rogério que, em um curto espaço de tempo, realizou grandes trabalhos na obra da evangelização e da catequese e por seu grande zelo na conservação do patrimônio da Igreja. O Arcebispo, na celebração eucarística, dirigiu palavras de agradecimento pelo trabalho de Pe. Rogério, trabalho este realizado com muita humildade e disponibilidade, com muito carinho e dedicação, não obstante os grandes desafios e obstáculos que, no silêncio, em espírito de abnegação e com grande força de vontade, pouco a pouco foram superados por ele. Dom Luís também dirigiu palavras de agradecimentos aos fiéis em geral que acolheram o Pe. Rogério, acompanhando-o com grande compreensão e sempre em espírito de colaboração. O Arcebispo, em sua homilia, sublinhou a importância do cultlivo da beleza nas Igrejas, afirmando que a Igreja nasce “bela”, pois nasce do coração daquele que na tradição é chamado de “o mais belo dos filhos dos homens” (cf. Sl 45). Por isso, o Espaço Litúrgico deve constituir-se em um ícone, refletindo a imagem da verdadeira Igreja, a bela Esposa do Cordeiro Imolado. Dom Luís, em base às Instruções Gerais do Missal Romano, falou da importância do Ambão e do Altar dentro do Espaço Litúrgico. O Ambão é a Mesa da Palavra, destacou Dom Luís. Por isso, cuide-se para que o Ambão não seja uma simples estante móvel, mas uma peça estável, distinta pela sua dignidade e apropriada à sua verdadeira função: a proclamação da Palavra, sobretudo, o Evangelho, ponto mais alto da Liturgia da Palavra. Dom Luís enfatizou que, por esta razão, o ambão deve refletir o Cristo presente pela sua “Palavra” e sua ligação explícita com o altar, ao qual deve-se atribuir o devido valor, infelizmente, tantas vezes negligenciado e até esquecido. Referindo-se ao Altar, Dom Luís frisou que ele, sendo a mesa do sacrifício e do banquete, onde é celebrado o memorial do Senhor, deve constituir-se na Igreja o centro da ação de graças. Além do mais, deve-se zelar pela dignidade do Altar, a mesa do Senhor. No Altar torna-se presente o sacrifício da cruz sob os sinais sacramentais. O Altar é o sinal do próprio Cristo, onde se dá a atualização dos mistérios salvadores. Por isso, o Altar torna-se o centro da assembleia dos fiéis, ao qual é devida a maior reverência. Nas palavras de Dom Luís, “o ritual da bênção do Ambão e do Altar, que vamos agora realizar, quer expressar e, ao mesmo tempo, valorizar toda esta grandeza e a dignidade destes dois centros do espaço litúrgico, integrados entre si”. No final da celebração, a Comunidade da Paróquia São João Batista de Ribeirão do Largo agradeceu a presença do Arcebispo em seu meio. Agradeceu também, já em clima de saudade, o precioso trabalho missionário realizado pelo Pe. Rogério.